quarta-feira, 20 de novembro de 2013

TV

TV paga 
 
Estado de Minas: 20/11/2013
 (TLC/Divulgação)

Uma família da pesada

Entrar em uma comunidade cigana não é nada fácil. Sair de lá com imagens e relatos de quem vive ali é mais raro ainda. Pois é isso que o programa Irmãs ciganas vai fazer: revelar os segredos de uma tribo de West Virginia (EUA), mais precisamente a família Stanley, um orgulhoso clã que segue à risca tudo o que manda a tradição de seus antepassados. O curioso nessa série que estreia hoje, às 10h, no canal TLC, é que quatro mulheres lideram essa família. Nettie, Laura, Mellie e Kayla (foto) levam tudo ao extremo, inclusive as brigas e o amor.

SescTV reúne virtuoses da música instrumental

Os músicos Nailor Proveta (sax e clarinete), Dante Ozzetti (violão), Arismar do Espírito Santo (violão e guitarra) e André Mehmari (piano, teclados e acordeom) se reúnem em um concerto climático sobre as estações da natureza. Para realizar o espetáculo, cada um levou um parceiro instrumentista para completar a banda. São eles Fábio Peron (bandolim), Neymar Dias (baixo e viola caipira), Sergio Reze (bateria e percussão) e Walmir Gil (trompete). Confira às 22h, no SescTV.

Astros do pop dão canja  no desenho dos Simpsons

Por falar em música, Jorginho do Império, filho de Mano Décio da Viola – um dos fundadores da Império Serrano –, conta histórias e, com o pandeiro em mãos, interpreta Choro verde e branco, Água no feijão e O que você tem garota? na edição de hoje de Enciclopédia do samba, às 18h45, no Canal Brasil. Já às 21h30, em Sangue latino, Eric Nepomuceno entrevista a cantora argentina Adriana Varela. E na Fox, a partir das 20h, a Noite amarela vai emendar episódios de Os Simpsons com os astros do pop Katy Perry, Cindy Lauper, R.E.M., Elton John, U2 e Lady Gaga.

SescTV invade o ateliê de Rivane Neuenschwander

A mineira Rivane Neuenschwander é a personalidade da vez na série Artes visuais, hoje, às 21h30, no SescTV. Natural de Belo Horizonte, a artista plástica ficou conhecida por desenvolver um trabalho ligado à linguagem, ao jogo de palavras, à memória, formas e cores. O programa rendeu tanto material que terá uma segunda parte, que será exibida quarta-feira que vem, no mesmo horário.

PC Siqueira vai contar  tudo o que sabe da vida

Um dos vlogueiros mais populares no Brasil, PC Siqueira é o convidado de hoje de Cauê Moura, Pathy dos Reis e Fábio Rabin no programa Wébico, às 21h, no Multishow. Criador do canal virtual MASPOXAVIDA, PC já teve programa também na MTV. Em meio a vídeos engraçados e clássicos da internet, ele vai falar sobre sua carreira, suas esquisitices e a diversidade que se encontra na rede mundial de computadores.

Telecine emenda dois  filmes de Woody Allen

O Telecine Cult continua a seleção de filmes de Woody Allen na sessão Drive-in, reservando para hoje as comédias Manhattan (20h10) e Vicky Cristina Bracelona (22h). Na concorrida faixa das 22h, o assinante tem mais oito opções: Todo mundo tem problemas sexuais, no Canal Brasil; Projeto X, na HBO 2; João e Maria: caçadores de bruxas, no Telecine Pipoca; Um método perigoso, no Telecine Touch; Terror na Antártida, no Space; Fomos heróis, na MGM; Gangues de Nova York, no Sony Spin; e Os donos da rua, no TCM Outras atrações da programação: Distrito 9, às 22h40, no Universal Channel; Eu, meu irmão e
nossa namorada, às 23h, no Comedy Central; e Indiana Jones
e a última cruzada, às 23h55,
no Megapix. 

CARAS E BOCAS » Fonte de inspiração 
 
Simone Castro

simone.castro@uai.com.br





Renata Sorrah fala sobre papeis marcantes e revela que sente-se mais à vontade no palco do que na vida real (Estevam Avellar/TV Globo-20/2/12)
Renata Sorrah fala sobre papeis marcantes e revela que sente-se mais à vontade no palco do que na vida real

Convidada do Damas da TV desta quarta-feira, às 21h, no Viva (TV paga), a atriz Renata Sorrah, intérprete da inesquecível Nazaré Tedesco, da novela Senhora do destino, conta que para viver sua primeira vilã na telinha inspirou-se em Medeia, personagem mitológica retratada na tragédia grega de Eurípedes, que ela encenou no teatro pouco antes da estreia da novela: “Não existe uma mulher pior do que a Medeia. Ela mata os próprios filhos. Então, eu já estava treinada”. Ainda sobre a personagem da novela, Renata afirma: “Acho que a grande coisa dela é o humor. Nada dava certo e ela não era maquiavélica. Era uma coitada, uma maluca, doida, mas um personagem adorável”.

