quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

FUNED » Jararacas reforçam produção de soro‏

FUNED » Jararacas reforçam produção de soro

Estado de Minas: 12/02/2014


Cobra capturada em janeiro teve 14 filhotes, mas dois morreram (TALLES CABRAL/DIVULGAÇÃO  )
Cobra capturada em janeiro teve 14 filhotes, mas dois morreram

 A Fundação Ezequiel Dias (Funed) anunciou ontem o nascimento de 12 filhotes de jararaca (Bothrops jararaca), o que permitirá o aumento da produção de soro. Eles foram gerados pela cobra capturada em Pouso Alegre, no Sul de Minas, em janeiro. Foi a segunda ninhada do ano na instituição, já que em janeiro nasceram sete filhotes de jararaca pintada (Bothrops neuwiedi). Os animais são mantidos em compartimentos separados até por até três anos, na fase adulta, quando já podem ser incluídos no processo de extração do veneno para fabricação do medicamento.

O técnico em animais peçonhentos da Funed, Elias Martins, informou que a jararaca é a maior responsável pela produção do soro. “Ela é agente de quase 50% do volume de veneno usado na geração do antibotrópico. O veneno da jararaca pintada, por exemplo, corresponde a 12%”, informou. Por ano, a Funed produz 100 mil ampolas do soro, além de usar o veneno no auxílio à identificação de alguma substância nova. Toda a produção é exclusiva ao Programa Nacional de Imunização, do Ministério da Saúde, responsável pela distribuição em todo o território nacional.

A produção do soro antibotrópico tem a mesma urgência de um processo de doação de sangue. É o que defende Rômulo Antônio Righi, chefe do Serviço de Animal Peçonhento. De acordo com ele, a população tem de trabalhar junto à fundação para a fabricação do remédio. “Ao invés de o cidadão matar o animal, deveria doar a fundação. Essa iniciativa será revertida em conhecimento, promovendo o acesso ao medicamento”, alerta.

Pesquisadores desenvolvem espectrômetro de ressonância magnética

Análise detalhada e diversificada 
 
Cientistas da USP desenvolvem espectrômetro de ressonância magnética que pode ser adaptado a diferentes áreas, da saúde à aviação 

Roberta Machado
Estado de Minas: 12/02/2014


Brasília – Pesquisadores brasileiros desenvolveram um aparelho de análise de materiais que chama a atenção por sua versatilidade, podendo ser programado de acordo com a aplicação desejada. O novo espectrômetro de ressonância magnética digital, criado no Instituto de Física de São Carlos (IFSC), da Universidade de São Paulo (USP), tem funcionamento mais amigável e eficiente que outros equipamentos do tipo e pode mudar de função para uso em áreas como aeronáutica, agronomia, medicina, pecuária e ciências dos materiais.

Os espectrômetros são uma espécie de leitores das propriedades físico-químicas dos objetos. A possibilidade de uso do equipamento é, portanto, imensa. Em um laboratório de química, por exemplo, funciona como um instrumento analítico de ressonância magnética. Já uma instituição especializada em agricultura pode usar o mesmo aparelho para buscar danos em sementes ou medir a quantidade de açúcares em frutas. E uma empresa de aviação, por sua vez, consegue detectar contaminações por óleo ou querosene em asas de aeronaves. O dispositivo pode, ainda, fazer o papel de um relaxômetro, usado pela indústria petrolífera para analisar o estado de amostras ou a porosidade de rochas.

De acordo com os responsáveis pelo projeto, no entanto, a maioria dos espectrômetros produzidos atualmente tem funcionalidade limitada a hospitais e laboratórios médicos. O setor com uma necessidade diferente precisa investir grandes quantias para adaptar um aparelho tradicional. No caso do dispositivo da USP, a plataforma pode ser modificada rapidamente e sem dificuldades. “O sistema é capaz de desempenhar diferentes funções de maneira mais amigável e eficiente que um espectrômetro convencional. Além disso, um mesmo conceito de hardware poderá ter diferentes aplicações, customizadas segundo a necessidade, sem perder a generalização”, compara Alberto Tannús, líder do projeto e coordenador do Centro de Imagens e Espectroscopia in vivo por Ressonância Magnética (CIERMag) do IFSC.

