quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

A força das mobilizações sociais - José Eloy dos Santos Cardoso

A força das mobilizações sociais 

 
José Eloy dos Santos Cardoso
Economista, professor da PUC Minas e jornalista

Estado de Minas: 23/01/2014


As mobilizações das sociedades são de extrema importância quando se trata de assuntos de desenvolvimento. O cientista político e professor da PUC Minas Moisés Augusto Gonçalves, quando afirmou pouco tempo atrás que “ótimas propostas de desenvolvimento só vão adiante quando a sociedade se movimenta” estava coberto de razão. O ex-ministro e professor Paulo Haddad, no livro Para o Brasil voltar a crescer, afirmou que “não basta ter infraestrutura adequada, não basta ter capacidade física de produção, o que determina o desenvolvimento é o grau de mobilização local”.

Excelente exemplo da certeza dessas afirmações é o Aeroporto Internacional Itamar Franco, situado entre os municípios de Goianá e Rio Novo, em plena Zona da Mata de Minas Gerais, que, pelo simples motivo da transferência dos voos comerciais da Azul Linhas Aéreas dali para o acanhado e até incompleto Aeroporto Francisco Álvares de Assis, também conhecido por “Serrinha”, provocou, mesmo que momentaneamente, grande e desafiante baque nas economias daqueles pequenos municípios. Demissões e prejuízos para a arrecadação de impostos, mão de obra desempregada, imediatamente, fizeram-se sentir nos hotéis, pousadas, bares e restaurantes, táxis especiais, linhas de ônibus, padarias e lanchonetes e até oficinas mecânicas que diminuíram ou tiveram até que fechar as portas sem que as prefeituras nada pudessem fazer.

O problema é que aquela empresa aérea transferiu seus voos e, a não ser por questões financeiras, passou a operar no aeroporto da Serrinha, campo de pouso que, em tempos passados, era condenado pela própria Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que, no máximo e com restrições, permitia só operar com os aviões ATR42, com capacidade e peso máximo de 42 passageiros, contrariamente aos ATR72 para 72 passageiros, mais pesados e usados pela Azul nos tempos atuais.

Fica difícil justificar como a mesma Anac permitiu à Azul fazer pousos e decolagens com o ATR72 em Juiz de Fora, quando ela mesma havia condenado o Serrinha por motivos de segurança. É claro que o famoso jeitinho brasileiro de fazer as coisas funcionou e muito bem nesse caso. O aeroporto da Serrinha não possui ainda um moderno caminhão de combate a incêndios importado, como os existentes nos maiores e melhores aeroportos do Brasil. Além disso, também não possui os indispensáveis e moderníssimos aparelhos de orientação aos pilotos em casos de voo cego, aliás, muito comuns no acanhado aeroporto de Juiz de Fora. Esses aparelhos são capazes de orientar o pouso quando a aeronave ainda está há apenas 200 metros do solo, condição que sempre acontece em casos de chuva ou nevoeiro no Serrinha que, além da pista ser pequena e funcione bem só em casos de tempos totalmente “de brigadeiro”, também não possui uma boa área de escape em caso de possível derrapagem ou que não permita aos pilotos utilizar com toda potência os freios para parar a aeronave.

Em dezembro, por duas vezes, pilotos da Azul tiveram que arremeter o avião já prestes a pousar em Juiz de Fora porque a chuva poderia trazer riscos de derrapagem. Se um aparelho de passageiros tem que arremeter quando está prestes a pousar, faz uma operação de grande risco porque as condições climáticas poderão não oferecer a necessária sustentação quando ele, repentinamente, tiver que trocar a posição de descida para a de subida. Quando os políticos ou empresários, sem pensar, forçam uma empresa aérea a mudar seus planos e ela, por motivos financeiros, aceita, a situação real de risco fica difícil.

