sábado, 28 de junho de 2014

Eduardo Almeida Reis - FRASES‏

Assusta-me o clima de ódio que vejo por aí e me pergunto se a televisão tem contribuído para isso

Eduardo Almeida Reis
Estado de Minas: 28/06/2014







*Eu sempre escuto os prefeitos. Por que é que eu escuto os prefeitos? Porque é lá que está a população do país, ninguém mora na União, ninguém mora... ‘Onde você mora?’. ‘Ah, eu moro no Federal’. *A única área que eu acho que vai exigir muita atenção nossa, e aí eu já aventei a hipótese de até criar um ministério, é a área de... A área... Eu diria assim, como uma espécie de analogia com o que acontece na área agrícola. *A mulher abre o negócio, tem seus filhos, cria os filhos e se sustenta, tudo isso abrindo o negócio. *A Zona Franca de Manaus, ela está numa região. Ela é o centro dela porque ela é a capital da Amazônia. *Vamos dar prioridade a segregar a via de transporte. Segregar via de transportes significa o seguinte: ou você faz metrô, porque o metrô... porque o metrô, segregar é o seguinte, não pode ninguém cruzar rua, ninguém pode cruzar a rua, não pode ter sinal de trânsito, é essa a ideia do metrô. Ele vai por baixo, ou ele vai pela superfície, que é o VLT, que é um veículo leve sobre trilho. Ele vai por cima, ele para de estação em estação, não tem sinal de trânsito, essa é a ideia do sistema de trilho.

*Tudo que as pessoas que estão pleiteando a Presidência da República querem é ser presidente. *Eu vi. Você veja... Eu já vi, parei de ver. Voltei a ver e acho que o Neymar e o Ganso têm essa capacidade de fazer a gente olhar. *Eu também vou falar... eu vou falar pouco. Vou explicar por quê: todo mundo, antes de mim, disse que ia falar pouco, não é? E aí tinha uma senhora ali, na frente, que falou o que todos nós estamos sentindo. Ela disse assim: ‘Eu estou com fome’. E eu vou levar em consideração ela, que falou uma coisa que todo mundo está pensando, mas não está falando. *A autossuficiência do Brasil sempre foi insuficiente. *Em Portugal, o desemprego beira 20%. Ou seja, um em cada cinco portugueses estão desempregados. *Primeiro, eu queria te dizer que eu tenho muito respeito pelo ET de Varginha. E eu sei que aqui, quem não viu conhece alguém que viu, ou tem alguém na família que viu, mas de qualquer jeito eu começo dizendo que esse respeito pelo ET de Varginha está garantido.

*Em Vidas secas está retratado todo o problema da miséria, da pobreza, da saída das pessoas do Nordeste para o Brasil. *O meio ambiente é sem dúvida nenhuma uma ameaça ao desenvolvimento sustentável. *Eu quero, então, voltar aonde eu comecei. Eu vou falar agora que aqui tem 37 municípios. Eu vou ler os nomes dos municípios, porque eu acho importante que cada um de vocês possa se identificar aqui dentro e, por isso... Eu ia ler os nomes, não vou mais. Por que não vou mais? Eu não estou achando os nomes. Logo, não posso lê-los. *Se hoje é o dia das crianças, ontem eu disse que criança... o dia da criança é o dia da mãe, do pai e das professoras, mas também é o dia dos animais, sempre que você olha uma criança, há sempre uma figura oculta, que é um cachorro atrás.
Ódio

Nem só de frases de uma “gênia”, como essas que você acaba de ler, vivem os brasileiros. Assusta-me o clima de ódio que vejo por aí e me pergunto se a televisão tem contribuído para isso. Não vejo novelas. A última foi O sheik de Agadir, tevê P&B de 14 polegadas, fios ligados à bateria do automóvel e o fazendeiro dormindo diante da telinha. Mesmo sem assistir às novelas, não escapo das chamadas nos intervalos dos telejornais. E o que vi nas chamadas para muitos capítulos de Em Família foi de assustar: os personagens se odeiam. Claro que tiro o som, mas dá para perceber pelos olhares dos atores para as atrizes, e vice-versa, que o clima é de ódio e as falas devem fazer jus ao clima.

