segunda-feira, 25 de novembro de 2013

E ASSIM SE PASSARAM 40 ANOS

I Globo 25/11/2013
CL Gente Boa 

Os bastidores da gravação do especial de Roberto Carlos, que desta vez foi ainda mais especial

Tatá Werneck, toda cheia de intimidade e chamando Roberto Carlos de “Roberts”, foi um dos momentos mais engraçados da gravação, anteontem, do especial de final de ano do cantor — desta vez em versão “de gala” pelos 40 anos que o programa completa agora. Vai ao ar dia 25 de dezembro.

“Roberto, eu não sei como vou pagar essa roupa, mas obrigada. Dividi em 10 vezes no cartão de umatia, mas estou muito feliz. Estou de calcinha-short e não respiro há uma semana, mas estou muito honrada”, brincou ela. A plateiaadorou e aplaudiu com vontade.

A entrada dos convidados era por um tapete azul, e não vermelho, como de praxe. Nos bastidores, todos foram aconselhados a evitar pronunciar o nome do lugar da gravação, Cidade das Artes. A sonoridade do “das artes” lembra aquela palavra que Roberto não fala de jeito nenhum. Podia dar algum bode...

Na primeira fila do show, ficaram estrategicamente posicionados os atores do elenco de “Amor à vida”: Mateus Solano, Paola Oliveira, Suzana Vieira etc. Cantavam juntos, riam. Suzana, que certa vez teve suas pernas elogiadas por Roberto, mandava beijos para ele.

Uma das primeiras atrações, Anitta já foi logo quebrando o gelo: “Eu só estou fingindo que não estou nervosa. Agradeço muito não só por mim, mas por toda a galera de dancee funk. E eu também sou romântica viu, Roberto?” Era a deixa para eles dançarem, juntinhos, ao som de “Olha”. Em seguida, emendaram num mashup de “Show das Poderosas” e “Se você pensa”.

Anitta estava realmente nervosa, e o número teve de ser regravado. “Desafinei pelo menos umas cinco vezes, gente”, disse ela, ganhando a simpatia da plateia, que a aplaudiu depois que tudo deu certo.

O show teve também a participação de Lulu Santos, que usava terno azul, meias e cinto vermelhos, e foi logo fazendo uma declaração de amor. “Eu tinha 11 anos quando vi você tocar na Jovem Guarda. Ali eu decidi ser o que eu sou hoje. Te amo”. Lulu ainda puxou coro de “Ei, ei, ei, Roberto é nosso Rei”.

Tiago Abravanel apareceu vestido de Tim Maia para lembrar o início da carreira de Roberto, nos anos 50, quando ele e o síndico montaram a banda The Sputniks. A plateia cantou junto “Não quero dinheiro”, com maior empolgação no refrão “eu só quero amar, só quero amar, só quero amar...”. Depois do show, Tiago — filho de Cintia, a filha “de número um” de Silvio Santos —, recusou lugar  nas primeiras fileiras para ficar ao lado da família, lá no fundão.

O momentinho tenso da noite foi quando, para promover o lançamento do EP “Reimix”, Roberto apresentou algumas de suas canções próprias em batida eletrônica, com a participação de músicos e DJs como Memê, Junior (aquele da Sandy) e MauMau.

“Agora a barra pesa”, brincou RC. E pesou mesmo. Foi preciso repetir duas vezes a gravação para tudo sair como deveria.

De vez em quando, quem aparecia em cena era Marcelo Adnet. “Vocês perceberam que eu tô aqui meio de tapa buraco, né?”, brincou, enquanto ajustes técnicos eram resolvidos, nas três horas de gravação.

Adnet fez seu show solo, numa apresentação de stand up comedy, com imitações e improvisos. “Vocês se assustaram quando ficaram sabendo que era para vir de roupa chique?”, perguntou.

“Vou dar um conselho aos homens: não cruzem as pernas. Todo mundo sabe que por trás de todo terno Armani, há uma meia da Renner”, brincou ele, olhando para Mateus Solano.

No fim da festa, Flávia Alessandra, Zeca Camargo, Serginho Groisman e boa parte dos atores de “Amor à vida” seguiram para um jantar de comemoração no Gero. Roberto, que peninha, não apareceu.