Além do esforço político e da mobilização para a continuidade das operações do Aeroporto Itamar Franco, as comunidades de Goianá, Rio Novo, Coronel Pacheco e até de Juiz de Fora deveriam pressionar o governo mineiro por meio da Codemig a estudar e implantar um ou mais distritos industriais para darem suporte às operações dessa importante obra criada pelo ex-presidente da República. Na atualidade, a empresa que sucedeu a CDIMG possui recursos oriundos dos royalties das exportações de nióbio e poderia facilmente fazer os estudos, os projetos e as obras, que seriam a redenção da economia da Zona da Mata. O professor Moisés da PUC Minas tem total razão. Quando faltam políticos de prestígio e interesse, só as pressões populares e as mobilizações poderão resolver os problemas regionais. 

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

FERNANDO BRANT » O poeta e sua dor‏

Estado de Minas: 22/01/2014 

FERNANDO BRANT » O poeta e sua dor
Exilado de seu país, trazia na alma a angústia do sequestro e morte de seu filho e de sua nora



Meu aniversário naquele ano eu passei dentro de um avião, indo de Belo Horizonte para a Cidade do México. Ia para um encontro de poetas, Poetas do Mundo Latino. Tenho uma desconfiança boa de que, no convite que recebi de Eduardo Langagne para participar do evento, houve um empurrãozinho de Affonso Romano de Sant’Anna. O fato é que desci na capital mexicana no dia em que Octavio Paz ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Alguns latino-americanos se insurgiram contra a escolha, atacando as ideias políticas do vencedor. Mas, pensei ali nas alturas, a premiação é literária.

Foram alguns dias de muita poesia e cerveja. Todos diziam seus versos em Guadalajara, onde a Seleção de 70 brilhou, e em Guanajuato, cidade colonial de grande beleza. Conheci muita gente sensível e inteligente e meus dias foram de alegria, sem os percalços da vingança de Montezuma. Fui comedido na comida, o que não aconteceu com o português Eduardo Guerra Carneiro, que, de tempos em tempos, tinha que correr aos banheiros. Este se foi em 2004, como agora nos deixou o poeta que mais me marcou naquela viagem, o argentino Juan Gelman.

Figura tranquila, exilado de seu país, trazia na alma a angústia do sequestro e morte de seu filho e de sua nora. Um ano antes, o corpo de Marcelo foi encontrado. Seu corpo foi misturado a cimento e areia, colocado dentro de um tambor metálico e jogado no Rio San Fernando. O corpo de sua nora, mais uma vítima da Operação Condor, ação conjunta dos governos militares do Brasil, Argentina, Chile e Uruguai, ele não conseguiu reaver. Quando presa, estava no sétimo mês de gravidez.

Quando o conheci, no México, ele ainda não tinha noção do paradeiro da neta. Ele moveu o mundo para ter notícias dela e conseguiu, depois de muita busca e pressões internacionais, descobri-la, adotada por um militar uruguaio.

Pôde, enfim, o poeta, ter 13 anos de conforto e alívio ao lado dela, Macarena. Juan Gelman escreveu poemas sobre o amor e a dor. “As feridas ainda não estão fechadas. Seu único tratamento é a verdade e a Justiça. Somente assim é possível o esquecimento verdadeiro.” Dizia que não escrevia desde o ódio, que nos causa danos, mas sim desde a perda de um filho.
Tinha todos os motivos para ser um revoltado, uma pessoa de mal com a vida. Não caiu nas armadilhas da poesia panfletária. Era superior e dono de uma poesia superior. O mais admirável em sua poesia, disse Julio Cortázar, “é sua quase impensável ternura ali onde mais se justificaria o paroxismo da rejeição e a denúncia, sua invocação de tantas sombras com uma voz que sossega e acalenta, uma permanente carícia de palavras sobre tumbas ignotas”.
O tempo é de ler Juan Gelman, poeta da dor, do amor e da memória.

Sexo e celibato na Igreja - Frei Betto

Estado de Minas: 22/01/2014 

Sexo e celibato na Igreja
Se não é um dogma, o celibato pode ser removido, facultando aos atuais e futuros sacerdotes optar ou não por ele
Frei Betto


O Vaticano admitiu, pela primeira vez, no Comitê da ONU para os Direitos da Criança, em Genebra, em 16 de janeiro, crimes de abuso sexual, como pedofilia, praticados por membros da Igreja Católica. Tais crimes ocorrem em quase todas as instituições que lidam com menores, e sobretudo no interior do núcleo familiar, onde pais estupram filhas. Porém, sua prática deve ser severamente punida, e não acobertada em uma Igreja que se propõe a educar crianças segundo os valores do Evangelho.