O mundo é uma bola

28 de junho de 1360: Maomé VI torna-se o décimo rei nasrida de Granada após assassinar seu cunhado Ismail II. Reinará durante 32 anos depois do louvável homicídio, considerando que os cunhados, mesmo entre os nasridas, nunca foram de confiança.

Muhammad I ibn Nasr foi o primeiro rei da Dinastia Nasrida, entre 1232 e 1273. A última dinastia muçulmana da Península Ibérica só acabou em 1492, quando o sultão Boabdil se rendeu aos Reis Católicos. Tem Nasr de montão entre os nasridas, motivo pelo qual pergunto ao leitor: este menino Felipe Nasr, piloto reserva da equipe Williams de Fórmula 1, seria descendente daqueles muçulmanos?

Em 1762, um golpe de estado retira do poder o czar Pedro III e sobe ao trono sua mulher, a grã-duquesa Catarina, como Catarina II da Rússia. Ficaria conhecida como Catarina, a Grande.

Ruminanças

“Mais urgente e preocupante do que o aquecimento é o enlouquecimento global” (R. Manso Neto).

Zona Mista

ZONA MISTA » Felipão superstar

Kelen Cristina
Estado de Minas: 28/06/2014


 (VANDERLEI ALMEIDA/AFP)

Não bastasse ser uma personalidade no mundo do futebol, o técnico brasileiro Luiz Felipe Scolari é um grande personagem no planeta bola. Suas caras e bocas, as expressões essencialmente gaúchas, as tiradas irônicas que volta e meia solta no meio de uma declaração e o inabalável carisma fazem do treinador uma figura marcante. Às vésperas do decisivo jogo contra o Chile, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, aquele caracterizado sob a pesada alcunha de “matar ou morrer”, Felipão, mais uma vez, foi Felipão.

No último encontro com jornalistas no Mineirão, palco do jogo desta tarde, ele foi bem light. Não perdeu a linha nem quando algum repórter lançou uma pergunta mais polêmica. Sorriu, fez graça. Questionado inúmeras vezes pelos argentinos sobre a comparação Messi-Neymar, escapou pela tangente: “Tenho a minha opinião, mas não tem necessidade de falar agora. Só revelarei daqui a uns 10, 15 anos”. Quando um chileno tentou arrancar dele a tática brasileira, soltou um “Vamos atacar     e defender”.

Felipão mostrou todo o seu lado humano. Admitiu a ansiedade e o nervosismo, derreteu-se em elogios ao adversário (mais tarde, o colega chileno Jorge Sampaoli até foi indagado pela imprensa de seu país se acreditava tratar-se de estratégia do brasileiro) e reconheceu que o fim pode não ser tão feliz como sonha o torcedor.

No ápice da descontração, empurrou para o capitão Thiago Silva a responsabilidade de comentar o imbróglio entre Neymar e uma suposta “ficante”, que pousou nua para uma revista masculina no embalo da Copa – o atacante pediu na Justiça a suspensão da venda da publicação, por citar indevidamente seu nome. “Playboy não é comigo, não. Já estou velho, cara. Playboy é com o Thiago”, disse, arrancando risos da plateia e deixando o capitão visivelmente desconcertado.

Depois de 40 minutos de entrevista, Felipão comprovou toda a sua popularidade. Ao levantar-se da cadeira, foi cercado por jornalistas estrangeiros, e ficou quase cinco minutos a mais na sala do centro de imprensa distribuindo autógrafos e tirando fotos. O técnico da Seleção Brasileira, então, deu lugar ao superstar. E Felipão não perdeu a pose.

