quinta-feira, 1 de agosto de 2013

José Simãol

folha de são paulo
Ueba! Dilma tá um PACderme!
O Alckmin, num ataque de humildade, só vai andar de metrô superfaturado. E pagar pedágio pra todo mundo!
Buemba! Buemba! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República! Volta, papa Francisco: "Maradona chuta fotógrafo como se estivesse batendo falta". Eu acho que o papa tem que dar uma volta pela Argentina.
E o novo partido político: Partido dos Humildes do Brasil, o PHB! O H de humilde pode trocar por H de hipócrita! Pra dar credibilidade na legenda. Presidente do PHB: Cabral. Vice-presidente: Alckmin! Os neo humildes! Rarará!
E a manchete do Piauí Herald: "Agora humilde, Cabral vai trabalhar de van". E vai se mudar pruma quitinete em Vila Mussum, Mesquita. E convidar os manifestantes da porta da casa dele pra um churrasco na laje.
E a manchete do Sensacionalista: "Cabral vai fazer voto de pobreza num mosteiro e trocar todos os carros importados por um da Fiat". E os helicópteros por uma asa delta! Rarará! E a charge do S. Salvador com a professora na sala de aula: "Joãozinho, o que o Cabral descobriu?". "A HUMILDADE!". Rarará! E um leitor mineiro gritou: Aqui em BH não, o Marcio Lacerda continua arrogante!".
E uma leitora: "Pede pro papa vir pra Roraima, o governador não entendeu a mensagem!".
E o cúmulo da humildade: "Eu me orgulho em ser humilde!". Rarará!
E ontem foi Dia do Orgasmo! Uma amiga comemorou o Dia do Orgasmo tendo orgasmos múltiplos com eco. Pro prédio inteiro ouvir!
E o orgasmo da desinformada: "Ai, meu Deus! O que é iiiiiisso! O que é iiisssso?!"
E o orgasmo da mulher casada há dez anos: "Xiiii, a empregada esqueceu de limpar o lustre". Rarará!
E duas notícias lindas: "Governo libera R$ 2 bi para conter motim de aliados no Congresso". E mais essa: "Reportagem flagra médicos que batem ponto sem trabalhar em hospital público estadual".
E o Alckmin, num ataque de humildade, só vai andar de metrô superfaturado. E pagar pedágio pra todo mundo. "A primeira rodada de pedágio é minha". Rarará!
É mole? É mole, mas sobe!
E a Dilma? A Dilma tá tão gorduchinha que tá parecendo um PACderme! Rarará! O PAC perdeu o Pic e fez Poc, diz o professor da PUC.
PAC é o barulho quando o meu saco estoura. PAC! É o saco do brasileiro estourando. Rarará.
Nóis sofre, mas nóis goza!
Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno!

