quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Desafios da educação‏

Desafios da educação 
 
É preciso gestão competente em todos os níveis de ensino, valorização do compromisso, meritocracia e fiscalização das verbas públicas
Vivina do C. Rios Balbino

Psicóloga, mestre em educação, professora da Universidade Federal do Ceará e autora do livro Psicologia e psicologia escolar no Brasil
Estado de Minas: 20/08/2014


O Brasil festeja a premiação de Artur Ávila em Seul, com a Medalha Fields, tida como o "Nobel da Matemática". Primeiro matemático latino-americano a receber a distinção, que existe desde 1936. Ele é pesquisador do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa) e do Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS), na França. Com certeza, uma conquista extraordinária e incentivo para os novos talentos das Olimpíadas de Matemática Brasil afora.

No último relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o Brasil subiu uma posição no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), passando da 80ª para 79ª em 2013, entre 187 países. Alguns pontos positivos também na educação: o crescente aumento das inscrições no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), Programa Universidade para Todos (Prouni) e outros programas, a expectativa de escolaridade brasileira é a mais elevada entre os países integrantes do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e a expectativa média de vida hoje é de 74,8 anos em vez dos 73,9.

Além disso, o número de matrículas na educação integral do ensino fundamental cresceu 139% nos últimos anos, chegando a 3,1 milhões de estudantes. Entre 2012 e 2013, cresceu 46,5%. Matrículas em creche tiveram crescimento de 72,8% no período entre 2007 e 2013. Entre 2012 e 2013, o aumento das matrículas em creche foi de 7,5%. São dados recentes divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Hoje, são aplicados 5,8% do PIB na educação, e, com as novas metas do Plano Nacional de Educação (PNE), o Brasil pretende elevar essa proporção gradativamente até 10% do PIB.

Apesar de incentivos e muitos avanços nesses últimos anos, os resultados não são imediatos e a educação brasileira ainda é de péssima qualidade. Dados atuais do Pisa, pesquisa internacional que testa o grau de escolaridade de jovens de 15 anos, mostram que o país está na retaguarda. Ainda ocupamos o 53º lugar entre 65 países e 731 mil crianças estão fora da escola (IBGE) . O analfabetismo funcional ainda é alto e 20% dos jovens que concluem o ensino fundamental, morando nas grandes cidades, não dominam o uso da leitura e da escrita. No ensino médio, há grande evasão, chegando a 70% entre os mais pobres. Os cursos técnicos têm habilitado jovens para o mercado, mas de modo geral a qualidade do ensino precisa melhorar.

A formação dos educadores é precária e desvalorizada nas universidades mesmo com incentivos recentes. Os cursos de licenciatura precisam merecer destaque. O salário do docente da educação básica é de R$ 1.874,50, quantia três vezes menor que o valor recebido por profissionais da área de exatas, analistas, advogados e outras categorias. Os escândalos na educação e em outras áreas Brasil afora precisam ter fim. Fraudes e corrupção ainda são constantes. Com certeza, falta ação mais rigorosa do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério Público na fiscalização de verbas e na punição dos criminosos. São verbas públicas de fato para uma educação de qualidade com resultados.

Nas universidades, houve grande expansão de campi até no interior e de programas de inclusão de alunos. Melhorias que precisam ser aprimoradas. Nossa maior universidade e com enorme dotação orçamentária, a USP, passa por grave crise e teve suas contas reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo por irregularidades. Apenas seis universidades do Brasil estão entre as 500 melhores do mundo e uma única entre as 150 melhores. Hoje, seis das 10 melhores universidades dos Brics são chinesas e duas são brasileiras. A transformação do país pela educação de qualidade é uma importante meta, mas é preciso gestão competente em todos os níveis de ensino, valorização do compromisso e meritocracia e ações fiscalizadoras rigorosas das verbas públicas. 