Qual é a música?
Pesquisa sobre o gosto musical do carioca feita com 1.501 moradores da cidade trouxe resultados surpreendentes. Entre os cinco gêneros mais votados, a presença do gospel em terceiro lugar (17,1%), um pouquinho à frente do rock (17%), e do samba (16,4%), foi o que mais chamou a atenção. O estudo, uma parceria da Secretaria municipal de Cultura e da JLeiva Cultura & Esporte, será apresentado hoje, no Imperator.

Aliás e a propósito
O pagode — e aí não há grandes surpresas — é o ritmo que o carioca mais gosta, com 36,5% da preferência dos entrevistados. A MPB vem em segundo, com 32,38%. Quem gosta de pagode? Cariocas com Ensino Médio(42,65%) e Ensino Fundamental (38,46%) completos. Já a MPB é a preferida dos que disseram ter ensino superior completo (48,22%).

Esse cara é ele
Na indicação espontânea de seu artista do coração, Roberto Carlos (olha ele aí de novo), foi o mais lembrado, com 5,39% das lembranças. Ele vem seguido pelos pagodeiros Thiaguinho (4,4%) e Zeca Pagodinho (3,27%). Os grupos Revelação (2,71%) e Sorriso Maroto (2,16%) aparecem em quarto e quinto lugares, à frente de Belo (2,1%). A primeira mulher a figurar na lista é Anitta, com 2,04% das menções.

Rouba-se de tudo
Se, na areia, correntes e celulares são os alvos das gangues dos arrastões, na Pedra do Arpoador os ladrões anda atacando... as plantas. “Estão levando as mudas que planto”, diz Joel Rodrigues, guardião daquele pedaço de paraíso que tem sofrido tanto. Joel já plantou 270 árvores, entre pitangueiras, coqueiros, aroeiras, entre outras.

Tem ladrão na festança
Roubaram o iPhone da apresentadora Gloria Maria, dias atrás, durante o casamento de Erika dos Mares Guia, filha do ex-ministro do Turismo Walfrido dos Mares Guia. Gloria deixou o celular sobre a mesa, foi dançar, e quando voltou... cadê? A festança, em Punta del Este, que jornais uruguaios dizem ter custado R$ 3 milhões, durou dois dias e teve show de Dionne Warwick. O dress code dos convidados era “beach gorgeous”.

O tema é: fã maluco
Depois de Maitê Proença e Fernanda Paes Leme, outra famosa topou participar de um vídeo do Porta dos Fundos. A cantora Ivete Sangalo grava esta semana com os humoristas. O tema será “fã maluco”.

Até 2019
Vai continuar se chamando Vivo Rio, pelo menos até 2019, a casa de espetáculos no Aterro do Flamengo administrada pelo grupo Tom Brasil. A empresa de telefonia renovou patrocínio por mais seis anos.

Os grandes temas a debater - RENATO JANINE RIBEIRO

VALOR ECONÔMICO - 25/11/2013


Inclusão social, corrupção e melhora dos serviços públicos deveriam ser os grandes temas da próxima campanha eleitoral

Quais serão os grandes temas da disputa eleitoral, em 2014? De tanto se discutir filiação partidária e minutos no horário eleitoral, acaba-se esquecendo o que considero decisivo: a disputa pela hegemonia. Uma eleição não é só apuração de votos. É a luta pela alma dos cidadãos, na fórmula de Marco Aurélio Nogueira. Se tivéssemos um consenso forte entre os partidos - como no último pleito afirmava Plinio Sampaio, do PSOL, ao acusar Dilma, Serra e Marina de serem farinha de um único saco - apenas discutiríamos qual deles é mais apto a cumprir uma agenda comum. Mas nossa política está dividida. Sustentarei que temos três grandes temas para a sociedade debater; a questão é quais candidatos querem tratar de cada um deles.
O primeiro é o da inclusão social. Está no horizonte há décadas; desde Itamar Franco, os governos agiram nesse rumo. Mas só o governo Lula o inscreveu como política de Estado, como prioridade de governo. A inclusão fez os cem milhões de brasileiros que viviam na grande pobreza ou miséria, em 2005, baixarem em apenas cinco anos para metade desse número. Não acredito que em algum lugar do mundo já tenha havido ascensão social de tantos em tão pouco tempo. Mas esse inegável êxito dos governos petistas não está concluído. Restam dezenas de milhões no patamar mais baixo. O tema continua candente.