    Monica Bergamo

    folha de são paulo

    Estrangeiros da USP são, em maioria, homens entre 18 e 24 anos, aponta pesquisa


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    Os alunos estrangeiros matriculados na USP são, na maioria, jovens entre 18 e 24 anos (73%) e do sexo masculino (59%), em cursos de graduação, pós e doutorado. Pesquisa da SPTuris que será divulgada nesta quinta-feira (1º) mostra que eles vêm principalmente da Europa e da América Latina. Os principais países de origem são França (15%), Colômbia (13%), Peru (10%), Alemanha e Itália (9% cada um).
    BRASIL COM Z
    O estudo, feito em 45 unidades da universidade, revela que os alunos gastam R$ 1.188 por mês, em média. Os cursos mais procurados são nas áreas de ciências humanas (36%) e engenharia (28%). Com o levantamento, a SPTuris pretende trabalhar para incentivar o segmento do turismo de estudos. A USP recebeu 2.320 estrangeiros no ano passado.
    CARTEIRADA FASHION
    O caso da blogueira de moda que tentou furar fila no Club Yacht, em SP, e virou motivo de piada na internet terminou com pedido de desculpas das duas partes. "Sei que não devo esperar qualquer tipo de privilégio só por ter um blog. Errei e já me arrependi", diz Giovanna Ferrarezi, 20. "Apenas me alterei com a postura hostil da hostess [recepcionista]."
    CARTEIRADA 2
    Facundo Guerra, sócio da boate, diz que "foi o encontro de dois pequenos poderes: o da hostess e o da pretensiosa blogueira" e "ambas estão erradas". No Facebook, Giovanna escreveu --e depois apagou-- mensagem contando que ficou triste por ver "o quão hostis as pessoas são quando têm algum tipo de poderzinho nas mãos".
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    O ingresso na sexta, dia da confusão, era R$ 60 para mulher. A blogueira quis "dar uma olhada na festa" antes de pagar. Com o bate-boca, não conseguiu entrar.
    IDEIAS
    Após São Paulo e Porto Alegre, as conferências Fronteiras do Pensamento chegam a Salvador e Florianópolis. A capital baiana receberá a liberiana Leymah Gbowee, Prêmio Nobel da Paz, em setembro. Enrique Peñalosa, urbanista e ex-prefeito de Bogotá, fará palestra para os catarinenses, em outubro.
    ALINHADO À MISSÃO
    Ênio César /Divulgação
    Depois de dois EPs, o rapper Emicida lançará no dia 21 de agosto seu primeiro álbum de estúdio, intitulado "O Glorioso Retorno de Quem Nunca Esteve Aqui".
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    Em algumas faixas do álbum, produzido por Felipe Vassão, o músico conta com as parcerias de Wilson das Neves, Pitty e Tulipa Ruiz.
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    Para as fotos que ilustram o encarte, ele voltou a Cachoeira, bairro da zona norte de São Paulo onde cresceu. No ensaio, o rapper usou um look assinado por João Pimenta.
    BOLÃO
    Neymar vai aparecer em painel gigante da Times Square, em Nova York, nesta quinta (1º), numa campanha contra o câncer de mama, parceria da agência VML, da PR Newswire e do Instituto Arte de Viver Bem (IAVB). A ação ressalta a importância da visita regular ao médico e da mamografia na prevenção da doença.
    VETERANO
    Frejat apresentará no Rock in Rio a música inédita "O Amor É Quente". A composição, em parceria com Maurício Barros e Fausto Fawcett, entra hoje no iTunes.
    OBSERVAÇÃO
    O ex-ministro Luiz Gushiken está internado na UTI do hospital Nove de Julho, em São Paulo. A família não autoriza divulgação de dados sobre o estado do paciente.
    PÉ DE MOÇA
    A designer de calçados Paula Ferber recebeu convidados na inauguração de sua loja, na terça-feira (30), no shopping Iguatemi. A atriz Laura Neiva, a produtora de eventos Dayse Gasparian, a empresária Adriana Collino e a apresentadora de TV Didi Wagner estiveram lá.

    Laura Neiva e Didi Wagner vão a inauguração de loja de sapatos

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    Zanone Fraissat/Folhapress
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    A atriz Laura Neiva foi à inauguração da loja de sapatos de Paula Ferber no shopping Iguatemi, na terça (30)
    ESPUMA
    O primeiro bar fora da Europa da Brewdog, cervejaria artesanal escocesa, será aberto em São Paulo, no bairro de Pinheiros. Os empresários Paulo Bitelman e Gilberto Tarantino se associaram aos criadores da marca, James Watt e Martin Dickie. O investimento é de R$ 1 milhão e a inauguração está prevista para novembro.
    FILHO DE PEIXE
    Adriane Galisteu criou um perfil no Instagram para o filho Vittorio, que faz 3 anos no domingo. A própria apresentadora posta as fotos e faz os comentários. "Tô aqui na festa do Gabriel com minha mãe", escreveu ela sobre o aniversário do herdeiro de Astrid Fontenelle. O garoto já tem mais de 6.000 seguidores na rede social.
    ACABOU EM PIZZA
    O promotor de Justiça Roberto Livianu, presidente do Movimento do Ministério Público Democrático, foi homenageado por colegas e autoridades na pizzaria Babbo Giovanni, em Perdizes. O corregedor-geral do Estado, Gustavo Ungaro, participou do jantar.

    Roberto Livianu recebe homenagem de colegas

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    Zanone Fraissat/Folhapress
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    O promotor de Justiça Roberto Livianu foi homenageado por colegas e autoridades na pizzaria Babbo Giovanni, em Perdizes
    CURTO-CIRCUITO
    O governo de SP, que aumentou em 50% desde 2011 o investimento no Circuito Cultural Paulista, destina R$ 6 milhões neste ano à circulação de espetáculos.
    A dançarina Greice Arthuso apresenta nesta quinta (1º) o espetáculo "Tronco no Véu", às 20h30, no teatro Sérgio Cardoso. 16 anos.
    A Câmara Municipal de SP recebe nesta quinta-feira (1º) parlamentares latino-americanos em debate sobre o Legislativo.
    O 1º Festival da Música Corinthiana será lançado nesta quinta no parque São Jorge.
    Julian Bedel, sócio da perfumaria Fueguia1833, faz palestra na Livraria da Vila do JK Iguatemi, às 18h30.
    O Festival Jazz na Fábrica começa nesta quinta (1º), às 21h. Na choperia e no teatro do Sesc Pompeia. 18 anos.
    Mônica Bergamo
    Mônica Bergamo, jornalista, assina coluna diária publicada na página 2 da versão impressa de "Ilustrada". Traz informações sobre diversas áreas, entre elas, política, moda e coluna social. Está na Folha desde abril de 1999.