A atriz relembra outra personagem marcante, a Heleninha Roitman, de Vale tudo, que era alcoólatra. Para saber mais sobre o alcoolismo, Renata foi várias vezes ao Alcoólatras Anônimos. O nome da personagem virou sinônimo de excesso de bebida. “A Heleninha foi milênios atrás. Uma geração toda não tinha visto. Por causa da reapresentação no Viva, quando saem para beber hoje em dia falam: ‘Olha, cuidado, vai dar uma de Heleninha’”. Renata Sorrah iniciou a carreira no teatro e confessa que se assustou com a fama e com a aproximação dos fãs quando começou a fazer sucesso na telinha. “Sou atriz, mas não posso carregar isso da hora que acordo até a hora de dormir. Não é um título como se eu fosse uma rainha, uma princesa.”A atriz, porém, confessa que se sente mais segura atuando: “Sei viver em cima de um palco. Tenho dificuldade de viver a vida, no palco sei lidar com a situação melhor”.

COMEDIANTE GOSTAVA DE  CONTAR PIADAS NA ESCOLA

Fábio Porchat relembra o período escolar entre os anos de 1990 a 2000, quando era aluno no ensino fundamental e médio no Colégio Nossa Senhora do Morumbi, em São Paulo, em episódio do Tempos de escola, que vai ao ar no sábado, às 19h30, no Futura (TV paga). Ele conta que era uma criança muito extrovertida e tinha o hábito de contar histórias e piadas. Muito agitado, Fábio vivia correndo pela escola e o momento mais esperado do dia era o futebol, quando jogava como goleiro do time. O ator recorda-se, particularmente, de um episódio que ganhou fama no colégio, quando ele sofreu um “frango” no gol e a torcida invadiu a quadra de esportes. Em sua trajetória estudantil, o ponto alto era a criatividade. O comediante criou um banco imobiliário personalizado com informações dos amigos e uma crônica humorística para um livro do colégio.

PERSONAGENS DA HISTÓRIA  DO BRASIL EM CENA DE SÉRIE

Cartola, Chica da Silva, Bispo do Rosário, Dom Obá e Maria Firmina são alguns dos nomes que fizeram história no Brasil. Eles e mais 11 personagens formam o rol de homenageados da terceira temporada de Heróis de todo mundo, que estreia, hoje, Dia da Consciência Negra, no Futura. Os episódios resgatam personalidades marcantes da cultura afro-brasileira. Os 15 interprogramas da série têm dois minutos de duração cada um e a linguagem ficcional se mistura a elementos documentais. Além disso, conta com criteriosa pesquisa de imagens para mostrar as trajetórias dos “heróis” que servem de exemplo para muitos brasileiros até hoje. A série vai ao ar nos intervalos da programação de quarta a sexta-feira,
às 19h55.

CANTORA QUER MERYL STREEP PARA VIVÊ-LA NAS TELONAS

Susan Boyle, que foi revelada ao mundo depois de uma participação fenomenal no Britain’s got talent, em 2009, quer a atriz Meryl Streep para vivê-la no cinema, em filme que a Fox vai produzir. “Não gostaria de estar no filme. Queria que outra pessoa me interpretasse, provavelmente a Meryl Streep. Sei que ela já foi abordada”, contou ao Metro UK. A atriz ainda não teria dado uma resposta. O filme, um musical, será batizado de I dreamed a dream, que faz referência à música de Os miseráveis, que Susan Boyle interpretou para o reality show britânico. 


MUSA DOS PRESIDIÁRIOS

A ex-chacrete Rita Cadillac falou sobre suas participações em filmes pornôs e das fases em que teve que se prostituir. Mas, apesar de tudo, afirmou que “é muito família” em entrevista a Marília Gabriela (foto) no Gabi quase proibida desta quarta-feira, à meia-noite, no SBT/Alterosa. “Sou a Rita Cadillac que é doida e põe a bunda de fora, mas sou muito conservadora, muito família.” Rita contou que se casou virgem e só teve relações sexuais uma semana depois. “Tinha 15 anos e ele, 24.” Ex-dançarina do programa Discoteca do Chacrinha, ela se tornou musa dos presidiários. Sobre os filmes pornôs que fez, relembra: “Precisei ficar bêbada para fazer as cenas. Fui parar no hospital para tomar soro depois. Não me arrependo de nada que fiz na vida. Tudo o que fiz foi consciente”. 


