segunda-feira, 5 de maio de 2014

PT dirá a empresários que oposição adotará políticas recessivas

Valor Econômico - 05/05/2014
Por Claudia Safatle e Raymundo Costa

Confirmada a candidatura da presidente Dilma Rousseff à reeleição, o próximo passo da campanha será conversar com os empresários que estão lotando as plateias dos candidatos de oposição, Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), para mostrar a eles o que vai significar a saída do PT do poder.

Emissários serão enviados para iniciar essas conversas e aos empresários será dito que se a oposição for vitoriosa nas eleições de outubro será o fim do crédito subsidiado do BNDES, o fim das desonerações da folha de salários, haverá um realinhamento instantâneo dos preços da gasolina e da energia e o programa Minha Casa Minha Vida, que alimenta a indústria da construção civil, também vai acabar.

"Ou seja, eles (Campos ou Aécio) vão dar um cavalo de pau na economia que será recessivo", disse um assessor de Dilma.

Quando usou a rede nacional de rádio e televisão para um pronunciamento em comemoração ao 1º de maio, a presidente Dilma Rousseff falou como candidata. Vestiu tailleur azul, dispensando o vermelho do Partido dos Trabalhadores; definiu de que lado está - "dos mais pobres e da classe média" -; e entrou na disputa com a segurança de que terá o apoio do PT.

O movimento "Volta Lula" já havia sido equacionado em uma conversa dela com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, há exatamente um mês, no dia 4 de abril, em São Paulo. Ali, o martelo foi batido: a candidata é Dilma Rousseff. Espera-se, assim, que o crescente apelo para o retorno do ex-presidente esteja estancado.

No Palácio do Planalto o diagnóstico é de que Dilma perdeu um pedaço importante da base de eleitores do governo do PT, que desde Lula tem girado em torno de 42% dos votos, por causa da inflação. Foram os aumentos de preços, sobretudo dos alimentos, que a fez cair para a casa dos 36% a 37% das intenções de voto.

O pronunciamento do 1ºde maio foi destinado a reconquistar esses eleitores. A ideia que Dilma pretendeu deixar clara no discurso foi de que "eu tenho lado e o meu lado é o dos trabalhadores", explicou uma fonte oficial.

Com esse mesmo objetivo, ela anunciou as medidas de correção de 4,5% da tabela do Imposto de Renda, em 2015 (índice abaixo da inflação de mais de 6%); e o reajuste do Bolsa Família.

Assessores da presidente recomendam não buscar no texto do pronunciamento sinalizações para um eventual segundo mandato. Mesmo o compromisso com a valorização do salário mínimo, assumido no discurso, não deve ser lido necessariamente como a manutenção da atual fórmula de reajuste cuja vigência se encerra em dezembro de 2015.

A partir da certeza de que Dilma é a candidata do PT, seu governo começou a mudar de comportamento, disse uma fonte oficial. Por exemplo, reagiu de imediato à tentativa da Cemig, distribuidora de energia de Minas Gerais, Estado governado pelo PSDB de Aécio Neves, de responsabilizar o governo federal pelo aumento de 14,3% da tarifa de energia. Coube à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) responder que, ao contrário, a Cemig queria um reajuste bem mais salgado, de 29,74%, e que à agência reguladora cabe apenas estabelecer um teto para os aumentos de preços.

De agora até as eleições de outubro, a presidente estará voltada para a campanha. Não será encontrado nos seus discursos o que o PT tem chamado de "sincericídio" dos candidatos de oposição, ou seja, a antecipação de medidas duras que terão que ser tomadas na área econômica para recolocar o país na trilha do crescimento.

Não haverá, assim, clareza do que será um eventual segundo mandato de Dilma, embora se saiba que ela também terá que promover ajustes se quiser colher melhores resultados do que os do primeiro mandato. Nesse período o país conviveu com inflação alta e crescimento baixo como produto das escolhas do governo.

Campanha, como lembrou uma fonte próxima à presidente, é para ganhar a eleição. Governar é outra coisa.

"Imprensa é partido de oposição"

Por André Guilherme Vieira | De São Paulo
O texto guia de tática eleitoral elaborado pelo presidente nacional do PT, Rui Falcão, afirma que a disputa eleitoral de 2014 será marcada "por um pesado ataque" ao projeto político do partido. Elaborado em formato brochura e nominado "Caderno de Teses", o documento foi distribuído durante o 14º Encontro Nacional do PT, que aconteceu em São Paulo na sexta-feira e no sábado, e faz crítica à imprensa, a quem se refere como "mídia monopolizada, que funciona como verdadeiro partido de oposição", afirma o texto.

