quarta-feira, 19 de junho de 2013

Helio Schwartsman

folha de são paulo
Entre a sabedoria e a loucura
SÃO PAULO - Massas impõem respeito. Políticos que até ontem desdenhavam dos radicais e vândalos do Passe Livre agora juram que apoiam as manifestações desde criancinhas. Já há governantes falando em rever o preço do ônibus. O que está acontecendo?
É difícil dizer com precisão. Estudiosos da psicologia de massas ainda não chegaram a um acordo nem sobre como elas atuam, menos ainda sobre como surgem e desaparecem. Há motivos tanto para júbilo como para apreensão. Multidões, afinal, podem ser extremamente sábias e pavorosamente estúpidas.
Do lado positivo, a agregação de grandes números extirpa certos tipos de erro, já que os palpites mais absurdos se anulam e o que resta faz algum sentido. Se você quer saber o peso de um bezerro, pergunte para 787 pessoas, a maioria das quais não terá a menor ideia de qual número chutar, e tire a média. Em 1906, James Galton, um cientista fascinado por medidas, fez isso e ficou ainda mais fascinado quando descobriu que a diferença entre as estimativas e o peso real do bicho foi de uma libra.
Não é só. A resposta mais popular entre espectadores de programas como "Quem Quer Ser um Milionário" está certa em 90% das vezes. No fundo, é o mesmo princípio utilizado por casas de apostas, que delegam ao mercado a tarefa de estimar as probabilidades e definir os prêmios.
Podemos então sempre confiar na sabedoria das multidões? É claro que não. Se as massas eliminam certos erros, criam outros. Entre as principais patologias do pensamento de grupo destacam-se a radicalização, a supressão do dissenso e a animosidade. Movimentos terroristas, caça às bruxas e brigas de torcida são, afinal, fenômenos de massa.
Multidões podem ainda ser manipuladas por demagogos e geram desastres históricos com seu comportamento de manada. Políticos, com seu aguçado senso de sobrevivência, aprenderam a cultivá-las e temê-las.

