sexta-feira, 30 de agosto de 2013

É preciso democratizar a USP

folha de são paulo
CIRO CORREIA E LUIS G. DA CUNHA SOARES
TENDÊNCIAS/DEBATES
O estatuto universitário deve prever que docentes, estudantes e funcionários sejam consultados sobre a indicação do reitor
Sua estrutura de poder extremamente conservadora impede que a Universidade de São Paulo deixe para trás o propósito de servir à elite paulista, com o qual foi criada nos anos 1930, e vise a universalidade, que deve ser sua essência.
A Constituição Federal (CF) e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) consagraram o princípio da gestão democrática na universidade. Isso pressupõe participação equilibrada nos processos decisórios dos segmentos que a compõem: docentes, funcionários técnico-administrativos e estudantes. Na USP, contudo, CF e LDB têm sido ignoradas pela estrutura de poder.
Na composição dos colegiados, embora a LDB determine participação de 70% de docentes, na USP eles são sempre mais de 80% --na absoluta maioria, professores titulares. No Conselho Universitário, os funcionários ocupam apenas três assentos do total de 122, ou seja, 2,4%!
O corolário dessa estrutura é o sistema de escolha indireta de dirigentes, em especial de reitor e diretores de unidades, que descarta a participação de cerca de 60 mil estudantes de graduação, 30 mil de pós-graduação, 17 mil funcionários e 6.000 docentes.
Só docentes titulares podem candidatar-se a reitor. Só titulares e docentes associados nível 3 podem candidatar-se a diretores.
O colégio eleitoral inicial, de 1.925 pessoas, elege oito nomes; a seguir, outro colégio eleitoral ainda menor, de 325 pessoas, escolhe três daqueles nomes; um dos quais o governador do Estado nomeia reitor. Nesse processo, predominam jogos de poder e interesses de grupos encastelados na burocracia da USP, em detrimento do necessário e amplo debate sobre a instituição.
Essa estrutura hierarquizada é reproduzida em todos os níveis administrativos, em especial na composição dos conselhos departamentais, conselhos técnico-administrativos e congregações. Esse engessamento não oferece condições adequadas ao aprimoramento das práticas acadêmicas e à discussão do papel social da universidade pública.
A Associação dos Docentes (Adusp) e as entidades dos estudantes --Diretório Central dos Estudantes (DCE) e Associação dos Pós-Graduandos (APG)-- obtiveram o número de assinaturas de membros do Conselho Universitário, estipulado pelo estatuto da universidade, para submeter a esse colegiado uma proposta de alteração do processo de escolha de reitor.
Protocolada, a proposta de emenda estatutária aguarda apreciação dos conselheiros na próxima reunião -- solicitada para agosto, mas postergada pela reitoria.
São medidas simples: 1) como etapa preliminar da indicação de reitor ou reitora, cria-se uma consulta oficial à comunidade, de caráter paritário, por voto direto de todos os docentes, funcionários e estudantes; 2) quem vencer essa consulta integrará a lista tríplice a ser elaborada pelo colégio eleitoral e enviada ao governador; 3) deixa de existir a lista óctupla inicial.
Se de fato a reitoria estiver disposta a ampliar a participação democrática no processo (como alardeou recentemente), basta que convoque, o mais cedo possível, uma reunião do Conselho Universitário, com pauta aberta à discussão de novos procedimentos de eleição de dirigentes, incluída a emenda citada.
Assim, quem sabe a USP deixará de ser a única universidade pública no Estado de São Paulo que não prevê, em estatuto, consulta direta para indicação de reitor ou reitora!