Eleições e incertezas na economia‏

Eleições e incertezas na economia
José Eloy dos Santos Cardoso
Professor e jornalista
Estado de Minas: 20/08/2014


Os reflexos das políticas estatizantes e bolivarianas que atingiram em cheio a Venezuela e a Argentina já começaram a atingir, por tabela, o Brasil. Entre os latino-americanos, deveremos estar em pior situação em termos de crescimento no corrente ano. Razões não faltam: inflação em alta e taxas de crescimento que, segundo alguns economistas brasileiros, não devem ser, na realidade, maiores do que 1% no corrente ano. É claro que ao lado de vários outros problemas, as trapalhadas contábeis e o controle das tarifas da energia elétrica e dos preços dos derivados do petróleo ajudaram – e muito – a puxar para baixo as esperanças dos brasileiros de ter no corrente ano um Brasil melhor.

Candidato nenhum vai declarar que pretende acabar com as bolsas assistencialistas que estão fazendo o ócio predominar entre aqueles “felizes” beneficiários do dinheiro, que, fazendo-os ficar sem fazer nada, os desestimula e os fazem desistir de procurar qualquer emprego. Enquanto as estatísticas oficiais produzem um índice de 5% de desempregados, os índices reais – se forem apurados com precisão e isenções corporativas ou partidárias – apontarão, com certeza, não os 5% anunciados, mas 9% ou até mais. Dos 62 milhões de brasileiros que são “assistidos” pelos programas assistencialistas do governo, 50% não trabalham e não querem jamais trabalhar.

Os fatos são discriminadores. O modelo de crescimento dos jovens do PT, que foi baseado em estímulos ao consumo e aumentos de salários muito acima da produtividade do trabalho, esgotou-se. Para poder crescer é preciso urgentemente convocar a classe empresarial para investir, mas, na atual conjuntura econômica, alguns industriais já dizem que investir no Brasil da atualidade é aventura para doidos. Retirar o Estado da economia e parar com os intervencionismos que estão levando o Brasil a descer ladeira abaixo e ao desânimo que está realmente acontecendo na classe produtiva não consta da cartilha dos petistas e da atual presidente brasileira.

Todos os investidores brasileiros e do exterior estão esperando o que vai acontecer depois das eleições. Na eleição de Lula, propagou-se que a esperança deveria vencer o medo. Nos tempos atuais, os investidores estão vendo se a esperança ainda existe. O finado ex-candidato a presidente da República e ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, em sua última entrevista na televisão disse que “não devemos desistir do Brasil”. Com sua prematura morte é preciso que os brasileiros também adotem o que ele falou.

Terminadas as eleições, os brasileiros deverão começar também a combater as principais doenças que assolam o Brasil de hoje, como disse Eduardo Campos. Entre outras, podemos citar as seguintes: as distorções trabalhistas que estão colaborando para o desemprego, a alta tributação sobre o produto nacional, que alcança 40% do PIB, a má gestão ou a ganância que faz o governo federal gastar mal e em excesso, diminuir o número de ministérios, que só servem para proporcionar empregos a companheiros de campanha, fazer as privatizações de portos, estradas, ferrovias, hidrovias, aeroportos, etc. Se nada disso for feito, será muito difícil o Brasil voltar a crescer e se desenvolver. A grande maioria dos economistas brasileiros e estrangeiros fala justamente isso.

O governo atual do Brasil tomou decisões erradas: arruinou a Petrobras com controles de preços dos derivados e má gestão que fizeram essa estatal ser a petroleira mais endividada do mundo e também o sistema elétrico, cujas tarifas serão aumentadas depois das eleições ou em 2015 em torno de 22% a 25%. Quem pagará a conta será a população como um todo, porque os preços da gasolina e da energia fazem parte dos custos de quase todos os produtos consumidos pela população.