    Incógnita nas ruas - Editorial FolhaSP

    folha de são paulo
    Incógnita nas ruas
    Apesar de cenas isoladas de vandalismo, protestos mobilizam a classe média insatisfeita com desempenho de vários níveis de governo
    Quando se iniciaram os protestos contra o aumento das tarifas de transporte em São Paulo, com seus episódios de vandalismo dos manifestantes e de violência policial, um equívoco comum foi subestimar a ressonância que o Movimento Passe Livre (MPL) poderia alcançar no meio social.
    O porte dos protestos dos últimos dias, por todo o país, e o caráter em geral pacífico das marchas deixaram patente que a depredação partiu de grupos minoritários.
    Por mais que a ação truculenta da Polícia Militar paulista, na quinta-feira, tenha sido decisiva para engrossar a multidão nas ruas, está claro que a reivindicação de reverter os aumentos de tarifa se tornou o veículo de uma insatisfação profunda, ainda que difusa, sem dúvida insuflada pela mordida da inflação nos salários.
    "Não são só 20 centavos" foi uma das palavras de ordem da passeata de segunda-feira em São Paulo. De fato, eram muitas as bandeiras: de críticas aos gastos com a Copa à defesa de investigações pelo Ministério Público, passando por vagos pedidos por "mais direitos".
    Políticos, como seria de prever, tornaram-se alvos dos manifestantes. A presidente Dilma Rousseff (PT), os governadores Geraldo Alckmin (PSDB-SP) e Sérgio Cabral (PMDB-RJ) e o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), foram criticados nos maiores protestos.
    Nada disso torna menos irrealista a demanda maior do movimento, tarifa zero. Para tanto, em São Paulo, seria preciso agregar ao subsídio anual de R$ 1 bilhão outros R$ 4,6 bilhões --92% do que se arrecada com o IPTU.
    Com a capacidade de investimento do Estado --em todos os níveis de governo-- reduzida a quase nada por anos de estreiteza e inépcia na condução da economia, aumentar o subsídio ao transporte nessa proporção é impraticável.
    Por outro lado, suspender o reajuste (em São Paulo, de R$ 3 a R$ 3,20) é decisão política extremamente custosa, na medida em que possa traduzir capitulação do poder público perante atos violentos.
    O tamanho das marchas se impôs como índice de mudança de qualidade dos protestos. Mal ou bem, a massa falou pela maioria e falou contra os poderes instituídos.
    São decerto condenáveis, até criminalmente, os atos de vandalismo e a depredação a palácios (a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro foi o pior exemplo). É positivo que o MPL tente isolar e conter manifestantes violentos, como diante da prefeitura paulistana.
    Registre-se também que, nos protestos desta semana em São Paulo, a Polícia Militar se redimiu dos abusos cometidos dias antes. Mesmo diante da ameaça de invasão do Palácio dos Bandeirantes (sede do governo estadual), logrou manter conduta apaziguadora.
    Continua válido, nesse sentido, o princípio de que os protestos deveriam obedecer a regras e itinerários negociados com a polícia, de maneira a evitar o colapso frequente da circulação urbana.
    As pessoas precisam trabalhar e chegar em casa. Não é justo que manifestações por mobilidade, a toda hora, as impeçam de ir e vir. Menos ainda que sejam expostas à violência, parta de quem partir.
    De resto, as marchas não são representativas da demografia brasileira. Pesquisa Datafolha entre os participantes constatou que a maioria tem diploma universitário (77%) e menos de 25 anos (53%). Ou seja, a adesão é maior entre jovens de classe média, se não de classe média alta.
    Isso não é razão para desmerecer o movimento, por certo. Não faltam exemplos, na história recente do Brasil, de transformações políticas iniciadas com manifestações desse segmento social --basta citar as eleições diretas e o impeachment de Fernando Collor.
    Há muitas diferenças com as mobilizações dos anos 1980 e 1990, contudo. Esta agora tem muito de espontâneo e descentralizado, definindo-se mais pelo recurso a meios tecnológicos (redes sociais e telefonia celular) do que pela liderança exercida por organizações.
    Até aqui, o movimento rejeitou a instrumentalização por partidos políticos (84% declararam ao Datafolha não ter preferência partidária). Mas só os ingênuos deixarão de reconhecer que leva água para correntes à esquerda do PT, como PSOL e PSTU --ou que possa, principalmente, vir a engrossar o apoio a Marina Silva e sua Rede.
    A fluidez e a desorganização dos protestos tornam sua pauta caleidoscópica, multifacetada e cambiante. Essa é a sua força, e também sua vulnerabilidade.
    Em primeiro lugar, a ausência de uma voz unificada torna a interlocução com o poder público muito difícil. Depois, a direção fragmentada abre inúmeras oportunidades para a ação de grupos arruaceiros. A falta de foco, por fim, tende a multiplicar as demandas, o que também serve para diluí-las.
    Não será surpresa se o movimento acabar por esvair-se e ser eclipsado na campanha eleitoral de 2014, cuja antecipação pode agora ser vista como um sintoma de falência da política atual, tão bem representada pelo comportamento do Congresso Nacional.
    Ninguém esperava que transcorresse assim, mas tal é a forma que assumiu a tantas vezes prognosticada insatisfação das classes médias com o que há de disfuncional no Estado brasileiro, após dez anos de PT no governo federal e quase duas décadas de PSDB no comando do principal Estado do país.
    Como na marcha de muitas cabeças em São Paulo, é difícil prever onde esse caudal irá desembocar. Nem os manifestantes sabem.