    Tv Paga


    Estado de Minas: 30/08/2013 





    Saindo do armário

    Quem acredita em cura gay não pode perder o documentário The out list (foto), que a HBO exibe esta noite, às 22h. Dirigida por Timothy Greenfield-Sanders, a produção reúne depoimentos de personalidades que se assumiram como lésbicas, gays, bissexuais e transexuais, tendo como pano de fundo as sessões da Suprema Corte americana sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo. São relatos de histórias de amor, perdas, experiências e vitórias de um grande número de pessoas, na maioria artistas da música, do cinema e da TV, atletas e ativistas políticos. Entre os que saíram do armário estão Ellen DeGeneres, Neil Patrick Harris, Cynthia Nixon e Wanda Sykes.

    Tatuadores inventam  desenhos corretivos


    Outra novidade de hoje é a série Tatuagens terríveis, às 22h, no TLC. O programa narra com bom humor diversas histórias de pessoas que, por razões estéticas ou simbólicas, querem se livrar da arte que carregam em seus corpos. Para resolver o problema, os tatuados arrependidos procuram os profissionais Megan, Jeremy e Tim, e estes que se virem para encobrir ou apagar um desenho gravado na pele do cliente, um nome ou mesmo uma frase.

    Vai que cola encerra  primeira temporada


    Wilson convence os moradores da pensão de que um meteoro está vindo em direção ao Rio de Janeiro e todos se desesperam. Terezinha quer realizar seu sonho de fazer “homenagem a trois” com dois homens gatos, Jéssica se descabela por não ter ficado famosa, Máicol e Lacraia dizem que Jéssica deve escolher um dos dois, Ferdinando se embebeda, Wilson quer se declarar para Dona Jô, e Velna decide contar que é brasileira. Valdo aproveita a situação para conseguir dinheiro para comprar um abrigo subterrâneo. Tudo isso vai rolar no último episódio de Vai que cola, hoje, às 22h30, no Multishow.

    SescTV resgata óperas do Theatro Municipal


    Para quem está a fim de boa música, a pedida é o SescTV, com a estreia da série Óperas, que apresenta espetáculos da temporada 2012 do Theatro Municipal de São Paulo, começando com La traviata, de Giuseppe Verdi, com a Orquestra Sinfônica Municipal e Coral Lírico e a participação especial da soprano Rosana Lamosa e do tenor Fernando Portari. No Canal Brasil, às 21h30, Charles Gavin resgata o álbum Supercarioca, que a banda Picassos Falsos gravou em 1988, e às 23h30, em O bagulho é doido, MV Bill recebe o rapper Dexter.

    Kirsten Dunst estrela  comédia no Telecine


    Estreia hoje, às 22h, no Telecine Premium, a comédia Quatro amigas e um casamento, com Kirsten Dunst, Rebel Wilson e Isla Fisher nos papéis principais. No Telecine Cult, a seleção dos premiados no Festival de Veneza prossegue com Fausto, do russo Aleksandr Sokurov, também às 22h. Na mesma faixa das 22h, o assinante tem mais seis opções: O céu de Suely, no Canal Brasil; O visitante, na Cultura; Cowboys & aliens, no Telecine Action; Vem dançar, no Glitz; Crime de amor, no Max; e De olhos bem fechados, no TCM. Outras atrações da programação: Os 39 degraus, às 21h30, no Arte 1; Miami Vice, às 21h35, no Universal; Homem de Ferro, às 22h30, no Megapix; e O casamento do meu melhor amigo, às 23h, no Comedy Central.

    Enxaqueca muda as estruturas do cérebro‏

    Estudo indica que a desordem neurológica aumenta as chances de lesões na área responsável pela comunicação entre os neurônios e pode alterar o tamanho de um dos principais órgãos do corpo humano 