COLUNA DO JAECI » Dez fracassados e 12 incógnitas‏

COLUNA DO JAECI » Dez fracassados e 12 incógnitas
À exceção de Neymar, que tem DNA de craque, não chamaria nenhum remanescente da Copa. Formaria novo grupo, que não passou pelo dissabor de tomar de sete da Alemanha


Jaeci Carvalho
Estado de Minas: 20/08/2014



Dunga convocou ontem os 22 jogadores para os amistosos nos Estados Unidos: em 5 de setembro, contra a Colômbia, em Miami, e quatro dias depois, contra o Equador, em Nova Jersey. Dez fracassados da Copa do Mundo fazem parte da lista. As novidades, como já se esperava, são os cruzeirenses Éverton Ribeiro e Ricardo Goulart, o atleticano Diego Tardelli, os corintianos Gil e Elias e Philippe Coutinho, do Liverpool, que arrebentou com a bola na temporada passada. Claro que o técnico precisava partir de uma base do Mundial e optou por alguns jogadores, entre eles, o fraco goleiro Jefferson, preterindo Fábio e Victor, o péssimo Maicon, os sofríveis David Luiz e Fernandinho e o absurdo que atende pelo nome de Hulk.

Já vi esse filme antes, e o mocinho morre no fim. Eu seria radical. À exceção de Neymar, que tem DNA de craque, não chamaria nenhum remanescente da Copa. Formaria novo grupo, com ideias modernas, que não passou pelo dissabor de tomar de sete da Alemanha. Isso está no currículo de 10 convocados ontem, e ninguém vai apagar.

Pensando com a cabeça de Dunga, porém, ele quer dar mais uma chance a esses fracassados, como Parreira fez com o próprio ex-volante em 1994, depois de ter sido execrado em 1990. Fico feliz pela convocação dos dois melhores jogadores em atividade no país, Ricardo Goulart e Éverton Ribeiro, e por Diego Tardelli. Foi Dunga quem lhe deu a primeira chance e volta a chamá-lo, num momento em que realmente está merecendo. No mais, é torcer para que tudo caminhe bem. Philippe Coutinho terá sua primeira grande chance de ser o principal armador da Seleção. Acho-o infinitamente superior a Oscar. É apenas o começo, muitas convocações virão.

Gostei de ver Miranda e Elias na lista, mas discordo de Gil. Talvez para não levar mais de dois jogadores do Cruzeiro, Dedé não tenha sido convocado. Ficaremos de olho em cada movimento de Dunga e sua Seleção. Afinal, as Eliminatórias serão prioridade. Para quem já levou de sete da Alemanha, só falta mesmo chegar em quinto lugar na qualificação e disputar na repescagem a vaga para 2018. Em se tratando de futebol brasileiro, não duvido de mais nada.


Velhos e bons tempos
Hoje, no Maracanã, temos um dos maiores clássicos do futebol brasileiro: Flamengo x Atlético. Não posso falar dele sem ser nostálgico. Vivi a melhor época das duas equipes, quando eram base da Seleção. Se jogassem 10 vezes, cada um venceria quatro e haveria dois empates. Zico, Adílio, Júnior, Andrade e Raul de um lado; João Leite, Luisinho, Reinaldo, Cerezo e Éder do outro. Craques que nos encantaram. O Maraca recebia 160 mil torcedores. O Mineirão, 120 mil. Hoje, porém, a realidade é outra, faltam craques. Há bons jogadores no Galo, como Tardelli, e péssimos no Fla, um time combalido, brigando por uma bola, cuja perspectiva é fugir da zona da degola.

O Atlético tem mais grupo, time e estrutura. Se não der zebra, ganha. Não é candidato ao título brasileiro, não se reforçou para isso e ainda perdeu o maior ídolo, Ronaldinho Gaúcho. Ele não acertou com nenhum clube, prova de que só saiu mesmo por causa do técnico Levir Culpi, que insistiu em barrá-lo ou substituí-lo nos jogos. Os postulantes à taça são o Cruzeiro, favorito disparado, Internacional e Fluminense. Esqueçam o Corinthians, que também não vai chegar. Pena que o Galo tenha aberto mão da conquista do título que levantou há 43 anos. Ao montar time apenas razoável, vai apostar na Copa do Brasil, competição que já premiou equipes como Santo André, Criciúma e Paulista. Espero que o alvinegro repense sua história grandiosa e se reforce para a próxima temporada, ou então cuide melhor da base, que produziu os craques acima citados.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