 (Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press)

Elogio ao vinho
Mesmo com o Atlético em excursão pela China, o armador Ronaldinho Gaúcho não está alheio à Copa. Pelas redes sociais, ele sempre comenta os jogos e ontem resolveu meter a colher, de forma bem-humorada, no confronto Brasil x Chile. “Amanhã (hoje) é o dia! O time e os vinhos do Chile são bom (sic) demais, mas amanhã é dia de Brasil.” R10 não é o único atleticano que não demonstra ressentimento por ter ficado fora do grupo de Felipão. O zagueiro Réver, que chegou a ser cogitado na lista, mas se machucou e teve de operar o tornozelo esquerdo no início do ano, foi ao hotel (foto) onde a delegação brasileira está hospedada na capital mineira.


Sangue argentino
O técnico da Seleção Chilena, Jorge Sampaoli, recorreu às origens para descrever o sentimento na véspera do confronto decisivo. E a diplomacia passou longe. Ele admitiu motivação especial para enfrentar o Brasil justamente por ser argentino, numa referência à rivalidade histórica entre os dois países no futebol: “Para mim, é um clássico, pois me remete à minha infância. Por ser argentino, sempre gostei dos jogos contra o Brasil”.


Rei do futevôlei
Aos 64 anos, Arsène Wenger entrou mesmo no espírito carioca. Entre um mergulho e outro em Ipanema – flagrado numa sunga azul, até foi comparado pela imprensa inglesa a Daniel Craig, ator da série James Bond –, o técnico do Arsenal tirou fotos ao lado de garotas e desfilou seu talento no futevôlei nas areias da badalada praia. Jogando ao lado do compatriota Karembeu, campeão mundial com a França em 1998, ele mostrou muita habilidade, com direito a ajeitada de bola no peito (foto) e peixinho à la Van Persie. O vídeo com a grande atuação de Wenger correu o mundo ontem. O jornal inglês Daily Mail até apelidou o francês de Rei do Futevôlei. De fazer inveja a Renato Gaúcho e Romário!


BOMBANDO

“Senhor, abençoe o nosso dia e treino! BH bão dimais da conta”
Fred (@fredgol9), atacante da Seleção Brasileira, gastando todo o seu mineirês

“Superamos a batalha na água mesmo sem boias”
Özil (@mesutozil1088), armador alemão sobre o jogo Alemanha x EUA, disputado debaixo de muita chuva na Arena Pernambuco


BONS FLUIDOS
O Mineirão, em BH, e o Castelão, em Fortaleza, já dividem um título na Copa: o de estádios pés-quentes. Todas as arenas receberam quatro confrontos na primeira fase do Mundial, e das oito seleções que atuaram na capital mineira e na cearense, seis carimbaram o passaporte para as oitavas de final. Na lista das sedes que deram sorte às equipes aparecem, na sequência, Itaquerão e Beira-Rio – com cinco times avançando para o mata-mata. Na lanterna está a Arena Amazônia, que teve apenas dois classificados para a próxima fase.

CRÔNICA » Paixão e histeria -Jefferson da Fonseca Coutinho‏

Presença da seleção muda a rotina da região nordeste de BH

Jefferson da Fonseca Coutinho
Estado de Minas: 28/06/2014



Bernard, uma paixão mineira (Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press)
Bernard, uma paixão mineira
 Como é belo o canto da juventude, sem vergonha de gostar. Espremidas nos gradis do hotel de luxo, na Região Nordeste de BH, embarreiradas por batalhão da Polícia Militar, menininhas, às dezenas, entre 10 e 16 anos, entoaram o uivo da paixão ao ver Neymar e Bernard, moleques, arrastarem as chinelas depois de dia de treino em Belo Horizonte. Os marmanjos, tomados da soma das estações, abafaram os gritos. Bem que os mais velhos, sem arredar o pé do cercado, sorriram meninos vendo o Felipão passar. Câmeras nas mãos, fãs e curiosos eternizaram as 16h15, quando o busão galático encostou no passeio.