    Bruna Sensêve

    Estado de Minas: 30/08/2013 


    A enxaqueca pode causar mudanças estruturais permanentes no cérebro. A conclusão é de um grupo de pesquisadores da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, que se baseou em uma meta-análise de 19 trabalhos focados na desordem neurológica que atinge entre 10% e 15% da população mundial. Segundo os dados reunidos, a enxaqueca aumenta o risco de lesões cerebrais na substância branca em 34%. No caso da enxaqueca com aura — tipo mais grave da doença — , o número sobe para 68%, em comparação a pessoas que não têm o problema. Alterações de volume do cérebro também são mais comuns em vítimas da enxaqueca com aura do que em indivíduos saudáveis.
    Foram avaliados os resultados obtidos em seis estudos populacionais e outras 13 pesquisas baseadas em análises clínicas para concluir o que já era uma suspeita da comunidade médica. O principal instrumento de análise dos pacientes foi a ressonância magnética, que pode medir lesões cerebrais, anormalidades silenciosas ou alterações de volume do cérebro em detalhe. “Tradicionalmente, a enxaqueca tem sido considerada uma doença benigna, sem consequências a longo prazo para o cérebro. Mas nosso trabalho de revisão e meta-análise sugere que a doença pode alterar permanentemente a estrutura do cérebro de várias maneiras”, explica Messoud Ashina, um dos autores do artigo publicado nesta semana na revista Neurology, da Academia Americana de Neurologia.
    Os exames de imagem são pedidos regulares de neurologistas a pacientes com enxaqueca. O objetivo, normalmente, é excluir causas secundárias para as dores de cabeça; mas, muitas vezes, eles revelam anormalidades na substância branca cerebral e, não raro, também mostram lesões com características similares às causadas por um infarto do miocárdio ou um acidente vascular cerebral — eventos cardiovasculares em que há uma interrupção da irrigação sanguínea ao cérebro. Os dois tipos de anormalidades são uma fonte de preocupação tanto para os neurologistas quanto para o paciente.
    “Dados emergentes relatam que pacientes com enxaqueca têm um risco aumentado para lesões cerebrais clinicamente silenciosas e alterações volumétricas, detectadas na ressonância magnética. O significado patogênico e clínico dessas anormalidades, porém, ainda não é claro”, diz Ashina. O estudo do qual ele faz parte também indicou que as chances de anormalidades similares às causadas por um infarto aumentam em 44% para pessoas que têm enxaqueca com aura.

    Impacto repetitivo Os pesquisadores relatam que as anormalidades na substância branca, em alguns casos, se tratam de gliose, desmielinização e perda de axônios (leia  Saiba Mais). Esse conjunto de resultados atribuídos na grande parte das vezes a um dano microvascular pode ter bases semelhantes quando percebidos em pessoas com enxaqueca. Os autores examinaram a relação entre a frequência do ataque e as anormalidades nessa região cerebral e sugerem que o problema poderia surgir devido a um impacto cumulativo de repetidos episódios de isquemia cerebral regional, algo como uma trombose, durante um ataque de enxaqueca.
    Chefe do setor de cefaleia do Departamento de Neurologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Deusvenir de Souza Carvalho explica que a alteração de volume cerebral normalmente aponta para uma atrofia do órgão, que corresponde, em grande parte, a casos de demência. Carvalho ressalta, porém, que não é necessário se alarmar com os resultados, uma vez que as consequências dessa atrofia para a enxaqueca ainda não estão tão claras.
    “Esses resultados mostram que pessoas com enxaqueca têm estruturalmente algo no cérebro. Fora da crise, elas têm uma vida dentro dos padrões normais, mas, se for feito um exame mais refinado, é possível perceber que a atenção já não está tão boa. Elas têm mais dificuldade de lidar com coisas novas e maior ansiedade, funções que ficam entre o neurológico e o emocional exatamente pelo envolvimento da substância branca”, explica.
    A integridade da substância branca garante que conexões entre as áreas do cérebro — feitas principalmente pelos axônios dos neurônio — não sejam comprometidas. Por exemplo, para saber se um rosto é conhecido, o cérebro precisa conectar diversas áreas, como a memória e a visão. Alterações na substância branca podem levar a modificações nessas funções. “São números pequenos que não chegam nem a dobrar o risco, mas que estatisticamente mostram a existência disso e serve para estarmos em alerta que a pessoa com enxaqueca não está só tendo crises que podem ser resolvidas procurando assistência médica. Estamos vendo que a enxaqueca não é só ter dor de cabeça”, pondera Carvalho.