TeVê

TV paga

Estado de Minas: 19/08/2014



 (Fox Life/Divulgação)

Noite de estreias


A organizadora de casamentos Sandy Malone realiza o sonho de muitos casais levando a cerimônia para Vieques, uma paradisíaca ilha do Caribe. Assim é A ilha do casamento (foto), que estreia hoje, às 22h30, no canal Fox Life. No Discovery, às 23h10, estreia O caçador de pedras preciosas, em que o norte-americano Don Kogen monta expedições em busca de tesouros encravados na terra em locais praticamente inacessíveis na Tailândia, Turquia, Índia, Tanzânia e até no Brasil.

Boas alternativas em  pequenos formatos


Fundadora da Cisne Negro Cia. de Dança, a bailarina, coreógrafa e professora Hulda Bittencourt é a personagem de hoje da série Figuras da dança, às 21h, no canal Curta!. A mesma emissora exibe, às 22h45, a primeira parte de O arquiteto do século, sobre a vida e a obra de Oscar Niemeyer. Por falar em curta, o SescTV emenda dois filmes em sua sessão Curtadoc, às 21h: O que Bererico vai pensar?, de Diego Scarparo, e Abrasivo, de Lucas Gervilla.

Thiaguinho volta de  férias no Multishow


Ainda no SescTV, a série Movimento violão abre espaço hoje, às 20h, para o Duo Siqueira Lima e Orquestra Metropolitana, em concerto em homenagem ao compositor Sérgio Assad. No Multishow, às 20h30, Thiaguinho reassume o comando do programa Música boa ao vivo depois de três semanas de férias, recebendo Arlindo Cruz, Aviões do Forró e Molejo. E na MTV, às 21h30, vai ao ar um especial sobre os Video Music Awards 2014, que serão entregues no fim de semana. Já a HBO exibe o documentário A um passo do estrelato, com David Bowie, Ray Charles e Sheryl Crow, às 22h.

Off lembrou que hoje  é o Dia da Fotografia


O canal Off preparou para hoje, às 23h, um especial para marcar o Dia Mundial da Fotografia. No inédito The cinematographer project, 13 documentaristas produziram seu próprio curta sobre o mundo do skate em formas de takes fotográficos. Em seguida, à 0h10, o canal apresenta pela primeira vez Surfing lights, que mostra o fotógrafo esportista Marcelo Maragni clicando os surfistas Pedro Scooby e Adriano Souza Mineirinho em praias do Brasil e dos Emirados Arábes, com fontes de LED instaladas nas pranchas para produzir efeitos durante as manobras.

Cinema nacional em  alta na programação

O cinema brasileiro é destaque na programação nos canais Film&Arts (Quase dois irmãos, às 19h), Telecine Touch (Corda bamba – História de uma menina equilibrista, às 20h25), Telecine Fun (Qualquer gato vira-lata, às 22h), Telecine Pipoca (Hoje eu quero voltar sozinho, também às 22h) e Cine Brasil (Tapete vermelho, às 22h30). Melhor faz o Canal Brasil, que estreia a comédia Minutos atrás, com Vladimir Brichta e Otávio Müller, às 22h. No mesmo horário, o assinante tem mais cinco opções: Sequestro no espaço, no Max HD; Marcado, no Max Prime; Chumbo grosso, no Studio Universal; O procurado, no MGM; e A casa amaldiçoada, no TCM. Outras atrações da programação: A hora do rush 3, às 21h, no FX; Beijos que matam, às 22h10, no Glitz; X Men-Primeira classe, às 22h30, na Fox; e Morte no funeral, às 22h35, no Megapix.