Os cientistas recorreram à tecnologia de lógicas programáveis (FPGA, do inglês Field Programmable Gate Arrays) para criar o aparelho de funcionalidade dinâmica. Assim como o cérebro de um recém-nascido, um chip de FPGA é constituído por várias portas lógicas, que podem ser conectadas de acordo com sua funcionalidade. No dispositivo de análise, essas “sinapses” eletrônicas podem ser reprogramadas várias vezes, de acordo com a necessidade do usuário. “No nosso caso, transformamos um chip com configuração genérica em um dispositivo capaz de atender a diferentes funcionalidades para aplicações de RM”, explica Tannús.

Cada renascimento da máquina como um novo tipo de aparelho exige somente um pequeno trabalho de adaptação. Depois que a nova funcionalidade é estabelecida, o usuário recebe um mapa das interconexões recém-criadas, que serve de guia para a programação do hardware com base em ferramentas disponíveis na internet. As metodologias de ressonância são desenvolvidas pelo usuário, de acordo com a função desejada.

O segredo do espectrômetro está na sua capacidade de “ler” o núcleo de átomos. Para isso, o aparelho usa um poderoso campo magnético e uma radiação de radiofrequência para analisar as chamadas transições de spins de núcleos atômicos, que podem ser detectadas em alguns tipos especiais de átomos. “A partir do perfil dos espectros obtidos com as análises de RMN, é possível determinar substâncias presentes em materiais, extratos de plantas, alimentos ou material biológico”, explica o professor Jarbas Magalhães Resende, do Laboratório de Ressonância Magnética Nuclear da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Não invasivo A versatilidade do dispositivo ganha ainda mais possibilidades graças à própria tecnologia de espectrometria de ressonância, que, ao contrário da espectrometria de massas, pode analisar uma amostra sem destruí-la. “Ele pode analisar uma semente inteira e apontar o teor do óleo ou de umidade sem precisar destruir a amostra”, explica Fábio Neves dos Santos, estudante de doutorado e pesquisador do Laboratório ThoMSon de Espectrometria de Massas, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Para o diagnóstico de uma árvore, por exemplo, o ideal seria usar a tecnologia não invasiva. Obviamente, esse também é o caso de um exame in vivo, seja em pacientes humanos ou em animais.

O aparelho brasileiro também tem a vantagem de fornecer os resultados da análise de forma mais simplificada. Enquanto os sistemas convencionais precisam ser interpretados e processados, a interface criada pela USP extrai os dados diretamente do processo e usa algoritmos de análise semântica para fornecer a informação estrutural diretamente ao usuário.

O CIERMag trabalha com sistemas de ressonância magnética desde os anos 1990, quando desenvolveu metodologias de imagens para operação clínica de um hardware usado em um hospital. O projeto mais ambicioso de criar um aparelho multiuso teve início em 2008 e, desde então, contou com a colaboração de uma dezena de alunos. Atualmente, a equipe trabalha no desenvolvimento das suítes de metodologias para as diferentes aplicações que podem ser atendidas pelo aparelho. O dispositivo já recebeu propostas e deve atender a parcerias nas áreas de equipamentos médicos, relaxometria e espectroscopia analítica.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Maria Ester Maciel-Um mestre para sempre (Eduardo Coutinho)‏

Um mestre para sempre 
 
Maria Ester Maciel
memaciel.em@gmail.com
Estado de Minas: 11/02/2014


Foi com tristeza e perplexidade que recebi, no início deste mês, a notícia da trágica morte de Eduardo Coutinho – cineasta brasileiro de primeira grandeza, que, com seus documentários magníficos, mexeu com a cabeça e a sensibilidade de muita gente no Brasil e no mundo. Um cineasta que, já com 80 anos, estava em plena atividade criativa.