    Mais grave A enxaqueca com aura é mais dramática que o tipo normal. Durante a crise, o paciente não tem só dor de cabeça. Ele vê luzes brilhantes, percebe o corpo formigar, perde metade da visão, vê os braços ou as pernas ficarem mais fracos ou até anestesiados. Essas manifestações neurológicas durante a crise indicam que, durante as dores de cabeça, a região cerebral responsável pela alteração sentida pelo paciente, como o formigamento ou a anestesia, está sofrendo.
    “Hoje, já se sabe que esse sofrimento é neuronal. É um mecanismo neuroquímico que leva à inflamação e a uma má oxigenação nessa área. Por isso fica com uma lesão como se fosse um derrame, uma isquemia”, explica Carvalho. No momento da crise, acontece uma disfunção da oxigenação nessa região, que sofre efeitos parecidos aos causados por um infarto. “Se isso acontece com maior frequência, é possível que o paciente já comece a apresentar algumas alterações.”

    Causas distintas


    A gliose é uma alteração da substância branca do cérebro geralmente decorrente de doença ateroesclerótica — a formação de placas de ateroma na parede das artérias. Já a doença desmielinizante é qualquer enfermidade do sistema nervoso na qual a bainha de mielina dos neurônios é danificada. Isso prejudica a condução de sinais nos nervos afetados, causando prejuízos na sensação, no movimento, na cognição e em outras funções dependendo dos nervos envolvidos. A degeneração axonal é o resultado da destruição primária do axônio, com desintegração da bainha de mielina dele. A lesão do axônio pode advir de um evento focal, que acontece em algum ponto ao longo da extensão do nervo (como um traumatismo ou mesmo um evento isquêmico); ou de uma anormalidade mais generalizada, que afeta o corpo celular neuronal (neuronopatia) ou seu axônio (axonopatia).

    Eduardo Almeida Reis-Leituras‏

    O philosopho pergunta: se o jeito brasileiro é trepar na poltrona, por que entupir as arquibancadas de poltronas plásticas confortáveis? 


    Eduardo Almeida Reis


    Estado de Minas: 30/08/2013 

    Pela qualidade do autor, um livro de Ruy Castro não pode ser considerado caro, mas a edição pode e deve ser mais caprichada. Morrer de Prazer – Crônicas da vida por um fio, uma seleção de 59 crônicas entre as mais de 900 publicadas num jornal paulista, é o tipo do livro que merecia letrinhas maiores ocupando as inúmeras páginas em branco, invenção de algum gênio da diagramação modernosa. Portanto, pelo mesmo preço e com o mesmo número de páginas, o texto do mineiro nascido em 1948 poderia ficar de leitura muito mais fácil e gostosa. Em 1988, antes de parar de beber ao cabo de um mês internado numa clínica, Ruy nos conta que, só em casa, entornava dois litros de vodca por dia, fora o que bebia na rua. É volume impressionante mesmo para os profissionais do copo que conheci e conheço. Felizmente para ele e para os que admiramos seu trabalho, nos últimos 25 anos nunca mais entornou uma gota de álcool.

    Paraíso

    Em 2011, o Brasil tinha 196,7 milhões de habitantes contra os 11,2 milhões de Cuba, o paraíso caribenho. Desconfio das pilhas da calculadora chinesa Sheng KA-9178A, que me custou R$ 9 há três anos, como também desconfio dos meus conhecimentos de matemática, mas a calculadora informa que a população brasileira, dividida pela cubana, dá 17.488. Efetivamente, multipliquei 17.488 pelos 11,2 milhões de moradores em Cuba em 2011 e a calculadora exibiu 196.699.99, número praticamente igual aos 196,7 milhões de habitantes do Brasil naquele ano. Muito bem: ano passado, fugiram do paraíso caribenho 46.662 pessoas, algo assim como se 811.918 pessoas fugissem do Brasil, mais que 11 Maracanãs lotados. Pois é: o estádio reformado virou referência com seus 70 mil lugares em cadeiras confortáveis para os espectadores assistirem aos jogos nelas trepados. “É o jeito brasileiro de assistir a um jogo”, disse o locutor da televisão.