      Ato em SP tem ataque à prefeitura, saque e vandalismo; PM tarda a agir

      folha de são paulo
      Grupo condena violência e fala em 'revolta popular'
      DE SÃO PAULOO MPL (Movimento Passe Livre) disse condenar a violência, mas classificou como "revolta popular" os atos de vandalismo e saque ocorridos ontem em São Paulo.
      Marcelo Hotimsky, um dos líderes do MPL, disse que os episódios registrados ontem são a prova de que "o prefeito vai ter que baixar a tarifa".
      "Tudo o que aconteceu é a revolta popular. Se quiser manter a cidade em ordem, vai ter que mudar para conter esse sentimento de revolta", afirmou Hotimsky em entrevista à Folha.
      Ele afirmou que não há o que comentar sobre os saques. Hotimsky afirmou que o grupo condena a violência, mas entende que o que ocorreu é fruto da revolta.
      Para o secretário da Casa Civil do governador Geraldo Alckmin, Edson Aparecido (PSDB-SP), no entanto, as lideranças do MPL não podem ficar alheias aos atos de vandalismo nas manifestações.
      "A liderança de um movimento tem que ter responsabilidade. Eu sou responsável pelo que acontece de bom e pelo que acontece de ruim também." Para Aparecido, "estão romantizando muito as coisas; nós vamos ter que abrir esse debate a partir de agora."
      NOVOS PROTESTOS
      O MPL volta a realizar um protesto amanhã no centro de São Paulo. A manifestação está marcada para a praça do Ciclista, na Paulista, às 17h.
      Hoje, o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) e o Movimento Periferia Ativa planejam parar ruas da periferia da Grande São Paulo para protestar por moradia, entre outras coisas. O MPL vai apoiar.

        DEPOIMENTO
        Muitos buscavam TVs e roupas; outros só pretendiam destruir
        JOÃO WAINEREDITOR DO TV FOLHAO povo estava em fúria na rua Direita. Logo que cheguei, vi a porta do Magazine Luiza arrebentada e dezenas de pessoas enlouquecidas saindo com televisões, micro-ondas, roupas, brinquedos e notebooks.
        Entrei e vi um cenário de destruição. Muitos reviravam a loja em busca de objetos de valor, mas uma boa parte queria apenas quebrar tudo.
        "Eu não estou aqui para roubar nada, só quero quebrar. Esses caras me roubaram a vida inteira", disse um dos saqueadores com o rosto coberto enquanto destruía um forno de micro-ondas.
        Pouco depois os manifestantes atravessaram a rua e começaram a chutar e atirar objetos na porta das Casas Pernambucanas. Eles arrebentaram a porta e cerca de 50 pessoas entraram na loja.
        Uma delas gritava: "Sobe, sobe, os notebooks estão lá em cima, aqui embaixo só tem roupa". Minutos depois começaram a sair carregados com os objetos da loja.
        Do lado de fora o clima era de tensão e euforia. "Chegou o nosso dia", gritavam alguns manifestantes. A polícia chegou 40 minutos depois. Alguns policiais recolheram TVs, secadores de cabelo e roupas e devolveram a funcionários das Lojas Americanas, que também foi saqueada. Naquele momento, nenhum manifestante havia sido preso.

          * PM DEMORA 3 HORAS PARA AGIR E DIZ QUE TENTOU EVITAR FERIDOS * GRUPO PACÍFICO TENTA CONTER VIOLÊNCIA E MOSTRA DIVISÃO ENTRE ATIVISTAS * PELA PRIMEIRA VEZ, HADDAD ADMITE REVER REAJUSTE
          São Paulo voltou a viver ontem uma noite de caos e protestos violentos. Manifestantes atacaram a sede da prefeitura, saquearam lojas, depredaram prédios públicos e privados e o relógio que faz a contagem regressiva para a Copa, na avenida Paulista.
          A confusão começou após milhares de participantes cercarem a prefeitura, no centro. Um grupo tentou invadir o prédio com chutes e pedras e derrubar a porta principal com grades usadas para cercar o local.
          Integrantes do Movimento Passe Livre e outros manifestantes tentaram conter o grupo, demonstrando uma divisão entre os participantes dos atos. Servidores que estavam do lado de dentro do prédio acompanhavam apavorados a tentativa de invasão.
          No momento do ataque, às 18h50, Haddad estava fora da prefeitura. Ele fora ao encontro da presidente Dilma e do ex-presidente Lula em busca de uma solução para a crise.
          Sem conseguir entrar, os manifestantes incendiaram uma van da TV Record e passaram a depredar bancos e a saquear dezenas de lojas de roupas, joias e eletrodomésticos. O Theatro Municipal, onde acontecia um espetáculo, foi cercado e pichado.
          A PM demorou cerca de três horas para agir. Segundo a Secretaria da Segurança, isso aconteceu para evitar que pessoas sem relação com os atos de vandalismo fossem feridas. Após a intervenção da polícia, com uso da Tropa de Choque, 30 foram detidos.
          O ato seguiu para a avenida Paulista, onde começou pacífico. No fim da noite, porém, houve mais depredação. Na rua Augusta, policiais reagiram com bombas; na Paulista, ficaram imóveis diante de provocações.
          De manhã, Haddad admitiu a possibilidade de suspender o aumento da tarifa de R$ 3 para R$ 3,20, mas disse que, para isso, poderia aumentar impostos. Segundo o Datafolha, a descrença dos paulistanos nos Três Poderes é a maior em uma década. O apoio aos protestos cresceu.
          aqui