O papa Francisco, em missa na manhã de 16 de janeiro, declarou que os escândalos da Igreja “são tantos” que não podem ser citados individualmente e são uma “vergonha”: “Essas pessoas não têm ligação com Deus. Tinham apenas uma posição na Igreja, uma posição de poder”, disse o pontífice.

Francisco surpreende positivamente por suas afirmações a respeito da sexualidade. Além de não demonizar os gays, ao contrário de tantos prelados que consideravam a homossexualidade uma doença (e nisso coincidiram com governos socialistas), e relativizar o tema do aborto neste mundo em que poucos protestam contra as guerras e, menos ainda, apoiam a erradicação da fabricação e comércio de armamentos (incluídas as armas químicas).

Francisco convidou, para ocupar a importante função de secretário de Estado do Vaticano, o cardeal Pietro Parolin, que afirmou não ser o celibato um dogma. Há tempos a Teologia da Libertação e as teologias feministas defendem o fim do celibato obrigatório para sacerdotes católicos, o que não se justifica à luz da Bíblia. Pedro, escolhido primeiro papa, era casado (Marcos 1, 30), e na Igreja primitiva homens casados eram ordenados sacerdotes.

O preconceito à sexualidade nasce na Igreja por influência neoplatônica, que culmina na (falsa) justificativa de que a lei natural associa sexo e reprodução. Daí o fato de perdurar, ainda hoje, na doutrina oficial da Igreja Católica, a exigência de os casais só terem relações sexuais se houver intenção de procriar. Até 1903, gestos de carinho entre casados eram considerados pecados.

Tive um professor de teologia moral que afirmava ser a associação entre sexualidade e reprodução um princípio zoológico, e não teológico. Hoje, sei que ele se equivocou. Mesmo animais ignoram o vínculo entre sexo e reprodução. Pesquisas demonstram que muitos deles fazem sexo por ser prazeroso, e não por quererem se reproduzir.

O afeto costuma falar mais alto que inclinações naturais. O pesquisador Frans de Waal (2010) conta que, em cativeiro, porquinhos órfãos foram adotados por uma tigresa de Bengala. “Em lugar de cuidar daqueles porquinhos, seria mais adequado, do ponto de vista biológico, que a tigresa os usasse como uma refeição rara em proteínas” (p. 67). Porém, animais também possuem predisposição psicológica para cuidar de filhotes vulneráveis.

Outro argumento que se utiliza para justificar o celibato é o contábil. Casado, o sacerdote poderia dilapidar os bens da Igreja se valendo do direito de herança. Ora, se assim fosse, sacerdotes das igrejas Ortodoxa e Anglicana, e pastores protestantes, que se casam, já teriam levado suas comunidades à falência.

O celibato é apenas uma opção de vida, sem a qualidade do matrimônio, que a Igreja enaltece como um dos sete sacramentos – fontes de união com Deus. Se não é um dogma, como afirmou o cardeal Parolin, então pode ser removido, facultando aos atuais e futuros sacerdotes optar ou não por ele. O que abriria aos 5 mil padres casados que atualmente vivem no Brasil a possibilidade de serem reintegrados ao ministério sacerdotal.

Será meio caminho andado para que, no futuro, a Igreja Católica exclua a mulher do estatuto de ser de segunda categoria e permita também a ela o acesso ao sacerdócio, assim como Jesus fez da samaritana e de Maria Madalena as primeiras apóstolas.