    Hedonistas? - Contardo Calligaris

    folha de são paulo
    Hedonistas?
    De onde vem a ideia dominante, de que a renúncia ao prazer sempre ganha pontos?
    O papa Francisco, quando era o cardeal Jorge Bergoglio, de Buenos Aires, conversava de religião com o amigo rabino Abraham Skorka. Os diálogos estão agora num livro, que, no Brasil, acaba de sair, "Sobre o Céu e a Terra" (editora Paralela).
    Os dois religiosos tratam de matérias escabrosas --as quais não são apenas contracepção, células-tronco, divórcio, aborto e casamento gay, mas também as questões que desafiam a fé de qualquer um: por que a presença do mal no mundo? Deus é apenas uma resposta fantasiosa a nosso mal-estar psíquico? A religião foi inventada para servir de ópio dos povos?
    Como ambos são decididos a parecerem simpáticos e razoáveis, o texto é agradável e um pouco previsível. Não que eu esperasse grandes viradas teológicas: de qualquer forma, um livro para o grande público não seria o lugar para isso. Mas esperava mais ousadia no pensamento.
    Alguém dirá que ousadia não é coisa para papa --citação de Francisco na orelha do próprio livro: "A verdade religiosa não muda, mas se desenvolve e vai crescendo".
    Sinto muito, a igreja tem uma história (muitas vezes sangrenta) de mudanças. Só para dar uma ideia, nos 2.000 anos desde que os apóstolos se reuniram em Jerusalém:
    -- Faz só 1.700 anos que acreditamos que o Pai e o Filho teriam a mesma natureza;
    -- Faz menos de 1.600 que acreditamos na maternidade divina de Maria, e por volta de 1.400 que acreditamos na perpétua virgindade da mesma;
    -- Faz apenas um pouco mais de 800 anos que o celibato se tornou obrigatório para o clero, e menos ainda que confissão e comunhão se tornaram obrigatórias uma vez por ano, na Páscoa;
    -- Faz por volta de 600 anos que a gente inventou o Purgatório;
    -- E é só desde 1870 que o papa é dogmaticamente infalível.
    À vista dessa história de reviravoltas, em que cada um pode se tornar herético (o que, hoje, no máximo, vale uma excomunhão sem grande interesse, mas, no passado, acarretou consequências fatais para muitos), ninguém sabe as surpresas que nos reserva a igreja de amanhã.
    Quanto a mim, espero há tempos a reabilitação dos cátaros, que são minha seita preferida (exterminada no século 12). Eles tinham a melhor solução teológica ao problema do mal na Terra e da estupidez dos homens: basta pensar que o mundo seja criação do diabo, e não de Deus.
    Enfim, entre os muitos assuntos ao redor dos quais papa Francisco e o rabino Skorka concordam, um capturou minha atenção. Francisco diz "nesta civilização consumista, hedonista, narcisista...", e o rabino Skorka, "...em uma concepção hedonista da vida, egocêntrica, ególatra".
    Embora o papa e o rabino não desprezem todos os prazeres terrenos (isso significaria desprezar a criação --pecado gravíssimo), ambos parecem convergir com um clichê dos críticos culturais contemporâneos, considerando que "hedonismo" é palavrão: a procura do prazer como bem único ou supremo parece ser o que eles menos gostam na nossa época. No Rio, aliás, Francisco mencionou o prazer entre os "ídolos" que nossa época colocaria no lugar de Deus. Algumas notas.
    1) A correlação entre hedonismo e egoísmo é, no mínimo, problemática. Exemplo. Quem é mais egoísta? Alguém que se priva de toucinho na sexta-feira para ganhar o Paraíso? Ou alguém que transa quanto mais puder, sempre achando que o que ele mais gosta é ver sua parceira ou seu parceiro gozar?
    2) Uma cultura que, de maneira quase unânime, não para de lamentar seu "hedonismo", só pode ser radicalmente anti-hedonista, ou seja, oposta ao prazer como bem. É fácil constatar que inclusive os que acreditam na existência de uma alma imortal sentem a finitude da vida; agora, é espantoso que, mesmo assim, o prazer continue tendo, para nós, uma conotação moral negativa. E a renúncia ao prazer (seja ela para satisfazer a Deus ou ao médico higienista), uma conotação moral positiva.
    3) Nos três grandes monoteísmos, o prazer é facilmente culpado ("não se cansem de pedir perdão", encorajou papa Francisco). Alguém dirá que isso acontece sobretudo no cristianismo porque Deus se manifestou pelo sofrimento e não pelo prazer de seu filho. Essa é uma visão teológica à qual não sei contribuir. Mas a questão cultural correspondente é: o que fez o sucesso de uma religião que se fundou na ideia da paixão necessária do filho de Deus e, por consequência, na ideia de que o sofrimento e a renúncia ao prazer, de alguma forma, ganham pontos?
    4) Só para lembrar: não era assim entre os pagãos, nem entre os libertinos dos séculos 16, 17 e 18.