VIVA

Mais uma vez, show de Mateus Solano na cena em que Félix é desmascarado em Amor à vida. 


VAIA

Autor Walcyr Carrasco se repete em cenários de barracos e dinâmica das cenas em Amor à vida.

Eduardo Almeida Reis - Prosaico e fundamental‏

Prosaico e fundamental
 
Tenho a fortuna de preservar faqueiro idoso, de prata Wolf, que me custou R$ 800, quando já era vendido por R$ 2 mil


Eduardo Almeida Reis


Estado de Minas: 20/11/2013

Pelo fato de ser prosaico, destituído de nobreza, de belos ideais, aferrado ao lado prático e material da vida, o assunto não deixa de ser importantíssimo e merece comentário nesta bela coluna. Refiro-me, como o leitor de Tiro & Queda, vai entender, à problemática intestina. Nada pior do que intestinos preguiçosos. Se as tripas funcionam como relógios de quartzo, a exemplo das minhas durante decênios, o cavalheiro e a dama começam os seus dias na maior felicidade.

O passar dos anos, problemas emocionais e diversos outros fatores contribuem para a desorganização do quartzo, forma cristalina da sílica, que ocorre em abundância tanto nas rochas ígneas, quanto nas metamórficas ou sedimentares, usado como gema, em objetos ornamentais e na indústria eletrônica.

Nessas emergências, há produtos naturais que funcionam à maravilha, como linhaça dourada moída, mas não muito, no liquidificador: duas colheres de sobremesa, cheias, misturadas numa xícara grande com suco doméstico de laranja, água ou suco adquirido no supermercado. A internet, que hoje dirige nossas vidas, recomenda quatro colheres grandes rasas de linhaça, suponho que dos faqueiros modernos, ordinários, em que a colher “grande” tanto serve para as sopas como para as sobremesas e o resto.

Tenho a fortuna de preservar faqueiro idoso, de prata Wolf, que me custou R$ 800, quando já era vendido por R$ 2 mil. Comprei-o de segunda mão de um mineiro que anunciou nos jornais. Nele, faqueiro, há colheres de sopa e de sobremesa decentes, bem como facas de dois tamanhos.

Em termos intestinais, a linhaça dourada é um tiro de fuzil, mas se o leitor sonhar com um tiro de canhão basta incluir em sua dieta diária uma laranja comum, descascada, ainda com aquela parte branca que fica por baixo do alaranjado da casca. Gelada, comida aos pedaços com a parte branca, de preferência antes do jantar se ingerir a linhaça pela manhã. Veja o pacientíssimo leitor que só falei de uma laranja à noite. Andei comendo duas e o tiro de canhão foi excessivo, exigindo duas visitas diárias ao trono de louça, exagero assaz exagerado, falou?


Texto e figura

Circula por aí um cavalheiro, filho de acadêmico sério, que cultiva a imagem de um aborto da natureza humana: tatuagens, roupas estranhas, unhas pintadas, óculos de hospício e o mais que consiga imaginar pour épater le bourgeois. Mais grave que isso: de vez em quando, arranja quem se case com ele, como vi na tevê. É verdade que a moça tinha tatuagem num pé, mas o resto era apresentável e tinha cara de quem toma banho com frequência.

Parece que o referido cavalheiro ganha sua vida do jeito que se apresenta, dá entrevistas na televisão, publica e vende livros: tudo bem. É melhor do que viver liderando uma facção do PCC ou na bancada federal do PT.

Só não dá para entender que pessoas de bem me encaminhem textos escritos pelo tal cavalheiro. No mundo moderno, parece-me, o texto é inseparável da figura. E a figura do sujeitinho é muito mais que ascorosa.


Primor

Primorosa, encantadora a reprodução fac-similar do Manifesto dos Mineiros  providenciada pela Imprensa Oficial, hoje dirigida pelo grande Eugênio Ferraz. Já lhes disse e repito aqui: Eugênio é o retrato são-lourenciano do saudoso coronel Juca, de Curvelo, surpreendido à noite fazendo xixi numa esquina da cidade que nos deu Evaristo Soares de Paula.