O documento também chama a atenção dos filiados sobre a consequência das manifestações populares de junho de 2013 e assinala haver "um sentimento de urgência por mudanças mais profundas e rápidas".

A reeleição da presidente Dilma Rousseff é apontada como prioritária, "a ser conquistada com amplo apoio nos movimentos sociais", diz o texto. O primeiro desafio político elencado é a articulação da defesa das "grandes conquistas" obtidas durante os governos Lula e Dilma. A necessidade de "responder às novas demandas da sociedade" também é destacada.

A continuidade do projeto de poder petista é vinculada à "capacidade de fortalecer um bloco de esquerda e progressista, amparado nos movimentos sociais", assinala um dos tópicos.

O último parágrafo exorta à defesa do partido: " Por fim, relembramos à militância a necessidade de preservar e defender o PT ", afirma. "Os setores conservadores e o conjunto da classe dominante encara o PT como um pesadelo", diz o documento. E conclui: "Porque está destruindo o sonho acalentado por eles durante séculos: o sonho de uma 'democracia' sem povo", encerra o texto de autoria de Falcão.

Mudou o cenário político - Renato Janine Ribeiro

Valor Econômico - 05/05/2014

Esta semana Dilma afastou Lula e Aécio superou Eduardo: a campanha presidencial se polariza




Tudo mudou esta semana, na campanha presidencial. Tínhamos quatro pretendentes ao Planalto, agora são dois. O quadro pode até se alterar de novo, mais tarde, mas Dilma Rousseff afastou Lula e Aécio Neves passou bem à frente de Eduardo Campos. A disputa se polarizou. O PT geralmente conta com o que eu chamo o "terço gordo" do eleitorado, isto é, fica alguns pontos acima dos 33%, mas segundo a pesquisa mais recente Dilma estaria batendo no limite inferior desse piso, com 35%. Já o antipetismo, que normalmente conta com um "terço magro" garantido, estaria superando o terço aritmético, ao somar os 23,7% de Aécio e os 11% de Eduardo. Teríamos um segundo turno no horizonte e, embora a mesma pesquisa dê vitória nele a Dilma, sua tendência de queda poderia continuar.

O primeiro sinal de mudança, esta semana, foi que Dilma decidiu lutar pela reeleição. Jornalistas bem informados asseguravam que Lula se dispunha a ser candidato. A presidenta fez então uma declaração sem precedentes em sua história: disse que confiava na "lealdade" de Lula a ela. Ora, a palavra "lealdade" tem uma cor hierárquica. É mais comum eu me dizer leal a meu superior, do que ele se considerar leal a mim, seu subordinado. O que Dilma disse foi, em outras palavras: "Eu sou a presidenta". E quero continuar sendo. Não desisto fácil - nem mesmo em favor de Lula.

Ao mesmo tempo, Aécio adquiria uma vantagem sobre Eduardo, que perdia votos ao demonstrar excessiva timidez em suas tomadas de posição. O ex-governador de Pernambuco tenta, faz tempo, caracterizar-se como uma oposição "light", que procuraria ser o pós-PT mais que o anti-PT.

Lula e Eduardo cedem a cena a Dilma e Aécio

Esse, aliás, parece ser o segredo do negócio: quem bater pesado demais no PT corre o risco de assustar os que admiram a inclusão social que esse partido promoveu. Assim, desde José Serra, em 2010, os candidatos da oposição procuram falar em "pós-PT" ou pós-Bolsa Família, em vez de baterem de frente no que o Partido dos Trabalhadores fez no governo. Quem conseguir que os eleitores acreditem nisso terá fortes chances de ser eleito.

Mas Eduardo também procurou ser o tucano leve. Quis ser aceitável para os que se cansaram de um lado ou outro, mas sem com isso irem do PSDB ao PT ou vice-versa. O problema, com isso, é que o candidato ficou sem identidade ou público próprio.