O segundo tema é o da corrupção. Aqui temos - infelizmente - um carimbo temático. Quem é pelo governo destaca seu sucesso na inclusão social. Quem é contra ressalta a corrupção. A crítica à corrupção do governo (federal, apenas) é o grande tema da oposição. Se a inclusão social gera apoio ao PT, a corrupção reúne o ódio a ele. Mas não importam nossas simpatias políticas: é um assunto importante. Há corrupção no país, embora não tenhamos indicadores objetivos para saber quem é mais corrupto. E a corrupção desmoraliza a política. Não pode ser tolerada. Foi um grave erro dos petistas relegar esse assunto a um segundo plano na discussão pública. Levou muitos a acreditar que só lhe deram importância enquanto estavam na oposição, virando a casaca mal chegaram ao governo. Não há como deixá-lo de lado.

O terceiro ponto é o que, a meu ver, foi trazido pelas ruas este ano: a exigência de serviços públicos de qualidade. Alguns amigos meus se incomodaram com as manifestações, considerando-as conservadoras. Não concordo, como não concordo com a desqualificação das queixas da classe média. Pagamos impostos para ter educação, saúde, transporte e segurança públicos. Mas estes não têm qualidade. Daí que a classe média pague - uma segunda vez - pelos mesmos serviços: põe os filhos em escolas particulares, paga plano de saúde, compra carro, contrata segurança na rua ou no prédio. Está aí a raiz de seu descontentamento com os impostos e com o governo federal, e não apenas, ou não essencialmente, em ideologias conservadoras. É justo, é necessário, a classe média indignar-se com isso. E sobretudo os pobres, que não podem pagar a mais: nosso maio começou com o clamor por transporte coletivo bom e barato para eles. A questão dos serviços públicos deverá estar na ordem do dia. Sustento que esse é o próximo grande desafio para a democracia brasileira, que foi capaz de conquistar as liberdades (1985), a estabilidade monetária (1994) e avançar significativamente na inclusão social (desde 2003).

Agora, a questão para as eleições: que candidatos, que partidos podem falar de cada um destes assuntos?

O PT continua sendo o melhor para falar em inclusão social, mas Aécio sabe muito bem que precisa disputar nessa área - rompendo com a rejeição de parte de sua base ao Bolsa Família. Seu mote pode ser: completar a inclusão social e ir além das medidas de emergência. Já a corrupção é um tema que o PT hoje subdiscute, enquanto as oposições o hiperdiscutem. Há exageros dos dois lados, mas é improvável que esse tema mude de dono. Quanto à qualidade dos serviços, que deverá logo tornar-se a bola da vez, o PSDB fala mais a respeito. Prometeu inúmeras vezes um choque de gestão (assunto do qual o PT pouco fala), mas é certo que os tucanos não mostram sucessos nesse capítulo. Quanto à Rede + PSB, tem estado omissa sobre os três pontos, o que me deixa cético, hoje, quanto a suas chances eleitorais.

Por ora, a oposição prefere falar aos empresários, não se sabendo ainda o que conseguirá propor ao eleitorado. O governo também corteja o capital, mas fala mais aos eleitores.

Porque nosso sistema eleitoral é curioso. Estamos agora no turno zero, em que os candidatos - sobretudo de oposição - fazem o tour do capital, para granjear apoio e financiamento. Os dois turnos, porém, são junto ao povo, cujas prioridades não são as dos ricos. O PT é o mais popular - embora sem ter maioria absoluta - nas urnas. Mas depois há um terceiro turno, que dura três anos, até as eleições seguintes, e de novo o dinheiro se faz ouvir. Equilibrar demandas sociais justas e o liberalismo inato dos empresários é um grande desafio. Por ora, prevalece a conversa com o dinheiro. Mas em breve os candidatos terão de falar ao povo, e os principais temas devem ser os que apontei.

