sexta-feira, 28 de junho de 2013

Centenário de Vinicius de Moraes é celebrado em 'Sarau' especial GloboNews, 23h30, livre.

folha de são paulo
MELHOR DO DIA
Centenário de Vinicius de Moraes é celebrado em 'Sarau' especial
GloboNews, 23h30, livre. O programa "Sarau" lembra o centenário de Vinicius de Moraes com uma edição especial, gravada na Sala São Paulo. É lá que o apresentador Chico Pinheiro acompanha a apresentação do espetáculo "Cinco Poemas de Vinicius de Moraes", encomendado pela Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) ao compositor João Guilherme Ripper.
A obra conta a história do poeta por meio de uma costura de seus próprios trabalhos, passando pela infância, pela experiência amorosa, obra e morte do artista. A Pinheiro, Ripper fala sobre a criação da peça, da qual participam da execução a soprano paraense Carmen Monarcha e a regente mexicana Alondra de La Parra.
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Série do NatGeo lembra ícones dos anos 1980
NatGeo, 19h45, livre. Canal exibe três episódios de série sobre os anos 1980: às 19h45, "Grandes Momentos do Futebol"; às 20h35, "Ícones do Esporte" e às 21h25, "A Década do Consumo", que cita Madonna.
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Documentário fala sobre policial cover de Raul
Futura, 14h35, livre. O "Sala de Notícias" exibe "Américo, um Caubói Dentro da Lei", documentário sobre um escrivão da Polícia Federal que, por 18 anos, conciliou a carreira com sua banda cover de Raul Seixas.
    TELEVISÃO/OUTRO CANAL
    Carminha vira a maior vilã-exportação da Globo
    Loira, rica, má e agora internacional. Carminha (Adriana Esteves) está vendo a sua "Avenida Brasil" tornar-se a novela da Globo recordista de vendas no exterior.
    O folhetim de João Emanuel Carneiro, exibido em 2012, foi comercializado para 106 países e dublado em 14 línguas diferentes como espanhol, inglês, russo, grego, polonês e francês.
    As vendas impressionam, uma vez que todo esse montante foi atingido em apenas seis meses. Na África, segundo a emissora, quase todos os países compraram a novela.
    A vingança de Nina (Débora Falabella) contra sua madrasta Carminha já está no ar na Rússia, Croácia, Grécia, Uruguai, Panamá e Equador com bons índices de audiência. Na Venezuela, "Avenida Brasil" vai ao ar pela Venevision Plus e é líder de ibope no horário de exibição, assim como em Portugal.
    E João Emanuel está batendo o seu próprio recorde. A campeã de vendas internacionais da Globo até então era outra novela do autor, "Da Cor do Pecado" (2004). A trama teve os seus direitos de exibição vendidos para 100 países.
    Entre as mais vendidas estão: "Terra Nostra" (1999), 95 países; "O Clone" (2001), 90 países; "Caminho das Índias" (2009), 90 países; e a primeira versão de "Escrava Isaura" (1976), 79 países.
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    TROFÉU Luciana Gimenez recebe de Murilo Couto, repórter do "Agora É Tarde" (Band), a caneca prêmio de melhor entrevistada da atração nesses dois anos no ar
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    Gaveta 1 A Record desistiu de fazer a versão brasileira de "Family Feud", formato da FremantleMedia.
    Gaveta 2 O programa, que é uma espécie de competição entre famílias, seria apresentado por Rafael Cortez.
    Proposta José Emílio Ambrósio, ex-diretor de jornalismo da Band e da RedeTV!, foi visto ontem em São Paulo em um longo almoço com o presidente da RedeTV!, Amilcare Dallevo.
    O NÚMERO É... A estreia de "Gabi Quase Proibida" (SBT), anteontem, marcou três pontos de audiência, um ponto a mais do que o horário costuma registrar. O programa ficou em terceiro lugar. Cada ponto equivale a 62 mil domicílios na Grande São Paulo.
    Reprise Chamou a atenção no "SBT Brasil" esta semana uma reportagem sobre a prática de arrastão em restaurantes. A mesma matéria, que faz parte de uma série sobre o assunto, já tinha ido ao ar na semana anterior.
    Reprise 2 Procurada, a assessoria do SBT diz que a reportagem faz parte de uma série que foi interrompida no "SBT Brasil" para a cobertura das manifestações pelo país. Nesta semana, a série foi retomada pelo noticiário.
    Reprise 3 O problema é que em nenhum momento o telespectador foi avisado que tratava-se de uma reexibição.
    Suor A coluna quer saber por que Jacques, médico galã interpretado por Julio Rocha, usa há um mês o mesmo terno bege em "Amor à Vida".