Marina Silva não deve gostar do resultado. Ela pode muito bem ter um projeto econômico que em muitos pontos converge com o dos tucanos, mas seu diferencial está na origem ecológica, que é o que dá cor ética à proposta dos sustentáveis. Porém, quando vemos Eduardo Campos parecendo fazer o segundo de Aécio, no encontro empresarial de Comandatuba ou no comício da Força Sindical em S. Paulo, ou quando lemos nos jornais cálculos de como seria um governo de coligação entre os dois partidos de oposição, a mensagem específica da terceira via se perde. Com isso perde a Rede, que não esperava isso ao se incorporar ao PSB, mas também perde o Partido Socialista, que fica parecendo mais um segundo PSDB do que uma agremiação com proposta e convicções identificáveis.

Some-se, a esse redesenho dos candidatos, uma mudança na postura interna ou na atitude pública dos empresários. Faz dois meses, ainda parecia dominante, nesse importante segmento da opinião, a preferência por Lula, o pragmático. Mas, ou porque Lula não será candidato, ou porque a ideologia da oposição sorri mais ao capital, esta semana viu definições claras de líderes patronais contra o PT.

Tal panorama favorece, em primeiro lugar, os dois partidos que ocuparam o Palácio do Planalto desde a eleição de 1994. O PT está tendo êxito em colar nos dois ex-ministros de Lula que devem formar a chapa do PSB, Eduardo e Marina, a marca de candidatos de oposição. A proposta de promover uma conciliação entre os dois lados, um meio termo (Eduardo), ou uma terceira via com uma alteração sensível no conceito de desenvolvimento (Marina), ficará seriamente prejudicada se o PT conseguir apresentá-los como defensores do arrocho salarial ou, ainda, como vertente auxiliar do PSDB. Essa estratégia, por sinal, acabará favorecendo também os tucanos, porque se no País tivermos só duas forças políticas principais, por que votar no PSB em vez do PSDB, por que preferir o incerto ao conhecido?

Em segundo lugar, o PT também está alcançando um certo êxito em pregar nos candidatos de oposição a imagem de opositores das políticas sociais. A declaração de Aécio Neves, prometendo aos empresários "medidas impopulares", pode ter sido positiva para o candidato tucano granjear apoios substanciais nesse setor, inclusive reduzindo o espaço de Eduardo - mas sinaliza, para o restante da sociedade, o risco de uma opção preferencial pelos ricos, com um arrocho salarial.

Para o PT, esse é um bom cenário de disputa, que fica entre ricos e pobres ou, para ser mais preciso, entre os vulneráveis a qualquer soluço da economia e aqueles cuja renda ou fortuna superior protege melhor de recessões e depressões. É claro que, do lado antipetista, este confronto será chamado de anacrônico, ou será debitado na conta do PT, como se o conflito pela apropriação dos recursos fosse uma invenção retórica, esquerdista, sem base na realidade. Mas há uma disputa real, entre os que consideram que deve prosseguir a agenda petista de inclusão social e os que a criticam porque a economia, se continuar no rumo petista, estaria em sério risco. O aspecto bom disso tudo é que é melhor debater a economia na campanha eleitoral, do que desviar a atenção destas questões, cruciais, apelando à agenda moralista do ataque a aborto, casamento homossexual e ateísmo.

LITERATURA » Acerto de contas com o passado - Carlos Herculano Lopes

LITERATURA » Acerto de contas com o passado

Carlos Herculano Lopes
Estado de Minas: 05/05/2014


O escritor Cristóvão Tezza lança hoje em BH o romance O professor (Guilherme Pupo/Divulgação)
O escritor Cristóvão Tezza lança hoje em BH o romance O professor


O romancista Cristóvão Tezza, catarinense de Lages radicado em Curitiba, lança hoje em Belo Horizonte o romance O professor. “O primeiro nome que pensei para o livro foi A homenagem, mas à medida que a história foi sendo desenvolvida resolvi mudá-lo. Durante esses quatro anos de dedicação ao romance, escrevi, disciplinadamente, uma página por dia”, conta o autor. Tezza se tornou um dos escritores mais celebrados da literatura brasileira contemporânea em 2007, quando lançou O filho eterno, livro que venceu o Jabuti, o Portugal Telecom e o Prêmio São Paulo de Literatura, e que já foi traduzido para 10 idiomas

Em O professor – o autor jura que não há nada de autobiográfico no romance, mesmo tendo sido professor de linguística na Universidade Federal do Paraná – é contada a história de Heliseu, um homem de 70 anos. Depois de dedicar quase toda sua vida à atividade acadêmica, ele está prestes a receber uma homenagem da universidade na qual trabalhou. Tudo parece indicar que será grande festa, na qual colegas de profissão e alunos estarão presentes.