    Janio de Freitas

    folha de são paulo

    No melhor começo

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    A decisão da Marinha de extinguir o seu expediente das sextas-feiras, cancelada pelo Ministério da Defesa logo que divulgada, não era ruim. A Defesa precipitou-se ao considerar a extinção precipitada, como resposta da Marinha ao corte determinado pela Presidência nas despesas não indispensáveis do governo.
    A sexta-feira é um dos dias em que a Marinha representa despesas dessas. Logo, a extinção do expediente contribuiria para os 8% de corte orçamentário cobrado da Defesa. E só. O Exército agracia o seu pessoal com o meio expediente às sextas-feiras, o que não teve maior consequência, nem poderia, do que o privilégio.
    Foi já em plena redemocratização, aliás, que o Exército modificou sua velha tradição de só ter expediente em quatro dias da semana, com a quarta-feira enforcada por alegado meio expediente. E todo general dizia, seguido pelos comandados, que o Brasil não se desenvolvia porque o povo não trabalhava. Frase muito repetida ainda no governo Sarney, pelo então ministro-general Pires Gonçalves. Mas não às quartas-feiras.
    A zanga da Marinha é injusta por mais do que pelo corte. Nele não foi incluída a base gigantesca que a Marinha faz em Itaguaí, município vizinho do Rio, da qual é dito que custará R$ 7,8 bilhões, mas a dúvida é de quantos bilhões se somarão a essa fortuna. É aquele negócio em que o então ministro Nelson Jobim, da Defesa, trouxe a empreiteira Odebrecht incluída no contrato com os franceses fornecedores do submarino atômico. Uma nova modalidade de carta marcada em favor de uma empreiteira. Com a obscuridade dos contratos em geral e o favorecimento da empreiteira avalizados por Lula.
    Mas a extinção do expediente na sexta-feira, na Marinha ou no Exército, oferece contribuição importante. Começa por poder incidir em qualquer dia, tanto que era na quarta e passou para a sexta-feira. Não faz diferença mesmo. Pela razão simples e forte de que as Forças Armadas brasileiras estão empapadas de uma desatualização conceitual que as mantém ainda em doutrinas da Segunda Guerra, encerrada há mais de 60 anos.
    Se as Forças Armadas estivessem preparadas para alguma coisa, seria para um confronto na América do Sul. Onde não há perspectiva de confronto bélico a desafiar o Brasil. A pensar-se no pré-sal, na Amazônia ou em outras possíveis causas de ambições de países poderosos, as pretensões brasileiras de investimento militar são voltados para trás -exceto o submarino atômico.
    As doutrinas militares atuais estão na era da informática, dos foguetes e dos mísseis, dos raios, dos satélites, do diabólico invisível. E as pretensões brasileiras, onde se depositam? Por exemplo, em R$ 36 bilhões para comprar aviões de caça, em vez de investir em pesquisa, em atração e formação de cientistas e técnicos de olhar dividido entre a atualidade e o futuro. O mesmo se deve dizer, em outro exemplo, do custo da constante manutenção do caquético porta-aviões, tão alta que a Marinha francesa a considerou insustentável.
    O Brasil já gastou fortunas em caças franceses e americanos -para nada. Mas os americanos têm caças. Sim, têm. São taticamente úteis em suas intervenções no mundo dos outros. E, já dizia o velho general Eisenhower ao deixar o governo, para o poder político servir aos "lobbies" do que batizou de "complexo industrial-militar".
    As Forças Armadas custam erradamente caro ao Brasil. Mas avançaram em um sentido atualizadamente certo: seus quartéis e suas bases deixaram de ser clubes de conspiração antidemocrática. Pode ser o começo ideal.
    Daniel Marenco/Folhapress
    Janio de Freitas, colunista e membro do Conselho Editorial da Folha, é um dos mais importantes jornalistas brasileiros. Analisa com perspicácia e ousadia as questões políticas e econômicas. Escreve na versão impressa do caderno "Poder" aos domingos, terças e quintas-feiras.