É uma lástima que na última semana, em vez de discutirmos o futuro do país, tenhamos sido pautados pela questão da vida ou morte do deputado José Genoino. A execução das sentenças dividiria, de qualquer forma, a opinião. Portanto, esse assunto, por ser delicado, deveria ter sido tratado com a delicadeza necessária. Não o foi. O que aconteceu - e o que poderá acontecer - só aumentará o ódio no debate político brasileiro. A campanha se prefigura sombria.

Tv Paga



Estado de Minas: 25/11/2013

Música na telinha 

 (Multishow/Divulgação)


O cantor Naldo Benny (foto), ou simplesmente Naldo, é o destaque de hoje à noite do canal Multishow, com o regsitro de uma apresentação realizada em julho em São Paulo e que terá seus melhores momentos exibidos às 20h30. Amanhã, às 21h, o canal Bis mostra tudo na íntegra. Em tempo: no canal Arte 1, hoje será reprisado o especial Paulinho da Viola – Meu tempo é hoje, às 18h, e o concerto Tchaikovsky gala, com a Orquestra Filarmônica de Leningrado, às 21h30. E no Canal Brasil, às 18h45, o programa Espelho recebe o quarteto mineiro Toca de Tatu.

Muitas atrações para  cinéfilos de plantão

Outra estreia de hoje está no pacote de filmes. Às 22h, o Telecine Premium exibe a comédia O idiota do meu irmão, estrelada por Paul Rudd, Elizabeth Banks e Zooey Deschanel. Também merece destaque o drama Tudo vai dar certo, do dinamarquês Christoffer Boe, à 0h30, na Cultura. Na faixa das 22h, o assinante tem mais 10 opções: Behind the candelabra, na HBO HD; Chernobyl, na HBO 2; A toda prova, no Telecine Action; Atividade paranormal 4, no Telecine Premium; Excesso de bagagem, no ID; Meninas malvadas, no Studio Universal; London, no Sony Spin; Novo mundo, no Max Prime; O lutador, no TCM; e Quem quer ser um milionário?, na MGM. E ainda: O livro de Eli, às 19h55, no Universal Channel; As loucuras de Dick e Jane, às 23h, no Comedy Central; e Xica da Silva, à 0h15, no Canal Brasil.

SescTV exibe vídeos  e curtas-metragens

“Vídeo: linguagens, tecnologias e as novas possibilidades” é o programa de hoje da série Videobrasil na TV, às 23h, no Sesc TV. A produção traça um retrato da cena de vídeo no Brasil no início dos anos 1980, época em que começava a popularização do suporte, e pesquisa como o vídeo foi absorvido por artistas e produtores independentes com o objetivo de construir novas estéticas para a imagem em movimento. Como aperitivo, a partir das 21h, a Faixa curtas emenda os filmes Areia (2008), de Caetano Gotardo; e Dov’è Meneghetti (1989), de Beto Brant.

Bio pega onda com  Guilherme Tâmega

No segmento dos documentários, uma das novidades é um especial do canal Bio, às 18h45, com o perfil de Guilherme Tâmega, hexacampeão mundial de bodyboarding. No Canal Brasil, às 22h, a sessão É tudo verdade apresenta o longa Serra Pelada – A lenda da montanha de ouro, dirigido por Victor Lopes. No mesmo horário, a HBO exibe Como sobreviver à praga, sobre ativistas radicais portadores do vírus HIV que enfrentam a comunidade médica dos Estados Unidos.

A&E aposta em série  policial da vida real

Ao longo da semana, o canal A&E vai mostrar ação real nas ruas em episódios inéditos de Polícia 24h. Serão três episódios especiais, hoje, quarta e sexta-feira, sempre às 20h. Os documentários acompanham o trabalho dos profissionais da área da segurança pública em ações cotidianas, desde um incêndio até a preparação para o esquema de policiamento durante uma partida de futebol, passando por brigas de casais e operações antidrogas.