    E o philosopho pergunta: se o jeito brasileiro é trepar na poltrona, por que entupir as arquibancadas de poltronas plásticas confortáveis? Volto ao paraíso caribenho para constatar o óbvio: se 46.662 conseguiram fugir, o que não é fácil, pelo menos cinco vezes mais cubanos devem ter pensado ou tentado. Multiplicando por cinco o hipotético número de fugitivos brasileiros teríamos 4.059.590 só em 2012, mais que um Uruguai, que tinha 3,3 milhões de habitantes em 2011. Espero que as pilhas da calculadora chinesa tenham acertado. Só acho difícil que alguém, mesmo um daqueles gênios do Vale do Silício, consiga produzir máquina capaz de explicar a existência de brasileiros ainda entusiasmados com o regime e os governantes cubanos. Conheço uma porção deles, entre assumidos e enrustidos. O leitor também os conhece. Como explicar o fenômeno?

    Conselho

    Se um jovem me perguntar sobre o que deve fazer para subir na vida e manter-se no poleiro, ouvirá o seguinte conselho: seja solene. Ainda que burro, bandalho, cachaceiro e não muito honesto, nunca perca a solenidade. O Brasil baba para os sujeitos solenes e não é de hoje. Faz tempo que acompanho a carreira de um cavalheiro assim: sério, grave, circunspecto, passeia uma importância que nunca teve. Certa feita, há muitos e muitos anos, encontrou-me na estrada que levava à nossa fazendinha e perguntou: “Como é que você vive longe das livrarias?”. Educadíssimo que sempre fui, respondi: “Não preciso frequentar livrarias: escrevo os livros”. Nesse tempo andava pelo terceiro publicado e os livrinhos vendiam bem.
    Não o tenho visto nos últimos 20 anos, a não ser nas matérias jornalísticas sobre a sua sólida carreira de homem público. Dia desses, jovem jornalista o entrevistou e me telefonou pelo interurbano: “Entrevistei longamente o doutor Fulano: é uma anta!”. Aí é que está: um tapirídeo bem vestido, bem-visto e solene. No fundo, não faz mal a ninguém e se dedica a fazer o bem para sua carreira e sua família. Deve ter netos. Desejo que sejam felizes.

    O mundo é uma bola


    30 de agosto de 257: sucedendo ao papa Estêvão I é eleito o papa Sisto II. Em 1464, sucedendo ao papa Pio II é eleito o papa Paulo II. Em 1875 ocorre o Motim das Mulheres na cidade de Mossoró, interior do Rio Grande do Norte. Até hoje as mossoroenses, também grafadas moçoroenses, têm todos os motivos para continuar amotinadas. Em 1893, Esther Cleveland, filha do presidente Grover Cleveland, é o primeiro e único bebê a nascer na Casa Branca. Em 1911, fundação do município de Passa Tempo (MG), desmembrado de Oliveira, que tem o Morro do Ferro dos Romanos. Passa Tempo é o berço do cavalo mangalarga marchador e teve o primeiro Observatório Ufológico da América Latina, iniciativa de Antônio Faleiro, o Niginho, estudioso de discos voadores. Em 1948, criação do Departamentul Securitãtii Statului, a polícia secreta da Romênia durante o estalinismo, que nunca foi de brincadeira. No regime Ceausescu chegou a ter 11 mil agentes e 500 mil informantes.

    Ruminanças


    “Quando não somos inteligíveis é porque não somos inteligentes” (Victor Hugo, 1802-1885).