Poucas horas antes da cerimônia, ainda em casa, enquanto escreve seu discurso de agradecimento, Heliseu é tomado por um turbilhão de memórias, das quais não consegue fugir. É um momento de passar a vida a limpo: lembra-se da infância, dos pais, do seminário onde estudou e da rigidez da sua criação. Voltam também imagens da sua mulher, já morta, e do filho, que se mudou para os Estados Unidos. Além da recordações de uma ex-aluna, que foi sua amante, entre outras lembranças.

Como pano de fundo, dando sustentação à trama, a história recente do Brasil: a ditadura militar, o povo nas ruas se mobilizando pela redemocratização e os eternos problemas econômicos e sociais do país. Mas, em O professor, o leitor vai se deparar sobretudo com o encontro de Heliseu consigo mesmo e com seus fantasmas. Uma experiência humana e literária.

O professor
Lançamento do livro de Cristovão Tezza, hoje, às 19h30, na Sala Juvenal Dias, do Palácio das Artes, Av. Afonso Pena, 1.537, Centro. Projeto Sempre um papo, informações: www.sempreumpapo.com.br
e (31) 3261-1501.

TeVê

TV Paga
Estado de Minas: 05/05/2014
 (Multishow/Divulgação)

Teje preso!

O canal Multishow estreia hoje, às 23h, a quarta temporada de Papo de polícia. São sete episódios inéditos que vão mostrar o trabalho dos agentes federais Marcio Bouzas e Rafael Saraiva (foto), do Núcleo Especial de Polícia Marítima, na tríplice fronteira –  Brasil, Argentina e Paraguai. A exibição é de segunda a domingo.

Futura também entra no
clima da Copa do Mundo


No Futura, a novidade é a série de documentários Cores do futebol, às 20h, e mais seis interprogramas (vídeos de curta duração que vão ao ar nos intervalos), que tratam de esporte, cultura e língua portuguesa. As peças, disponíveis também na internet, vão mostrar aos educadores recortes interessantes sobre a Copa do Mundo que podem ser trabalhados em sala de aula. Já no Sala de notícias, às 14h35, será exibido o documentário Abya Yala, de Fernanda Bigaton e Clara Facuri, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que investiga uma identidade cultural entre os povos da América Latina.

O fino da moda está na
passarela do canal GNT


Mudando o foco para algo mais leve, o GNT fashion vai mostrar, às 21h30, o desfile feminino de Alexandre Herchcovitch para a temporada de primavera-verão 2014/15, inspirado em Marilyn Monroe. A editora Lilian Pacce ainda conversa com Li Edelkoort, uma espécie de guru das tendências; com as modelos Isabeli Fontana e Shirley Mallmann, a jornalista Glória Maria e as estilistas Patricia Motta, Raquel Davidowicz e Jacqueline di Biase para saber qual foi a maior surpresa que elas receberam dos filhos. Para fechar, Caio Braz entrevista Charlie Le Mindu, francês por trás das perucas mais excêntricas de Lady Gaga, M.I.A e Peaches.

Você achava que estava
livres deles? Enganou-se


E diretamente do universo casca-grossa, os barbudos de Os reis dos patos estão de volta ao canal A&E, na faixa das 21h30. No episódio de estreia da nova temporada, os Robertson vão fazer uma representação de Natal ao vivo para sua igreja, por isso as mulheres organizam ensaios para garantir que seja um grande evento. E obviamente nada sai como se esperava.

Telecine Touch reprisa
bom filme de Spike Lee


Num dia sem grandes surpresas no pacotão de cinema, as melhores dicas são as reprises de algumas produções de qualidade reconhecida. É o caso, por exemplo, de Jogada decisiva, de Spike Lee, com Denzel Washington à frente do elenco, às 22h, no Telecine Touch. Na mesma faixa das 22h, o assinante tem oito opções: Sete psicopatas e um shih tzu, na HBO 2; O vigarista do ano, na MGM; A época da inocência, no Sony Spin; Ladrões, na Fox; Reféns, na TNT; Uma secretária de futuro, no TCM; Coisas belas e sujas, no Studio Universal; e Trapaceiros, no Telecine Cult. Outras atrações da programação: Filha do mal, às 20h30, no Universal; e Latitude zero, às 22h30, no Cine Brasil.

