quinta-feira, 16 de maio de 2013

Janio de Freitas

folha de são paulo

Velhas ideias
O terrorismo do noticiário econômico martela; não sei dizer se o governo está aturdido com isso
Liguei o rádio no carro. Entrou de sola: "é crucial e não é bom!". Um susto. O que seria assim dramático? A caminho do almoço, o susto devorou o apetite. Claro, era mais um dado da realidade terrível que o Brasil vive. As vendas no comércio de varejo, no primeiro trimestre ou lá quando seja, caíram a barbaridade de 0,1%.
O comércio vendeu, no período, menos R$ 0,10 em cada R$ 100. Pois é, crucial e nada bom.
Os preços, como o seu e o meu bolso sabem, vêm subindo à vontade há tempos, o que fez com que o comércio precisasse vender muito menos produtos para completar cada R$ 99,90 do que, na comparação com o passado, precisara para vender R$ 100. Mas, na hora, não tive tempo de salvar o apetite com esse raciocínio, porque à primeira desgraça emendava-se a notícia de outra. A queda desanimadora nas vendas para o Dia das Mães, comparadas com 2012: queda de 1%.
É preciso lembrar o quanto os consumidores encararam em aumentos de preços de um ano para cá? O comércio brasileiro está lucrando formidavelmente, com o maior poder aquisitivo das classes C, D e E, aplicado na compra dos tênis aos eletrodomésticos, dos móveis às motos, quando não aos carros.
O terrorismo do noticiário e dos comentários econômicos martela o dia todo. Não sei dizer se o governo está aturdido com isso, como parece das tão repetidas quanto inconvincentes tranquilizações do ministro Guido Mantega. Ou se comete o erro, por soberba ou por ingenuidade, de enfrentar a campanha que está, sim, fazendo opinião.
Daí que me permito duas sugestões, se v. quer elementos para formar sua própria opinião. O primeiro é a leitura, disponível no site da Folha (folha.com/no1278158), de um artigo muito importante, publicado no caderno "Mercado" de terça-feira. Seu autor é Bráulio Borges, mais um economista que escreve em português (um dia chegaremos à primeira dúzia).
Em "Pós-crise de 2008, debate mundial começa a reavaliar velhas ideias'", Borges mostra que as cabeças mais relevantes da "ciência econômica" estão derrubando as teses de política econômica ainda predominantes e adotadas pelos economistas e outros contra as linhas básicas da política econômica no Brasil.
A outra sugestão é para que v. comece bem as quartas-feiras. Se lhe ficam ainda reservas vindas de longe, releve-as e leia os artigos em que Delfim Netto tem dito muito do que precisa ser dito para fazermos ideia de onde e como estamos, de fato. Descontados, pois, terrorismos e eleitorismos. Ou, no caso, são a mesma coisa?
E como crucial vem de cruz, não se esqueça: enquanto o papa Francisco não chega, reze pelos nossos comerciantes, para que recuperem suas perdas.

    Na "maturidade" da Virada, ordem é concentrar atrações

    folha de são paulo

    De fora pra dentro
    Virada Cultural 2013, marcada para este fim de semana, tira atrações da periferia e se concentra no centro de SP
    LUCAS NOBILEMATHEUS MAGENTASILAS MARTÍDE SÃO PAULONo ano em que chega à sua nona edição, a festa mais popular de São Paulo abandonou a periferia e se concentrou na região central.
    A primeira Virada Cultural da gestão do prefeito Fernando Haddad (PT), marcada para este fim de semana, também vai ser menor do que a do ano passado, mesmo tendo o maior orçamento de toda a sua história, R$ 10 milhões.
    Foram cortados da festa todos os Centros Educacionais Unificados, os CEUs, que no ano passado reuniram 162 apresentações.
    No total, 4 milhões de pessoas foram a 790 eventos no centro e 414 em áreas periféricas em 2012. Agora, serão 784 atrações centrais e 226 em pontos distantes.
    Com um orçamento 33% maior neste ano--foi de R$ 7,5 milhões para R$ 10 milhões--, a Virada diminuiu os eventos em cerca de 16%.
    "Tudo que levava à dispersão, a gente reduziu", diz Juca Ferreira, secretário municipal da Cultura, à Folha.
    "A Virada não diminuiu. Houve um reordenamento e fortalecimento de certos processos e redução de outros. O conceito da Virada é permitir uma convivência inaudita na cidade, por isso ela não pode se dispersar."
    Ferreira ressalta que a periferia não está fora da Virada porque manifestações como rap, forró e funk voltaram à programação.
    "O que nós não queremos é que a periferia tenha de ficar na periferia. Queremos que as pessoas que moram lá venham até a Virada."
    "Acho isso um erro", ataca o vereador tucano Andrea Matarazzo, que lançou agora um projeto de lei para assegurar a realização da Virada. "Eu teria feito como sempre fizeram, para não sobrecarregar o centro."
    José Mauro Gnaspini, que passou a dividir o comando da festa com outros oito curadores, diz que "talvez não seja a Virada que vá atender a periferia" e diz que há planos para criar outras festas menores ao longo do ano.