ARAS & BOCAS » A vez da telinha
Simone Castro



Mônica Martelli estreia em setembro, no GNT, série sobre texto famoso assinado e interpretado por ela (Lívia Campos/Divulgação-29/8/11)
Mônica Martelli estreia em setembro, no GNT, série sobre texto famoso assinado e interpretado por ela
Os homens são de marte e é pra lá que eu vou, que já foi peça de teatro e filme, agora será transformado em série de TV. A partir de 25 de setembro, a atração estreia no GNT (TV paga) com 13 episódios, cada um com 30 minutos. A protagonista é a atriz Mônica Martelli, que interpreta Fernanda, uma organizadora de eventos que passa pelas maiores desventuras em busca de um grande amor. O texto é assinado por Mônica Martelli, que também já viveu a personagem no palco e na telona. Agora na TV paga, a produção terá direção geral de Susana Garcia, e conta com outros atores de peso, como Carmo Dalla Vecchia, Herson Capri, Luís Salém e Júlia Rabello.

NOVAS REVELAÇÕES NO
CASO DO GOLEIRO BRUNO


No TV verdade desta terça-feira, às 13h50, na Alterosa, a testemunha que foi decisiva para a Justiça condenar os envolvidos no Caso Bruno faz revelações chocantes sobre a morte de Eliza Samúdio. Com exclusividade para a TV Alterosa, ele afirma que ouviu dentro da prisão detalhes deste caso e resolveu contar tudo.

SÍLVIO SANTOS CONTINUA
ABSOLUTO NA LIDERANÇA


O SBT festeja hoje 33 anos de história e com a data inaugura um novo ciclo e a campanha ‘‘Quem compartilha felicidade, multiplica’’ ressaltando a parceria com a família brasileira. Outro motivo de comemoração são os índices de audiência, pois o mês de julho marcou a retomada da vice-liderança da emissora nas mais importantes faixas horárias do Painel Nacional de Televisão, a partir de dados fornecidos pelo Ibope, segundo a assessoria de comunicação do SBT. E quem tem muito para comemorar especialmente no quesito audiência é Sílvio Santos, apresentador e dono da emissora. Anteontem, o Programa Sílvio Santos venceu, mais uma vez, a série 24 horas (Globo), com 54% a mais de audiência, a maior desde a estreia. Na disputa das 23h23 à 0h02, Sílvio marcou 14 pontos, contra nove da série, que vai ao ar depois do Fantástico.

FRED PAIVA EMPLACA MAIS
UM ANO DE O INFILTRADO


A série O infiltrado, protagonizada pelo jornalista Fred Melo Paiva, colunista de esporte do jornal Estado de Minas, tem nova temporada garantida, com estreia a partir de 30 de setembro, no History (TV paga). Fred continua a enfrentar situações inusitadas, abandonando a zona de conforto para viver novas emoções.

TITIA VILÃ FAZ FOFOCA DA
SOBRINHA COM NAMORADO


Em Império (Globo), Cristina (Leandra Leal) ainda não sabe com quem está lidando dentro da própria casa. A venenosa titia Cora (Drica Moraes) vai comentar com Fernando (Erom Cordeiro), noivo de Cristina, que o romance deles pode acabar a qualquer momento. E entrega que o rival do advogado é o chef Vicente (Rafael Cardoso). O rapaz vai procurar Vicente no restaurante de Enrico (Joaquim Lopes) e ameaçará partir para a briga. A cena está prevista para ir ao ar no dia 28.

VENCEDORES TÉCNICOS

Já foram anunciados os vencedores do Creative Arts Emmy Awards, os prêmios técnicos do Emmy. O humorístico Saturday night live levou cinco troféus, seguido das séries Cosmos, Game of thrones, Sherlock e True detective, cada uma com quatro Emmys. Ficaram com três prêmios Orange is the new black e Os Simpsons. A cerimônia do Emmy, edição 2014, está marcada para dia 25 próximo em Los Angeles (EUA). Ao vivo, poderá ser acompanhada no Brasil pelo canal pago Warner.

VIVA
Daniel Zukerman deu um show no Pânico, da Band, com sua entrevista “nas alturas” com Mano Brown. Sempre desconfiado, o rapper falou sério, mas se divertiu.

VAIA
Pânico na Band aborda a atriz Laura Cardoso com pergunta boba e indiscreta, leva um fora e ainda faz piada da cena. Bastante deprimente.