    CRÍTICA
    'O Banheiro do Papa' alude aos problemas do Brasil com a Copa
    INÁCIO ARAUJOCRÍTICO DA FOLHA
    Tivesse o governo um pouco mais de atenção aos nossos filmes, talvez não estivesse agora encalacrado com os estádios da Copa do Mundo. Pois é um pouco disso que trata a coprodução Uruguai-Brasil "O Banheiro do Papa" (Canal Brasil, 22h; 12 anos).
    Um rapaz pobre da fronteira entre os dois países vê uma grande oportunidade de negócios quando o Papa vai visitar sua cidade: construir banheiros provisórios para serem usados pela massa que acorrerá ao local.
    Nem tudo corre como ele esperava. Mas os investimentos (enormes, para suas parcas economias) está feito. Se não é uma obra-prima, o filme de Enrique Fernández e César Charlone pode ser instrutivo e tem a vantagem de ser também bastante divertido

    Vencedor do Pritzker exalta o simples

    folha de são paulo
    Silas Martí
    Eduardo Souto de Moura gosta de pés firmes, plantados no chão. Sua arquitetura parece se alastrar na horizontal e se articula sempre por ângulos retos -um vocabulário "duro e geométrico".
    Vencedor do Pritzker há dois anos, o maior prêmio da arquitetura, ele acaba de desenhar com Álvaro Siza, também vencedor do Pritzker e seu conterrâneo do Porto, um pavilhão temporário, de linhas bem retas, que será erguido no parque Ibirapuera, para a Bienal de Arquitetura de São Paulo, em outubro.
    Nacho Doce - 28.mar.2011/Reuters
    Lateral de arquibancada de estádio construído por Souto de Moura em Braga, em Portugal
    Lateral de arquibancada de estádio construído por Souto de Moura em Braga, em Portugal
    Mas antes, Souto de Moura vem ao país amanhã para dar uma palestra no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, e para participar da Festa Literária Internacional de Paraty, na próxima quinta, quando fala sobre a relação entre os espaços construídos, o tempo e a memória.
    É da lembrança do modernismo, aliás, que Souto de Moura extraiu sua linguagem minimalista na arquitetura.
    Ele buscou essa contenção formal, idolatrada em tempos de austeridade, nas transparências e ângulos retos de Mies van der Rohe, alemão morto em 1969 que se radicou nos Estados Unidos e construiu prédios também austeros, como o Seagram, em Nova York, e casas que agarram a linha do horizonte, quase coladas à paisagem.
    "Sempre tive um grande fascínio pela obra do Mies", diz Souto de Moura, em entrevista à Folha. "Quando decidi ser arquiteto, queria um ar fresco. Na época, precisávamos construir um país moderno depois de uma ditadura fascista, e ele tinha uma linguagem concisa e direta, baseada no sistema construtivo e no uso dos materiais."
    Souto de Moura fala dos anos 1970, no pós-Revolução dos Cravos, em que despontou a escola do Porto, um movimento que redefiniu as bases da arquitetura moderna com os pés bem fincados na cidade do norte de Portugal.
    "É uma cidade que tem afinidade com as coisas mais econômicas, simples", diz o arquiteto. "Tem uma tradição na arquitetura de ser menos representativa, menos ligada ao poder, e mais ligada ao chão, estável, sem grandes malabarismos estruturais."
    Nessa pegada pé no chão, Souto de Moura fez o desenho das estações do metrô do Porto, espaços fluidos, de planos finíssimos de vidro e concreto que desaparecem na malha urbana da cidade, destacando o casario ao redor.
    "Essas estações foram pensadas caso a caso", diz Souto de Moura. "Não são máquinas pousadas ali, a ideia era promover cada lugar."
    NÓRDICO E TROPICAL
    É também nesse ponto que seu modernismo de base nórdica, de um alemão como Mies van der Rohe, parece fundir com a modernidade que observou no Brasil, de arquitetos como Vilanova Artigas e Paulo Mendes da Rocha, famosos por desenhos de prédios que juntam sem medo os espaços de fora e de dentro.
    "Quando vi a arquitetura de São Paulo, fiquei rendido ao Artigas", diz Souto de Moura, sobre o autor do prédio da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. "Gosto do modernismo brasileiro, que livra as quadras e os lotes, elevando os prédios sobre pilotis. É a natureza com a arquitetura dentro."
    Souto de Moura levou essa lição a sério no estádio de futebol que construiu em Braga, no norte de Portugal. Instalada numa antiga pedreira, a estrutura é toda aberta, com áreas atrás do gols com vistas rasgadas da paisagem.
    Seu projeto no Ibirapuera, aliás, é uma reação, não menos aberta e fluida, à modernidade tropical de Oscar Niemeyer, uma caixa ortogonal que contrasta com as curvas da marquise do parque e com os contornos orgânicos da mata e do lago no entorno.
    Num caso parecido, quando Souto de Moura e Álvaro Siza desenharam juntos um pavilhão temporário para a Serpentine, em Londres, o resultado foi o contrário. Em vez das formas quadrangulares de sempre, criaram uma estrutura que lembrava uma espécie de tartaruga gigante.
    "Todos disseram que era um projeto esquisito para ser meu ou do Siza, mas isso é porque é nosso, não é só de um nem do outro", diz o arquiteto. "Trabalhamos bem juntos porque ninguém quer provar nada ao outro. É como um jogo de xadrez, só que sem xeque-mate."
    EDUARDO SOUTO DE MOURA
    QUANDO palestra amanhã, às 16h
    ONDE Museu da Casa Brasileira (av. Brig. Faria Lima, 2.705;
    tel. 0/xx/11/3032-3727)
    QUANTO grátis (250 pessoas)