Naquele tempo, as mocinhas se assustavam quando avistavam o aparelho reprodutor externo de um representante da espécie Homo sapiens. Saídas de um baile, as mocinhas se assustaram com o coronel, em pé, ao lado de seu fordinho. O fazendeiro foi admirável: “Podem passar, meninas. Precisam ter medo, não. O bicho é brabo, mas tá na mão de homem!”.

Na administração pública mineira, a Imprensa Oficial sempre foi bicho dos mais brabos, mas com Eugênio está na mão de homem. Nele, Manifesto, encontro os nomes de Mário Brant, meu avô, e de seu amigo Tristão da Cunha, avô desse menino Aécio Neves da Cunha. Palmas para a Imprensa Oficial.


O mundo é uma bola

20 de novembro de 1512: naufrágio da nau Frol de la Mar navegando de Malaca para Goa conduzindo Antônio de Albuquerque e o valioso espólio da conquista de um dos mais antigos sultanatos malaios. Malaca, ou Melaka, tem 1.664km2 e cerca de 800 mil moradores em 2010. Consta que foi fundada por Parameswara, um príncipe proveniente de Palimbão, em Srivijaya, um reino malaio da Sumatra, que fugiu de lá depois de um ataque majapahita em 1377. Acho que fez muito bem e admito que também fugiria dos ataques majapahitas. Não existe a palavra frol no Dic. da Real Academia Española. Parece que o galeão português se chamava Flor de la Mar.

Em 1695, tropas do bandeirante Domingos Jorge Velho matam Zumbi no Quilombo dos Palmares. Em 1819, afunda o navio baleeiro Essex, depois do ataque de um cachalote, baleia dentada da família dos fiseterídeos (Physeter catodon), encontrada em todos os oceanos e mares do mundo, com até 20m de comprimento, coloração cinzenta ou preta, cabeça enorme e de formato quase quadrangular.

Hoje é o Dia do Biomédico, do Esteticista e da Consciência Negra no Brasil.


Ruminanças
“Nenhum dever é mais importante do que a gratidão.” (Cícero, 103–46 a.C.)

terça-feira, 19 de novembro de 2013

O corvo e o papagaio - Maria Esther Maciel .‏

O corvo e o papagaio 
 
Maria Esther Maciel - memaciel.em@gmail.com


Estado de Minas: 19/11/2013





Acabo de ler um artigo sobre a inteligência dos corvos, que me foi enviado por um leitor, e constato que essa ave, comumente associada às sombras, é capaz de coisas que vão muito além do que se espera dela. O corvo não se limita aos aspectos sombrios e sinistros que lhe são, em geral, atribuídos pela nossa imaginação supersticiosa. Para começar, ele é brincalhão e gosta de artifícios. Sabe imitar a voz humana e a de outros animais. Consegue repetir palavras com habilidade, mais até que os papagaios. Além disso, costuma brincar de “bobinho” com cães, lontras e lobos, sendo também capaz de usar alguns truques para enganar outras aves, em determinadas situações de fome ou perigo. Em outras palavras, é uma ave marota e falante.

Sem dúvida, ao escrever o famoso poema “O corvo”, em 1845, o americano Edgar Allan Poe sabia das habilidades “linguísticas” dessa ave. Tanto que, num ensaio que compôs sobre o poema, mencionou que a escolheu, entre outras coisas, por isso. E explicou: “veio-me  à mente um papagaio, mas este foi substituído logo em seguida por um corvo, igualmente capaz de falar e infinitamente capaz de manter o tom pretendido”. Esse tom, para quem não se lembra, tem a ver com a lúgubre situação apresentada no poema: um homem triste e solitário que, à meia-noite, em meio aos muitos livros, lamenta a morte de sua amada Lenora e recebe, inesperadamente, a visita de um corvo que entra pela janela do quarto. A ave, caracterizada como “austera e escura”, passa a responder a tudo o que o homem fala, com uma insistente e solene expressão: nervermore (“nunca mais”). Aos poucos, isso vai deixando-o num estado de febril desespero. E quem lê o poema sente, na pele, toda a intensidade dessa febre.

Sempre incluí  “O corvo” em minhas aulas de poesia, e os alunos adoram. Sobretudo quando é lido por uma voz masculina de timbre soturno, de preferência numa gravação em inglês, seguida da tradução de Oscar Mendes – a minha preferida. Mais instigante ainda é articular o poema a filmes nele inspirados, incluindo um divertidíssimo desenho animado dos Simpsons. Isso ajuda a reatualizar Poe no mundo contemporâneo. Interessante que, de uns tempos para cá, sempre que leio ou comento esse poema lembro-me do olhar sinistro (e astuto) de um corvo que vi, certa vez, num cemitério em Tóquio. O qual, por sua vez, me trouxe, vivamente, a imagem do poema. Aliás, em matéria de aves sinistras, é bem melhor a lembrança do corvo de Poe do que a do urubu de Augusto dos Anjos. Os urubus são muito mais assustadores.