Não conheci Eduardo Coutinho pessoalmente, nem nunca troquei qualquer palavra com ele por carta, e-mail ou telefone. Mas sempre o tive como uma pessoa próxima e querida, graças ao que me proporcionou nos seus filmes em termos de emoção e reflexão. Desde o primeiro que vi, Cabra marcado para morrer (1984), não tive dúvidas de que se tratava de um dos maiores cineastas brasileiros de todos os tempos. O que se confirmou nos filmes posteriores, como Edifício Master (2002), Jogo de cena (2007) e As canções (2011) – que foram os que mais me tocaram, entre todos.

Como se sabe, Coutinho foi um mestre da entrevista. Esse recurso foi o mais usado em seus documentários, tendo adquirido nuances cada vez mais peculiares de filme para filme. Coutinho cultivava um interesse genuíno por tudo o que é humano, e tinha um jeito especial para se aproximar e conversar com pessoas as mais diversas. Diante de sua presença tranquila e confiável, os entrevistados – em geral, pessoas comuns, anônimas – tendiam a se soltar, ficando à vontade para falar de suas próprias vidas. Isso se vê claramente nesses três documentários que mencionei. Neles, as pessoas falam de suas experiências de vida, contam histórias, choram, riem, e até revelam segredos. Coutinho não as intimida; não se impõe a elas. Seu rosto quase não aparece na tela, sua voz é baixa, e suas palavras, comedidas. Para ele, as pessoas são o que importa, e não o diretor-entrevistador.

O mais interessante nos filmes de Coutinho é a maneira como ele consegue misturar realidade e ficção. Essa mistura define sobretudo o Jogo de cena, que tive a alegria de rever no último sábado à noite, no canal Arte 1. O documentário é feito com depoimentos de mulheres comuns – que atenderam a um anúncio de jornal para relatar, diante da câmera, algum episódio marcante de sua vida – e atrizes que contam, à sua maneira, a mesma história dos relatos. A alternância entre as voluntárias e as atrizes acaba por diluir os limites entre quem viveu e quem interpreta as experiências narradas. Verdadeiro e falso, realidade e ficção se embaralham de forma impressionante. E o que é mais notável: em muitas cenas, a interpretação se torna mais convincente do que o próprio depoimento.

Em As canções e Edifício Master, o recurso é diferente, embora com semelhanças. No primeiro, as pessoas falam sobre as canções que mais as tocaram na vida. No segundo, 37 moradores de um enorme prédio residencial de Copacabana contam suas histórias de vida e apresentam seus pequenos apartamentos ao diretor-entrevistador. Com esses relatos comoventes (alguns impactantes), o cineasta conta também a história do próprio edifício que dá nome ao filme.

Eduardo Coutinho certamente ficará na história e na memória de todas essas pessoas que trabalharam com ele. E, é claro, ficará também na história e na memória de quem assistiu aos filmes que nos deixou.

Descanse em paz, grande mestre.

TeVê

Estado de Minas: 11/02/2014

TV paga



 (Discovery /Divulgação)

Corra que a polícia vem aí


O Discovery estreia hoje, às 20h40, a série O fugitivo, que acompanha Joel Lambert (foto), ex-integrante das tropas especiais da Marinha nos Estados Unidos, em uma versão extrema da brincadeira esconde-esconde. Lambert tem como principal objetivo fugir das unidades de rastreamento de pessoas procuradas, formadas pela mais alta elite militar e de segurança pública. Os sete episódios foram gravados nos Estados Unidos, Polônia, África do Sul, Filipinas, Panamá e Coreia do Norte.

Arquitetura é o forte  hoje no canal Curta!