            Mônica Bergamo

            folha de são paulo

            Principais centrais sindicais do país devem se reunir com Lula


            As principais centrais sindicais do país devem se reunir nas próximas horas com Lula. A reunião será no instituto que leva o nome do ex-presidente, em SP.
            DISCRETO
            Dirigentes das centrais e integrantes do próprio Instituto Lula preferiam que a reunião se realizasse em sigilo. Temem a interpretação de que estão querendo falar mal da presidente Dilma Rousseff ou conversar sobre os protestos que varrem o país.
            EM GRUPO
            São aguardados Vagner Freitas, presidente da CUT, Wagner Gomes, da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), José Calixto Ramos, da Nova Central, e também representantes da Força Sindical.
            NADA A VER
            Circula nas redes sociais mensagem atribuída a Jô Soares em apoio às manifestações que tomaram as principais capitais do país. Em uma delas, o apresentador sugeriria que "um bom protesto sem vandalismo seria todo o estádio no próximo jogo do Brasil cantar o hino nacional de costas", levantando cartazes com frases como "esse protesto não é contra a seleção, mas sim contra a nossa corrupção".
            NADA A VER 2
            Jô Soares esclarece: não tem Twitter, Facebook nem Instagram. Ou seja, a mensagem não tem nada a ver com ele. "É tudo mentira. Alguns textos me colocam a favor, outros contra as manifestações", diz.
            *
            O apresentador é "a favor dos protestos".
            EM DOIS
            A equipe do prefeito Fernando Haddad (PT-SP) rachou em relação à reação que ele deveria ter quando as passeatas pelo passe livre começaram. Uma parte, seguida pelos irmãos Tatto e até pelo grupo da vice-prefeita, Nádia Campeão (PCdoB-SP), apoiava o endurecimento, julgando que o movimento estava sendo "instrumentalizado pela direita". A "ala jovem" e secretários mais ligados ao próprio Haddad chiaram. Ele acabou seguindo o primeiro grupo, para depois voltar atrás.
            PEIXE FORA D'ÁGUA
            Enquanto a seleção brasileira se concentrava para a estreia na Copa das Confederações, no último sábado, Ronaldinho Gaúcho fazia uma campanha de moda.