Bem, confesso que não era de poemas que queria falar nesta crônica, e muito menos da simbologia lúgubre do corvo. Nada de baixo-astral. O que pretendia, após ler o tal artigo, era imaginar uma possível (ou impossível?) conversa entre um corvo e um papagaio, que se encontrariam por acaso ao pé de uma jabuticabeira e trocariam ideias irônicas sobre a visão que os escritores têm das aves falantes. Eles não poupariam as fábulas de Esopo e La Fontaine, o poema “O corvo”, de Poe, o romance Macunaíma, de Mário de Andrade, nem tampouco os contos “Um coração simples”, de Flaubert, e “A viúva e o papagaio”, de Virginia Woolf.

Fica para uma próxima vez.

Tv Paga



Estado de Minas: 19/11/2013


Ventania 

 (Globo/Divulgação)


A cultuada minissérie Hilda Furacão, protagonizada por Ana Paula Arósio (foto) e exibida pela Globo em 1998, está de volta no canal Viva a partir de hoje, passada a ser reprisada na faixa das 23h10 de segunda a sexta-feira. Escrita por Glória Perez e dirigida por Wolf Maia, a trama tem como pano de fundo a história do país nas décadas de 1950 e 1960, e acompanha a trajetória de três amigos que deixam a cidade de Santana dos Ferros rumo a Belo Horizonte. No elenco estão, entre outros, Rodrigo Santoro, Thiago Lacerda e Danton Mello.

Futura retoma programa  sobre a primeira infância

O canal Futura estreia hoje, às 22h, mais uma temporada da série Nota 10 primeira infância, que tem como objetivo mostrar algumas das principais mudanças físicas, psíquicas e sociais na vida das crianças de 4 a 6 anos por meio de depoimentos de especialistas, pais, educadores e das próprias crianças. O programa começou a ser produzido em 1999. O apresentador é Leo Madeira, que já foi da MTV.

Laurentino Gomes encara  provocações de Abujamra


Antônio Abujamra entrevista hoje o escritor e jornalista Laurentino Gomes em edição do programa Provocações, às 23h30, na Cultura, que homenageia o Dia da Bandeira. Com 2 milhões de livros vendidos só no Brasil, Laurentino Gomes é autor de uma trilogia que detalha a história do Brasil monárquico. Sua mais recente publicação é dedicada ao fim da monarquia e à Proclamação da República.

A&E investiga crimes que foram manchete no Brasil

O canal A&E estreia, às 22h30, a segunda temporada de Investigação criminal, uma das séries nacionais da emissora. Com linguagem documental, a atração apresenta a cronologia dos fatos, a motivação dos criminosos, o contexto e os detalhes técnicos e científicos das investigações de casos como os do cartunista Glauco e da advogada Mércia Nakashima.

Dois novos desafios para  os detetives da história


Outra produção brasileira, Detetives da história vai investigar hoje uma obra de arte e uma medalha dos campeões da Copa de 1950. A pedido de um colecionador de arte, André Guerreiro assume a missão de analisar uma estatueta assinada por Di Cavalcanti. Enquanto isso, Renata Imbriani tenta comprovar a teoria de Nilson, colecionador de objetos de futebol, sobre uma medalha que teria sido dada aos campeões da Copa do Mundo de 1950, os uruguaios, que derrotaram o Brasil durante o fatídico episódio do Maracanaço. Às 23h, no canal History.

As melhores fitas sempre vão ao ar na faixa das 22h
Como de hábito, muitos dos filmes de qualidade são reservados para a faixa das 22h. Para hoje, o assinante tem como melhores opções As doze estrelas, no Canal Brasil; Reino animal, na HBO; Heleno, na HBO 2; Missão impossível – Protocolo fantasma, no Telecine Action; O homem da máfia, no Telecine Pipoca; Gridlock’d – Na contramão, no ID; O contrato, na MGM; e Maria Antonieta, no Sony Spin. Outros destaques da programação: Voo noturno, às 20h30, no Universal Channel; Rudo e Cursi, às 21h45, no Studio Universal; Sexo, amor e traição, às 22h30, no Megapix; Forças do destino, às 23h, no Comedy Central; e A marca da maldade, à meia-noite, na Cultura.