Novidades também no canal Curta!, começando com o documentário Caminho Niemeyer, de Zelito Viana, às 22h, focalizando especialmente as obras de Oscar Niemeyer na orla de Niterói. Às 23h, Veio: sertão esculpido na memória mostra os trabalhos do escultor sergipano Cícero dos Santos. E às 23h30 estreia a série Arquiteturas, abrindo com o Centre Georges Pompidou, complexo cultural de Paris.

A&E reconstitui caso  de triplo assassinato


O episódio de hoje de Investigação criminal, às 22h30, no canal A&E, vai reconstituir os assassinatos da gerente comercial Eliana Faria da Silva e de seu marido, Leandro Donizete de Oliveira, ocorridos em 2006, na cidade de Bragança Paulista. O filho do casal, de 5 anos, e uma funcionária da loja deles, Luciana Michele de Oliveira Dorta, conseguiram escapar dos assaltantes, mas a moça morreu no hospital. Os ladrões acabaram presos e condenados.

Brasil tem tradição de bons documentários


Dirigido por Eduardo Coutinho, cineasta morto semana passada, o documentário Jogo de cena é o destaque de hoje do canal Arte 1, às 21h30. Coutinho colocou um anúncio no jornal e recolheu dezenas de relatos de mulheres, interpretadas na tela pelas atrizes Fernanda Torres, Andrea Beltrão e Marília Pêra. No Canal Brasil, às 22h, Esse amor que nos consome, de Allan Ribeiro, mostra a luta de um grupo de dança contemporânea que ocupou um sobrado abandonado no Centro do Rio de Janeiro, enquanto o imóvel não é vendido pelos proprietários.

Atriz Jennifer Aniston  completa hoje 45 anos

Jennifer Aniston faz hoje 45 anos e para marcar a data o canal Megapix programou três de seus filmes: Separados pelo casamento (20h25), Quero ficar com Polly (22h30) e Caçador de recompensas (0h15). Na faixa das 22h, o assinante tem mais seis opções: As sessões, no Telecine Pipoca; Moneyball – O homem que mudou o jogo, na HBO; O corvo, na HBO 2; A ilha, no Max Prime; Domino – A caçadora de recompensas, no Studio Universal; e Uma lição de amor, no Glitz. Outras atrações do pacote de cinema: Guerra de casamentos, às 21h, no Comedy Central; Xeque-mate, às 22h30, no FX; e o clássico O sol é para todos, à meia-noite, na Cultura.

Abujamra vai provocar  o cantor brega Falcão

Por falar em Cultura, Antônio Abujamra entrevista o cantor cearense Falcão no programa Provocações, às 23h30. Falcão é conhecido do público como astro brega, e ele assume: “Tem dois tipos de brega, é igual colesterol: o bom e o ruim”. Para completar, explica a origem do sucesso I’m not dog no e a empatia com seu público, que, segundo ele, vai de crianças a velhos.


CARAS & BOCAS » Porção atriz
Simone Castro



Marília Gabriela vai participar de série na TV paga, depois de dar o ar da graça em Chiquititas (Fernando Torquatto/Divulgação -12/1/12)
Marília Gabriela vai participar de série na TV paga, depois de dar o ar da graça em Chiquititas

Acostumada aos papos sérios ou descontraídos como entrevistadora, Marília Gabriela vai participar da série As canalhas, no GNT (TV paga), na estreia da segunda temporada, em abril. Ela vai estrelar um dos episódios no papel de Celina. No elenco, entre outros, Virgínia Cavendish, Fernanda Rodrigues, Sérgio Marone, Márcia Cabrita, Eriberto Leão, Alessandra Maestrini, Rainer Cadete, Sílvia Buarque e Dhu Moraes. Marília volta à teledramaturgia quase cinco anos depois da última atuação, na série Cinquentinha (Globo), de Aguinaldo Silva. Na quarta-feira, ela fez participação especial em Chiquititas como ela mesma. É que recebeu, em seu programa no SBT/Alterosa, o De frente com Gabi, o astro português Tomás Ferraz, que não passa de um disfarce do barista Tobias, interpretado por Pedro Lemos. Também aos domingos, a apresentadora comanda o Marília Gabriela entrevista, no GNT.