    Concerto muda a noite na periferia de SP

    folha de são paulo
    Cidade Tiradentes recebeu o Quarteto de Leipzig, um dos mais prestigiados do mundo, em apresentação gratuita
    Público de 120 pessoas ouviu obras de Haydn e Schubert; para muitos, foi o primeiro contato com a música clássica
    MORRIS KACHANIDE SÃO PAULOA noite de anteontem foi histórica para Cidade Tiradentes, rincão da zona leste a uma hora e meia do centro da cidade, com sorte, e que mais comumente aparece no noticiário associado aos altos índices de vulnerabilidade social.
    Pela primeira vez em seus mais de 30 anos de existência, este bairro dormitório com 215 mil habitantes recebeu um quarteto de cordas. E não foi uma formação camerística qualquer. Tratava-se do imponente Quarteto de Leipzig, alemão, que já gravou mais de 90 CDs e apresentou-se nas mais prestigiadas salas do mundo afora.
    O concerto, no Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes, foi gratuito. Com instrumentos italianos dos séculos 17 e 18, os alemães tocaram um quarteto de Haydn e, na sequência, 40 minutos de Schubert ("A Morte e a Donzela").
    "Foi da hora. Eles pareciam sincronizados. [A música] Te faz pensar na vida, no cotidiano, esquecer seus problemas", afirmou a estudante Patrícia Ferreira. "Ela te leva a uma outra realidade, na qual não há peso. Gostaria de viver nela para sempre", engrossou sua colega, a também adolescente Priscila Ferreira.
    A costureira Marinez de Alencar Costa, 45, conta como tentou convencer as vizinhas a irem: "Tentei explicar que isso passa na novela, que é uma música que é só tocada e que vai direto na alma".
    O curador do Centro Cultural São Paulo, Dante Pignatari, responsável pela empreitada, só se irritou quando, depois de Haydn, uma mulher com a filha no colo lhe perguntou: "Eles vão tocar a mesma coisa?".
    A maioria do público, de 120 pessoas, nunca havia assistido a um concerto. A indumentária contrastava com o visual austero dos músicos, todos de preto: muita gente de sandália, e os indefectíveis manos e minas de boné e moletom, às vezes com o capuz erguido. Também estavam presentes muitos jovens de bandas de igrejas evangélicas.
    Se houve um problema, foi o da "turma do fundão", minoria composta por adolescentes irrequietos, que ia perdendo a paciência na medida em que o concerto evoluía. Ao fim, Matthias Moosdorf, violoncelista, avaliou que a execução de apenas uma peça teria sido mais adequada.
    Mas o balanço foi bom. "Qualidade, qualquer público reconhece. Trazer um quarteto desta categoria é uma questão de respeito, e abre as fronteiras", diz Pignatari.
    "Claro que a música clássica tem sua complexidade e exige um background. Mas ao mesmo tempo, ela traz uma atmosfera que toca diretamente o coração", afirma Moosdorf.
    Há um mês, o pianista André Mehmari recebeu vaias e xingamentos durante apresentação para 700 alunos da rede pública, em Campinas. Ele não considera que o incidente tenha relação com classe social: "É um problema de educação generalizado. O violonista Fábio Zanon tocou para alunos de uma escola AA e teve o mesmo problema", diz.
    UTOPIA
    Cidade Tiradentes tem o segundo menor orçamento entre as subprefeituras de São Paulo e seu IDH é dos mais baixos. O bairro teve o maior índice de abandono do ensino médio, e mais de 22 mil famílias possuem renda per capita de até meio salário mínimo, segundo dados da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social.
    Funk e sertanejo predominam por lá. E há algumas iniciativas dos CEUs nos bairros vizinhos. Cinema? Só a 40 ou 50 minutos dali.
    O Centro de Formação Cultural foi inaugurado por Kassab em dezembro. Não é exagero chamá-lo de "utopia construída", como o faz seu coordenador, Guilherme Cesar, 30.
    O prédio custou R$ 24 milhões, tem 7.300 m² e conta com biblioteca, cinema e espaço expositivo, além de laboratórios e ateliês. Só não é 100% construída a utopia porque o centro simplesmente não dispõe de dotação orçamentária para este ano, e está às moscas.
    As únicas atividades atuais são dois cursos, de iniciação artística e formação vocacional. Receberam um total de 950 inscrições, mas só 150 alunos foram matriculados.
    "Não temos dinheiro nem para comprar um pote de tinta para o ateliê. Nem site temos", afirma Cesar.
    O ex-secretário municipal de cultura, Carlos Augusto Calil, conta que o pedido de orçamento foi solicitado no apagar das luzes da gestão Kassab, mas não atendido. E ficou nisso.
    Consultada, a atual gestão da Secretaria de Cultura informou que o centro está operando com recursos de dotações de outros espaços. E que uma dotação específica para o espaço será programada para o ano que vem.