O corredor de astros do outro lado do paredão da segurança nem pareceu distante para a euforia assombrosa da plateia. Trezentos ou mais, jovens e adultos, homens e mulheres, pararam para ver a Seleção passar. Parreira, velho campeão da bola, sorridente que nunca vi igual, gastou tempo e memória do celular para fotografar e filmar a torcida. Uma lembrança chique para toda a vida, professor. Fred cumprimentou a geral como se estivesse em casa, retribuindo o carinho de quem o conhece bem.

A passarela da Avenida Cristiano Machado, no Bairro Ipiranga, se fez tribuna e camarote para imprensa e torcida. Do alto, ainda que mais distante, teve quem não perdesse minúcias do encontro-relâmpago com as estrelas brasileiras. Brenda, de 13, com mais de seis horas de plantão no endereço, contou mais de 400 fotos do zagueiro David Luiz Moreira Marinho no aparelho celular. Chorou pelo desencontro da hora. O atleta ficou para mais tarde, na portaria principal, em carrão de luxo de marca patrocinadora.

Ídolo no papelão (Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press)
Ídolo no papelão


Grávida, Clara desenhou a bandeira do Brasil no barrigão que guarda a pequena Laura, com oito meses de gestação. No que depender da fé e da paixão da estudante, a menina já vai nascer hexacampeã do mundo. Mc Mister Love roubou a cena na esquina. O funkeiro levou a família para desejar boa sorte para a equipe brasileira. Mesmo sob o sol forte da tarde, não perdeu a alegria e era só carinho com as crianças. Mulheres –  algumas maquiadas e outras tantas descabeladas – gritaram Brasil.

Camila Gonçalves, de 12, arrastou o Neymar de papelão e tamanho natural para baixo e para cima da esquina de tumulto e histeria. “Foi o gerente do supermercado quem me deu. Ele ficou sabendo que gosto muito do Neymar e conseguiu um pra mim”, sorri. Teve assim de gente que quis fazer foto de rosto colado com a imagem do craque de papel. A mulher bonita disse que veio de Guarapari, no Espírito Santo, só para ver de perto o Neymar. Não viu. “Este serve”, diverte-se. Contentou-se com o mimo da Camila.

À espera de uma hexacampeâ (Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press)
À espera de uma hexacampeâ
Vuvuzelas e trombetas não deram trégua à chegada do busão galático. “Aqui tem mais polícia que torcedor”, disse o Eduardo, com a camisa do Galo. “Nem sabia que na PM tinha mulher tão bonita”, galanteou. A jovem policial, autoridade e gata, não sorriu. Ossos do ofício. O torcedor do Galo, vestido com a camisa do Tardelli, conta que veio mandar um abraço para o Jô, para ele, “o verdadeiro craque da Seleção”. Meninos acrobatas se empoleiram na coluna de aço que suporta a passarela. Disputam o melhor lugar para o espetáculo de minuto.

Da sacadinha entre os coqueiros, a segurança da Fifa coordena o isolamento humano. O homem de gravata faz sinal com a mão para a polícia e confere o espaço aberto como um bom goleiro que ajeita a barreira. Responsabilidade pelo patrimônio brasileiro. É a Copa do Mundo, parceiro! Vai que pula ali uma criança. É gol. Dois moçoilos até que tentaram escalar as paredes para ver o camisa 10 canarinho. A maioria dos bebês de colo nem viu o timão chegar. Apagados no conforto dos ombros de papais e mamães, os pequenos nem se incomodaram com o estardalhaço dos afoitos.