      Na "maturidade" da Virada, ordem é concentrar atrações
      Prefeitura atribui a redução do território da festa aos reforços em infraestrutura, limpeza e policiamento
      "Nosso conceito não foi o de crescer a festa, mas qualificá-la, porque a grandeza dela já é sua marca", diz secretário
      DE SÃO PAULONa opinião de seus organizadores, a Virada Cultural chegou a sua "maturidade". Em vez de crescer, seria a hora de a festa melhorar seu conteúdo e resolver problemas crônicos, como a escassez de banheiros, a limpeza das ruas e o policiamento.
      "Nosso conceito foi qualificar a Virada, porque a grandeza já é a sua marca", diz Juca Ferreira, secretário municipal da Cultura. "Ampliamos a higiene, a infraestrutura, os serviços. Não devemos pensar que a Virada resolve todos os eventos da cidade."
      Ferreira diz que a concentração da Virada nas ruas do centro faz parte dessa "qualificação" e não contradiz uma das bandeiras do prefeito petista Fernando Haddad, de levar cultura à periferia, porque outros eventos em bairros fora do centro devem ser criados ao longo do ano.
      "Talvez a festa tenha chegado mesmo ao seu limite", diz José Mauro Gnaspini, responsável pela programação da Virada desde sua primeira edição e hoje um dos curadores da festa. "Esse é o tamanho que a festa pode ter, e outras expansões serão em outros locais e outras datas."
      Segundo Gnaspini, a posição e o tamanho dos palcos também foram repensados para evitar tumultos e, ao mesmo tempo, manter uma distância curta entre eles. Fora dos palcos, também haverá atrações de rua, que vão se deslocar entre as praças.
      "Tem um interesse da população em se sentir convidada para a mesma festa." Percebemos que a população da periferia queria estar aqui", diz o curador, lembrando que, com a operação 24 horas dos trens da CPTM, esse acesso ficará mais fácil.
      Mesmo mais concentrada, a Virada Cultural ficou mais cara agora por causa dos reforços na infraestrutura e "cachês mais equilibrados", nas palavras de Juca Ferreira.
      Além do custo da Virada, que aumentou de R$ 7,5 milhões para R$ 10 milhões este ano, a prefeitura gastou R$ 2 milhões a mais --R$ 6,8 milhões contra R$ 4,8 milhões de 2012-- com a campanha publicitária para promover a edição da festa.

        Matarazzo quer garantir a festa anual com lei
        DE SÃO PAULOCom a troca de partidos no comando da prefeitura paulistana, o vereador tucano Andrea Matarazzo lançou um projeto de lei para "assegurar" a realização da Virada Cultural, criada na gestão do ex-prefeito José Serra, em 2005.
        "Quero instituir a Virada Cultural como programa de governo, para assegurar que ela aconteça, não importa o partido que estiver no poder", diz Matarazzo. "É importante que ela continue com as características que ela já tem."
        Matarazzo, que critica a concentração da Virada no centro, também incluiu na lei a exigência de que pelo menos 20% das atrações da festa sejam inéditas a cada ano, evitando "chavões de sempre" e abrindo espaço para "revelações".
        Segundo o vereador, o projeto deve entrar em votação na Câmara paulistana no mês que vem.