      Barbara Gancia

      folha de são paulo
      Bora, enxugar gelo!
      Fazer leis tem bastado para consertar o que está errado no país em que leis 'pegam' ou não segundo o vento?
      Nesta hora tão grave, os brasileiros estão unidos em torno de uma só verdade: nunca se disse tanta asneira quanto agora.
      Está certo que é melhor ouvir do que ser surdo e que é preferível ver gente nas ruas gritando e agitando cartazes que digam frases como "Vendo Palio 2005" do que recostada no sofá comendo farinha crua.
      A falta de familiaridade com a prática do agir e pensar político, porém, já está trazendo consequências que podem não ser as mais desejáveis.
      Sem querer moralizar, mas já dando um baita puxão de orelha: o que é que esta humilde datilógrafa vem dizendo há anos (desde 2006 para ser precisa)? Que o processo do mensalão só podia dar nhaca. Que não existe condenação viável com 37 réus agrupados em um mesmo processo, uns civis outros não, sem direito a recurso.
      Joaquim Barbosa fez lá seu show por meses a fio e deu neste nó jurídico. A desilusão quem causou foi ele. Só que a percepção de quem está nas ruas é de impunidade geral, enquanto ele sai como herói.
      Outra ilusão é a tal PEC 37. Em vez de extirpar o cancro, resquício do regime militar, ineficiente inoperante e responsável por toda a violência existente, ou seja uma polícia configurada como militar, nós focamos o problema em outro canto e tratamos de dar superpoderes aos promotores. Por que isso? Por acaso promotor é mais idôneo do que policial? Quem disse?
      E desde quando, em um país injusto, sem mecanismos de controle e passível a desmandos como o nosso, o sujeito que investiga pode ser o mesmo que denuncia? Elevamos o status dos promotores (lembra do partidarismo do Luís Francisco?) que, muitas vezes, são tão mal preparados e mal remunerados, ou seja, passíveis de corrupção, quanto a polícia. Ganhamos o que com isso?
      Voltando aos PMs: se é polícia, não pode ser militar. As duas são instituições estruturadas para fins distintos. Uma é preparada para a guerra, ou seja, para atuar em operações de grande impacto e isoladas com estrutura verticalizada. A polícia deve agir em vários locais e sempre.
      É repetir a falácia do Alckmin. Assim que os índices de violência voltaram a subir em SP, por conta de brigas internas entre a PM e a Polícia Civil, que historicamente se estranham, e, quiçá, por sabotagem de grupos criminosos, (desconfio que, sobre isso, nem mesmo o Alckmin saberia responder), em vez de tentar sanear a instituição ou propor o início da conversa para a reestruturação do sistema nacional de segurança, nosso governador resolveu priorizar a questão da redução da maioridade penal. Isto quando as pesquisas mostram que apenas 3% dos crimes são praticados por menores, ainda que exista forte tendência de aumento desse índice.
      Quer mais uma aberração servida de bandeja? Pois eu pergunto a você, que pede leis mais duras e discordou de tudo o que eu disse até agora. Você, que foi contra a PEC 37, que acha o ministro Joaquim Barbosa um azogue porque, afinal, ele tem pinta de eficiente e é assim que você tem se pautado na hora de escolher em quem votar, confiando na sua intuição e pronto.
      Pois bem: a lei de crimes hediondos serviu para diminuir a incidência de crimes horripilantes no país? Por sinal, será que existem "crimes magníficos"?
      Fazer novas leis tem bastado para consertar o que está errado nesta nossa terra abençoada em que as leis "pegam" ou não de acordo com a direção do vento? Ou será que tentar acabar com o desvio de dinheiro público usando leis já existentes não seria bem mais eficiente do que transformar corrupção em crime hediondo, hein, dona Dilma?