Caras & Bocas

Simone Castro - simone.castro@uai.com.bra


Novo personagem, Neco, de Kaik Francisco, estreia em Chiquititas (Lourival Ribeiro/SBT)
Novo personagem, Neco, de Kaik Francisco, estreia em Chiquititas

Garoto valente
O pequeno Neco vai movimentar ainda mais a trama de Chiquititas, do SBT/Alterosa. Ele estreia no capítulo de hoje, às 20h30, interpretado pelo ator mirim Kaik Francisco. Na primeira cena, o menino, que está no chão morto de cansaço de tanto trabalhar, é ajudado por Júnior (Guilherme Boury). O rapaz, que estava à procura da irmã desaparecida, Gabriela (Naiumi Goldoni), caiu numa emboscada nos capítulos anteriores e se tornou escravo de um grupo revolucionário em plena floresta amazônica. Neco tenta trabalhar sem chamar a atenção dos seguranças do local, que são muito severos, enquanto Júnior planeja a fuga, que só acontece numa segunda tentativa. Depois de uma intensa perseguição e de Neco ser picado por uma cobra, a dupla conseguirá escapar. Kaik Francisco é também cantor e ficou conhecido por suas participações em quadros musicais no Programa Raul Gil, também do SBT.

INSTINTOS MATERNOS
AFLORAM EM SERIADO


O Dia das Mães se aproxima e, mesmo sem ter filhos, Sueli (Andréa Beltrão) e Fátima (Fernanda Torres) serão obrigadas a testar seus instintos maternos no episódio de Tapas & beijos (Globo) de amanhã. Enquanto Jorge (Fábio Assunção) tenta aproximar Sueli e Bia (Malu Rodrigues), Fátima se vê na obrigação de cuidar dos filhos de Armane (Vladimir Brichta). Jorge programa até um almoço especial em família. Fátima não terá a mesma sorte: é que Armane, estressado com a trabalheira toda com sua prole, acaba internado no hospital, em leito bem ao lado do que está sua mulher. Fátima passará a data entretendo os “enteados”.

ANTÔNIO CALLONI JÁ
ARRUMOU TRABALHO


Mal se despediu de Além do horizonte (Globo)  e Antônio Calloni já tem novo trabalho em andamento. Ele será um senador em Dupla identidade, série policial que Glória Perez prepara para a emissora. Com a autora, ele já trabalhou em três novelas: O clone (2001), Caminho das Índias (2009) e Salve Jorge (2012).

MUITO SHOW É O NOVO
PROGRAMA DA REDETV!

Morning show troca de nome e de horário. Estreia hoje o Muito show, que vai ao ar às 18h45, na RedeTV!. O programa contará com novos apresentadores. Zé Luiz e Thiago Rocha continuam na bancada. Vinicius Vieira, Babi Rossi e Andressa Urach foram confirmados na nova formação.

PREMIAÇÃO DA MTV DE
VOLTA A LOS ANGELES

Depois de uma edição em Nova York, o MTV Video Music Awards voltará a ser realizado em Los Angeles, com transmissão ao vivo em 24 de agosto, diretamente do lendário The Forum.

MILÊNIO RECEBE
ESCRITOR CUBANO


O escritor cubano Leonardo Padura, que esteve recentemente no Brasil para lançar o livro O homem que amava os cachorros, é o entrevistado de hoje do programa Milênio, às 23h30, na GloboNews (TV paga). Elogiado por críticos de vários países e de todas as matizes ideológicas, o livro é considerado sua grande obra. Admirador de Garcia Marquez, Dashiel Hammet, Raymond Chandler e do brasileiro Rubem Fonseca, Padura sempre viveu em Cuba, onde hoje consegue trabalhar com independência, conquistada, segundo ele, depois de muita luta. Ao lado da mulher Lucia, Padura fala ao Milênio sobre a importância do jornalismo na sua formação como escritor, a relação entre Brasil e Cuba e o futuro que espera para seu país. O escritor admite que mudanças em Cuba estão em curso, mas “sem perder o que já foi conquistado até hoje”.