JORNALISTA FALA SOBRE A DOAÇÃO DE MEDULA

No Retratos desta noite, às 21h30, na TV Horizonte (canal 19 UHF), a jornalista Flávia Freitas vai falar sobre a campanha “Quinta do bem” nas redes sociais. Depois de perder o irmão e a prima para a leucemia, ela se lançou na campanha com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância da doação da medula óssea e o quanto é fundamental para quem sofre da doença.

PAULINHO DA VIOLA FALA  DO SEU TIME DO CORAÇÃO


O cantor e compositor Paulinho da Viola fala do início de temporada de seu time, o Vasco, no Campeonato Carioca, no Cartão verde, hoje, às 22h, ao vivo, na TV Cultura. Grande nome do samba brasileiro, o músico, que nasceu no Rio de Janeiro e traz o Vasco da Gama em seu coração, tem no currículo sucessos como Coração leviano, Dança da solidão e Foi um rio que passou em minha vida. Mas futebol também integra seu repertório. Ao lado do também vascaíno Marcelo Camelo, Paulinho gravou sua versão do hino do cruz-maltino. Ele vai comentar o terceiro lugar que o clube ocupa hoje no estadual carioca, atrás de Fluminense e Flamengo.

ADVÉRBIO GANHA LUGA NA TELA DO CANAL FUTURA


Menos é um advérbio, portanto, invariável, mas quantas vezes não ouvimos alguém usando uma “concordância” com o gênero feminino? Produzida em parceria com o Museu da Língua Portuguesa de São Paulo, a série Menas: o certo do errado, o errado do certo estreia este mês nos intervalos da programa do canal Futura (TV paga). O próprio título é uma provocação com o intuito de realçar a amplitude e a criatividade da língua. As 30 peças de animação apresentam de maneira simples e lúdica alguns dos “erros” linguísticos mais comuns no dia a dia do brasileiro e, em seguida, a maneira “correta” de falar segundo a norma culta. Neste mês, ainda, o telespectador também confere dicas de ciências exatas, na série de interprogramas Ciência em quadro, com princípios da matemática e da física por meio de diferentes modalidades esportivas. Mais: a série Jovens olhares traz histórias fictícias criadas por estudantes de um colégio do Rio de Janeiro a partir de temas que fazem parte do cotidiano, e Foto-grafias, uma sequência animada de imagens do fotógrafo Walter Firmo, que registrou ações educativas do canal em diferentes cidades do Brasil.

FIM DA LINHA

Acabou o The X factor nos Estados Unidos, depois de três temporadas. A versão importada do Reino Unido não teve a repercussão que Simon Cowell queria e na sexta-feira foi anunciado o seu cancelamento pela Fox (TV paga). Simon anunciou sua volta para a versão britânica do reality musical. “Tive um tempo fantástico ao longo dos últimos 12 anos, tanto no The X factor quanto no American idol. Além de ter a sorte de encontrar talentos incríveis nos shows, sempre tive uma recepção incrível do público americano (na maioria das vezes!)”, disse Cowell em comunicado oficial. Simon Crowell ainda completou: “No ano passado, por uma série de razões, tive que tomar a decisão de voltar para a versão britânica do The X factor em 2014. Então, por isso, estou de volta ao Reino Unido. Quero agradecer à Fox por ser um parceiro incrível, e também quero agradecer a todos que têm apoiado os meus shows. América, vou vê-la em breve!”, finalizou Simon.

VIVA
Com antecipação dos capítulos de Em família (Globo), a trama ganhou agilidade, especialmente nos últimos desfechos.

VAIA
Além do horizonte (Globo), que havia ganhado uma dinâmica maior, agora já enfrenta novamente uma certa lentidão.