CARAS & BOCAS » A ficha caiu

CARAS & BOCAS » A ficha caiu 
 
Simone Castro

Estado de Minas: 25/11/2013


Finalmente, Franz (Bruno Gagliasso) diz a Amélia (Bianca Bin) que sabe o vilão que o pai dele é     (Renato Rocha Miranda/TV Globo -11/9/13  )
Finalmente, Franz (Bruno Gagliasso) diz a Amélia (Bianca Bin) que sabe o vilão que o pai dele é

Em Joia rara (Globo), Franz (Bruno Gagliasso), enfim, confessa a Amélia (Bianca Bin) que lamenta e se sente culpado por não ter enxergado quem realmente é seu pai, Ernest (José de Abreu), e as coisas ruins que ele é capaz de cometer. O rapaz garante que vai recuperar a guarda da filha, Pérola (Mel Maia). Franz fica horrorizado quando descobre os motivos que forçaram Iolanda (Carolina Dieckmann) a se casar com Ernest. Para desespero de Sílvia (Nathalia Dill), ele decide sair de casa. Ela teme que a atitude do marido possa comprometer seus planos de vingança. Ernest não acredita quando vê Franz, Amélia e Pérola saírem da mansão de mãos dadas, em direção ao cortiço. Ele promete vingança, mas o trio está feliz demais para se importar com qualquer coisa.

CARLOS CASAGRANDE E SEUS TEMPOS DE ESCOLA

O ator Carlos Casagrande é o convidado do Tempos de escola, amanhã, às 22h30, no canal Futura (TV paga). O período escolhido para a entrevista é de 1979 a 1982, quando Carlos estudou na Escola Estadual Tomé Teixeira, na cidade de Itararé, em São Paulo. Filho de uma professora de matemática, ele foi aluno assíduo e estudioso. Com amigos do período escolar, o ator lembra momentos no colégio, como os shows que fazia no palco perto da cantina, cantando e tocando violão, e sua primeira moto, aos 17 anos. Por meio de fotos da época, ele recorda os desfiles organizados pela escola e conta como a cidade inteira ia para a rua assistir às crianças passarem.

MÊS DA CONSCIÊNCIA NEGRA DÁ MUITO O QUE FALAR
O Brasil das Gerais, hoje, às 19h30, na Rede Minas, fecha a série em comemoração ao Mês da Consciência Negra abordando as ações afirmativas permanentes que são realizadas em Belo Horizonte, ou seja, ações públicas, privadas ou independentes que têm como objetivo combater a discriminação. Para falar sobre o tema, entre outros, João Angoleiro, mestre de capoeira d’Angola e representante da Associação Cultural Eu Sou Angoleiro, e Roberto Raimundo, representante da Cidade Hip-Hop.

OMBROS E BRAÇOS NA MIRA DO SUPERBONITA

Christiane Torloni é a convidada do Superbonita desta segunda, às 21h30, no GNT (TV paga). A edição é dedicada aos braços femininos. Para muitas mulheres, essa é uma parte do corpo que passa despercebida, para outras é motivo de muita preocupação estética. Mas, no fundo, o que toda mulher quer é ter os braços e ombros definidos. A atriz vai falar sobre o assunto na atração, que mostrará também tratamentos e dicas para eliminar de vez as gordurinhas localizadas, a flacidez, manchas e sardas.

REMAKE COMEÇA A SER GRAVADO EM JANEIRO

Meu pedacinho de chão, remake de Benedito Ruy Barbosa, substituta de Joia rara (Globo), começa a ser gravada em janeiro. O original, exibido em 1971, também é do autor. Na época, a trama rural foi protagonizada pela atriz René de Vielmond. No elenco da nova versão está confirmada a participação de Juliana Paes, que retorna da licença-maternidade do segundo filho. A estreia será em março.

Mais uma
A mansão do bilionário Walden (Ashton Kutcher) será palco de mais uma conquista do bon vivant, na série Two and a half men. Segundo o site TV Line, a atriz Odette Annable engrossará o elenco no papel de uma nova chefe de Walden, que acabará muito ligada a ele. Vale lembrar que ele quase foi fisgado, na temporada anterior, por Zoey (Sophie Winkleman).
Os melhores momentos, porém, girarão em torno de Alan (Jon Cryer), que ainda vive na mansão em Malibu, comprada por Walden depois da morte do irmão de Alan, o inesquecível Charlie (Charlie Sheen). No Brasil, a atração é exibida pela Warner.

viva


Globo repórter na terra da rainha da Inglaterra. Ótimo trabalho de Glória Maria.

vaia


A tal comunidade de Além do horizonte (Globo). Paraíso da felicidade? Não parece.

simone.castro@uai.com.br