TeVê

tv paga 

 
Estado de Minas: 22/01/2014


 (Henrique Pistilli/Divulgação)


Viciados em adrenalina

A semana está farta e variada no canal Off. Hoje são mais duas estreias. Como aperitivo, a emissora abre a segunda temporada de Califorfun, às 21h, com feras do skate, como Tony Alva, Steve Caballero, Christian Hosoi, Tony hawk e o brasileiro Bob Burnquist. Às 21h30 é a vez da série inédita Homem peixe, que acompanha as viagens de Henrique Pistilli (foto), fazendo o que mais gosta, o chamado bodysurf (ou surfe de peito), em praias do Rio de Janeiro, Fernando de Noronha, Indonésia e Havaí.
Trabalhar junto da  natureza é o que há

O episódio de hoje de Alta temporada, às 20h30, no canal GNT, reúne gente que incorporou a vida em natureza à sua profissão: o homem que inaugurou o turismo ecológico em Bonito, a moradora de Alto Paraíso que criou uma rede de economia solidária baseada na Yoga e o mergulhador que recolhe lixo e ajuda a proteger da sujeira o litoral baiano.

Atriz exorciza seus  medos da infância

Mais lembrada como a dançarina Catalina da série My name is Earl e a Sofia de A liga, a atriz norte-americana Nadine Velazquez vai contar com a ajuda da médium Kim Russo para tentar superar traumas da infância em Assombrações dos famosos, às 23h30, no canal Bio. Bem mais cedo, às 16h15, no Nat Geo, “Tesouros da casa mal-assombrada” é o episódio de Demolidores, gravado em uma sombria casa abandonada em Meredith, em New Hampshire.

Louvre restaura tela de Leonardo Da Vinci

No segmento dos documentários, o canal Arte 1 programou para a faixa das 19h o inédito Leonardo Da Vinci – A restauração do século. Coproduzido pelo Museu do Louvre, o documentário mostra o processo para recuperar a obra-prima inacabada de Da Vinci, A Virgem e o Menino com Santa Ana. Considerada a segunda mais importante do artista depois da Mona Lisa, a tela estava ameaçada pelas camadas de verniz aplicadas ao longo dos anos. Os técnicos do museu levaram três anos para concluir o trabalho.

Emissoras valorizam  a produção de curtas

O canal Curta promove toda quarta-feira, às 20h, uma sessão batizada A vida é curta!, e as atrações de hoje são três filmes dirigidos por Betse de Paula: Feliz aniversário, Urbana, Leo 1313 e S.O.S. Brunet. No Canal Brasil, às 18h45, a programação especial Histórias curtas apresenta Trique trique, de Vicente Schereder.

Muitas alternativas  no pacotão de filmes

Já passando para o cinemão, o Telecine Pipoca continua com o especial Cardápio de férias, emendando hoje a animação A origem dos guardiões (12h10), o romance Se ela dança, eu danço 4 (13h55) e o suspense Jack Reacher: o último tiro (15h45). Na faixa das 22h, o assinante tem mais oito opções: Transeunte, no Canal Brasil; Professor peso-pesado, na HBO; Escola de rock, no Studio Universal; Uma loucura, no Max HD; Terror na Antártida., no Space; Lincoln, no Telecine Premium; O último desafio, no Telecine Pipoca; e Poder absoluto, no TCM. Outras atrações da programação: Forças do destino, às 21h, no Comedy Central; Cidade Baixa, às 21h30, no Arte 1; Avatar, às 22h30, no FX; e Fora de controle, às 22h45, no Universal Channel.

CARAS E BOCAS » Tricotando com Tchaka




Marília Gabriela entrevista hoje o ator Valder Bastos Santos   (Carol Soares/SBT)
Marília Gabriela entrevista hoje o ator Valder Bastos Santos


O programa Gabi quase proibida exibe hoje a entrevista inédita com o ator Valder Bastos Santos, criador da Tchaka Drag Queen, a rainha das festas de São Paulo e madrinha da parada do orgulho gay. Valder é formado em direito, mas desistiu da carreira quando descobriu seu talento para fazer uma personagem que combinava com sua militância no movimento LGBT. No bate-papo, Tchaka fala sobre sua vida pessoal, profissional e seu comprometimento com os direitos homoafetivos. À meia-noite, no SBT/Alterosa.
Confira os convidados de
hoje do ‘Boteco do Ratinho’

Ainda no SBT/Alterosa, o Programa do Ratinho recebe esta noite, às 22h, no “Boteco do Ratinho”, a Turma do Pagode, as duplas sertanejas Rionegro & Solimões e Teodoro & Sampaio e o cantor de axé Tuca, ex-vocalista da banda Jammil e Uma Noites. O programa voltou de férias com força total e novo cenário.