            Ronaldinho Gaúcho posa para marca de roupa

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            Moacyr Lopes Junior/Folhapress
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            Ronaldinho Gaúcho em estúdio de São Paulo onde foi fotografado para campanha publicitária
            O jogador do Atlético-MG posou para fotos para a marca italiana de camisetas e acessórios Fiveblu, num casarão na zona sul de São Paulo, na sexta-feira.
            Estava preocupado com o trânsito --mais intenso por causa das manifestações contra o aumento da passagem de ônibus--, pois viajaria para Porto Alegre.
            Frustrado pela não convocação, Gaúcho disse à coluna que não assistirá aos jogos da competição.
            *
            Você vai assistir aos jogos da Copa das Confederações?
            Não, não vou ver. Não costumo assistir aos jogos. Gosto de ver os melhores momentos, os gols, mas não gosto de assistir a um jogo inteiro.
            Não vai ver porque não foi convocado?
            Nunca assisto mesmo. Nem do meu clube nem da seleção. Gosto de jogar. Assistir não é muito comigo.
            Como recebeu a notícia de que estava fora da competição?
            Esperava ser convocado. Mas aconteceu dessa forma e estou torcendo para que as coisas lá aconteçam bem. Meus amigos estão todos lá. Tive a felicidade de vencer com o Felipão, com o [Carlos Alberto] Parreira. Conquistei títulos. Vou torcer muito.
            Ficou magoado?
            Não, de forma nenhuma. Meu relacionamento com o Felipão é maravilhoso.
            Espera ser convocado para a Copa do Mundo de 2014?
            Falta muito tempo ainda. Estou indo pouco a pouco, um passo de cada vez. Ainda tem seis meses de competições importantes pelo Atlético [MG]. Até dezembro vou trabalhar, depois vejo o que vai acontecer.
            É diferente o assédio dos torcedores de Minas Gerais em relação ao do Rio?
            Não estou estranhando muito porque lembra Porto Alegre. Assim como Porto Alegre, Belo Horizonte é uma cidade carente de ídolos. É diferente do Rio, que tem ator, artista, e de São Paulo, que está acostumado com gente conhecida.
            E o assédio feminino?
            Maravilhoso [risos]! Uma cidade que tem muitas mulheres bonitas, em todo lugar que tu passa. Muita mulher bonita... Mas é um povo muito educado e carinhoso.
            Você está numa fase mais ou menos baladeira?
            Igual a sempre [risos]. Quando tenho meu tempo de folga, sou uma pessoa igual a qualquer outra, que gosta de ter uma vida normal. Tudo que tu faz no momento certo, não tem problema nenhum.
            Tem acompanhado as manifestações contra o aumento da passagem de ônibus que estão ocorrendo pelo Brasil?
            Estou jogando a cada dois dias, não dá tempo para acompanhar muita coisa. Vejo na TV, pego trânsito, entro na internet para ver o que é. É difícil. Todo mundo está manifestando, não é à toa.
            Sente-se mais confortável no campo ou como modelo?
            No campo! Bem mais, no campo! Aqui [no estúdio], sou um peixe fora d'água.
            IMAGINA NA COPA
            O Ministério do Turismo encomendou uma pesquisa para a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) nos estádios, arredores e aeroportos durante a Copa das Confederações. A ideia é que 20 mil pessoas sejam entrevistadas para a pasta saber o perfil do turista que circula no evento que é teste para a Copa do Mundo de 2014, no país. Os dados sairão em setembro.
            NOITE DAS PODEROSAS
            Empresárias e personalidades participaram da abertura do Women's Forum no Brasil, na segunda-feira (17), no hotel Grand Hyatt. Vanessa Vilela, da Kapeh Cosméticos, e Beth Brooke, vice-presidente da Ernst & Young, compareceram.

            Jantar reúne personalidades femininas

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            Zanone Fraissat /Folhapress
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            A empresária Vanessa Vilela foi ao jantar de abertura do Women's Forum no Brasil, em São Paulo, na segunda (17)
            CORES NEUTRAS
            A cantora Diana Ross chega ao Brasil na próxima semana para shows em São Paulo, Rio e Curitiba. Para seu camarim, a cantora pediu paredes brancas e muita luz, móveis claros sem couro e espelhos grandes com iluminação lateral no "estilo Broadway". Ela também terá um chef particular durante sua estada no país.
            NEVE
            A Secretaria Municipal de Segurança Urbana de SP arrecadou 6.500 peças para a Campanha do Agasalho.
            BALADÃO
            Os atores Thaila Ayala, Sergio Marone e Giovanna Lancellotti foram ao Skol Sensation, no sábado, no Anhembi. João Castro Neves, presidente da Ambev, também participou da festa.

            Thaila Ayala e Giovanna Lancellotti vão a festa

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            Greg Salibian/Folhapress
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            A atriz Thaila Ayala esteve no Skol Sensation, no sábado (15), no Anhembi
            CURTO-CIRCUITO
            A Mônica Filgueiras Galeria abre a exposição "Registros", de Marcia Kikuchi, às 19h, na Consolação.
            Damien Loras, cônsul da França, faz festa para chefs às 19h, no Jardim Europa.
            José Horácio Ribeiro, presidente do Instituto dos Advogados de SP, participa de eventos na Itália e em Portugal nesta semana.
            Gabriel Valim, cantor do hit "Piradinha", faz show às 22h30, na Villa Mix, na Vila Olímpia. 18 anos.
            A mostra "Khalil Gibran 130 Anos", considerada a melhor já feita sobre o libanês, termina domingo, no Memorial da América Latina. Entrada grátis.
            Mônica Bergamo
            Mônica Bergamo, jornalista, assina coluna diária publicada na página 2 da versão impressa de "Ilustrada". Traz informações sobre diversas áreas, entre elas, política, moda e coluna social. Está na Folha desde abril de 1999.