COLUNA DO JAECI » É o Brasil. Vamos apoiá-lo‏

COLUNA DO JAECI » É o Brasil. Vamos apoiá-lo
 "O Mineirão vai estar lindo para receber a Seleção de braços abertos, mas será preciso uma parceria entre time e torcida"

Jaeci Carvalho
Estado de Minas: 28/06/2014

Mineiros, brasileiros, vamos ao Mineirão esta tarde ver a Seleção. Nossa ou do Felipão? Nossa, pela camisa, pelo peso, pela tradição. Do Felipão porque não é do povo, tem alguns jogadores sem condição de vestir a amarelinha. Mas é o Brasil em campo e isso já diz tudo. É sempre bom ver nosso país ganhar numa Copa e fazer a alegria momentânea dos apaixonados pelo esporte bretão. O adversário é velho freguês. Vejo o técnico exaltando o Chile ao extremo. Quer apenas valorizar possível triunfo. É claro que todos, em sã consciência, preferimos os chilenos aos holandeses. Assim, temos 90% de chances de avançar.

O Chile tem boa equipe e no momento está melhor. Treinou mais, está mais entrosado, tem jogadores que desequilibram e é bem treinado por Jorge Sampaoli. Aliás, técnicos argentinos andam em alta: Sabella comandando os hermanos, Sampaoli os chilenos e José Pékerman os colombianos. A turma daqui não consegue inovar. E vem Tite por aí, o mesmo que ajudou a jogar o Atlético para a Segundona.

É bom os jogadores saberem que a torcida mineira é exigente, vai apoiar à medida que corresponderem em campo. Será preciso que Oscar crie jogadas e a bola chegue a Fred, os laterais marquem e apoiem. Defendo a entrada de Maicon, que faz bem as duas funções, enquanto Daniel Alves joga no Barcelona quase como quarto homem de meio-campo. Eficiente na frente, deixa uma avenida atrás. Fernandinho na vaga de Paulinho pode dar a consistência que falta ao meio-campo.

Sampaoli vai pôr um “carrapato” em cima de Neymar, que tem o DNA do craque, mas ainda não é tudo o que dizem. Bem marcado, na própria Seleção ainda não fez um grande jogo contra equipes de ponta. Claro que houve a exceção da Copa das Confederações, competição que serviu mais para resgatar o patriotismo da nossa gente.

O Mineirão vai estar lindo para receber a Seleção de braços abertos, mas será preciso uma parceria entre time e torcida. Sei que Felipão convocou o que tinha de melhor, mas a safra é ruim e ele teve apenas um ano e meio para ajustar a situação. A ausência de um armador mostra o erro de se abrir mão de Ronaldinho Gaúcho e Kaká, experientes campeões mundiais, que poderiam decidir numa jogada. Oscar é novo, tem disposição, mas não apresentou futebol para ser o cérebro do time. Tanto que Fred pouco toca na bola, não adianta crucificá-lo.

Se o Chile entender que não somos mais tão respeitáveis, temo pelo pior. Sabemos que nossos cinco títulos mundiais têm peso extraordinário, mas a condição física, infelizmente, anda superando a técnica, a não ser quando se tem um Messi, um Robben... Temos Neymar, mas não devemos imputar a ele a responsabilidade de ganhar este Mundial, mesmo em casa. Com apenas 22 anos, não é Pelé nem Ronaldo nem Romário, ainda não se firmou no Barcelona e busca espaço na Europa para um dia ser o melhor do mundo. Mas é diferenciado, tem habilidade, categoria e, num dia inspirado, pode decidir.

Não temos muito o que fazer. Essa é a Seleção mais fraca que vi em Mundiais. Mas que o torcedor mineiro dê um voto de confiança à garotada, a apoie desde o início e, quando o bom árbitro Howard Webb apitar o fim dos 90 minutos, ou dos 30 da prorrogação, aí sim questione se algo não der certo. Vale lembrar: mata-mata é especialidade de Felipão.

Que o Brasil faça a sua parte e o torcedor a dele. Que essa corrente seja suficiente para avançarmos e pegarmos Uruguai ou Colômbia nas quartas. Basta jogar um pouquinho de bola para pôr os pés nas semifinais. Aí, a parada será contra França ou Alemanha, mais preparadas e competentes.