GloboNews festeja 50 anos  de carreira de Tony Ramos

O Arquivo N, que vai ao ar às 23h, na GloboNews (TV paga), comemora hoje os 50 anos de carreira do ator Antônio de Carvalho Barbosa, mais conhecido pelo nome artístico de Tony Ramos. “Trabalhar com o Tony é o melhor coisa do mundo. É um verdadeiro bate-bola”, diz Susana Vieira em uma entrevista ao projeto Memória Globo. Outra conversa que o programa resgata é a que Tony teve com Irene Ravache no programa TV mulher, em 1977. E ainda depoimentos dos autores Manoel Carlos, Silvio de Abreu e Gilberto Braga, fotos do ator quando era criança e cenas de Espelho mágico, sua primeira novela na Globo.

No Viva, a homenageada é  a pioneira Ruth de Souza

Outro grande nome da televisão, do teatro e do cinema, Ruth de Souza é a personalidade da vez da série Damas da TV, às 21h, no canal Viva. A atriz soma mais de 60 anos dedicados à arte. Ela foi a primeira atriz negra a se apresentar no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e também a estreante entre as protagonistas negras de telenovela, em A cabana do Pai Tomás (1969). No cinema, são mais de 30 filmes. Está afastada das novelas desde 2006, quando viveu Mãe Maria no remake de Sinhá moça, também na Globo.

TV Brasil vai provar a força de Dona Maria do Batuque

Está prevista para terminar hoje, em São Romão, no Norte de Minas, a gravação de “O som da fé de raiz”, episódio da série Visceral Brasil – As veias abertas da música, produzida pela Plural Filmes e Joner Produções, com direção de Márcia Paraiso e que é exibida pela TV Brasil (canal 65 UHF). O documentário focaliza Dona Maria do Batuque, de 82 anos, responsável pela Festa do Batuque na cidade à beira do Rio São Francisco, tradição trazida para o Brasil pelos escravos, reunindo dança de roda, tocadores de roncador e caixa, música e palmas, traduzindo em som e ritmo a região e as histórias do sertão.

Internet revela primeiras  cenas da série Bates Motel

A segunda temporada de Bates Motel, do Universal Channel (TV paga) estreia em 3 de março, nos Estados Unidos. No site aetv.com/bates-motel é possível ver pequenos trechos dos novos episódios, que ainda não têm data de exibição no Brasil.


Paixão no sertão  de Pernambuco

Muitos artistas da Globo estão confirmados no elenco da 47ª edição da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém. Aliás, já fizeram os primeiros ensaios e provas de figurino, finalizando segunda-feira, no município do Brejo da Madre de Deus, a 160 km do Recife, a gravação das imagens para o filme promocional de encenação, que será realizada de 12 a 19 de abril. Carol Castro fará o papel de Maria, a mãe de Jesus, depois de ter interpretado Madalena na temporada passada – este papel vai ficar com Fernanda Machado, a vilã Leila de Amor à vida. Carlos Machado, o Ignácio, de Amor à vida, parece perfeito para o papel de Pilatos. Já Oscar Magrini será o rei Herodes. O líder da companhia, Jesus, será interpretado novamente pelo pernambucano
José Barbosa. 


VIVA

Na estreia do SBT na web, Nadja Hadad invadiu a festa de fim de ano patrocinada por Sílvio Santos para os artistas da emissora. Confira no YouTube (www.youtube.com/sbtnaweb) e no site do canal (www.sbt.com.br/sbtnaweb).

VAIA

Na reta final de Amor à vida (Globo), mais uma surpresa: Edith (Bárbara Paz) vai revelar que Jonathan (Thalles Cabral) é mesmo filho de Félix (Mateus Solano). Poxa, quantas reviravoltas! Walcyr Carrasco está exagerando.