          Escalada às pressas, curadoria coletiva fez poucas mudanças
          Resultado mais aparente apresentado pelos nove curadores foi a maior presença do rap
          DE SÃO PAULOMais de mil atrações espalhadas por mais de cem palcos durante 24 horas em um evento que recebeu cerca de 4 milhões de pessoas no ano passado. Afinal, quem decide quais são os artistas da Virada Cultural, onde e em que horário eles se apresentam?
          Nas primeiras oito edições da festa, a tarefa ficou nas mãos de José Mauro Gnaspini. Neste ano, na primeira Virada da gestão do prefeito Fernando Haddad (PT) e do secretário municipal da Cultura Juca Ferreira, Gnaspini divide a curadoria com outras oito pessoas.
          A contratação de especialistas em diferentes áreas, no entanto, teve pouco impacto na programação do evento.
          "Tem mais diversidade e profundidade dentro dessa diversidade. Você acrescenta mais camadas, mas, pela grandeza do evento, talvez isso não fique tão aparente para as pessoas", diz Pena Schmidt, um dos curadores.
          Uma das mudanças mais significativas da nona Virada é a volta do rap ao evento.
          Além dos holofotes voltados para o retorno dos Racionais MCs à programação -a última apresentação do grupo, em 2007, foi marcada por um confronto entre o público e a polícia- e do show de Criolo, o rap terá agora um ponto dedicado ao gênero.
          O palco Rio Branco - A Rua É Show receberá 24 apresentações de nomes como Emicida, Nelson Triunfo, Sombra e dois integrantes dos Racionais, KL Jay e Edi Rock.
          "O rap era dissolvido em palcos, até como forma de amainar a confusão de 2007. A curadoria entende que devia dar um lugar apropriado ao rap", diz Schmidt. "A Virada é um evento que carrega a mudança e a evolução. Portanto, não é exótico ter um palco de forró e um de funk, por exemplo", completa.
          Outra mudança é o destaque para as artes visuais, que não ficam mais só dentro dos museus da cidade. Intervenções como a do grupo Bijari, que construiu uma ponte luminosa sobre o vale do Anhangabaú e fez uma projeção para o Palácio da Justiça, devem chamar a atenção.
          ÀS PRESSAS
          Consenso entre os curadores é a falta de tempo para planejar a Virada deste ano. A comissão teve pouco mais de dois meses para conceber a programação. "Ideias ótimas apareceram, mas não tivemos tempo", diz Schmidt.
          Nomes como Marisa Monte e Chico Buarque foram convidados, cobraram cachês muito altos, mas não houve tempo para negociações.
          "Falta também cair a ficha para algumas pessoas de que não é hora de ganhar dinheiro, mas de fazer um preço generoso e dar um presente para o Brasil", comenta o curador Marcus Preto.

            José Simão

            folha de são paulo

            Palmeiras! Porco sabor frango!


            Buemba! Buemba! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República! Pensamento do dia: o Palmeiras comeu um frango e escapou de levar uma surra do Galo. Isso que é sorte! Rarará!
            E a vinda do papa ao Brasil? Acho difícil encontrar os cinco brasileiros pra se confessar com o papa. Assim, espontaneamente, pra um argentino? Uma amiga minha vai se confessar assim: "Papa, eu pequei, dei pra um argentino". Rarará!
            E a MP dos Portos? Naufrágio do Congresso Nacional! Baixaria! Vexame. Político brasileiro parece jukebox --só funciona se botar moedinha.
            E a Dilma: "Maaaaantega, traz o talão que eu preciso negociar com o Congresso".
            E eu já disse que o PMDB é o Partido do Mensalão Disfarçado do Brasil. E o PSDB parece o PT de dez anos atrás, só vota contra.
            E o PT tá pior que amendoim em boca de desdentado. Partido dos Trapalhões! Aliás, amendoim em boca de desdentado é o Palmeiras!
            Eu não sabia que porco gostava de frango. Aquele goleiro Bruno não engoliu um frango , engoliu um McChicken de oito andares! Engoliu uma avícola inteira.
            E depois do jogo ainda gritou: "Para no Frango Assado que eu ainda tô com fome". Rarará!
            Mas o Palmeiras tem um plano B: ficar na série B! Rarará! E sabe o que significa o KIA na camiseta do Kleina? "Kleina, Infelizmente Acabou!"
            E o site CornetaFC revela a revolta do Valdivia: "Mas justo agora que eu ia começar a jogar?". Acredite quem quiser! Rarará!
            E a manchete do Piauí Herald: "Eike Batista vence licitação para convocar a seleção brasileira". Tem que ter no mínimo seis parlamentares do PMDB! Rarará!
            E diz que o Maracanã vai se chamar Maracanax! É mole? É mole, mas sobe!
            O Brasileiro é Cordial! Placa em Chácara Santana: "Por favor, não coloque seu lixo ou móveis velhos na minha casa, se eu pegar, o chicote vai estralar até duas da manhã! Sem Mais...". Sem mais ou tem mais?
            Rarará!
            E esta faixa em Azurita, Minas Gerais: "Quem roubou as minhas galinhas e o meu galo, favor devolver, caso contrário está completamente amaldiçoado". Esse deve ser atleticano! Rarará! Nóis sofre, mas nóis goza!
            Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno!
            José Simão
            José Simão começou a cursar direito na USP em 1969, mas logo desistiu. Foi para Londres, onde fez alguns bicos para a BBC. Entrou na Folha em 1987 e mantém uma coluna que considera um telejornal humorístico.

            Mônica Bergamo

            folha de são paulo

            Lei contra biografias não autorizadas faz editora LeYa engavetar livro sobre José Dirceu


            A editora LeYa decidiu engavetar livro sobre a vida de José Dirceu que publicaria ainda neste ano. Motivo: a lei brasileira que proíbe o lançamento de biografias sem a autorização do biografado seria tão drástica que poderia gerar multas e punições que colocariam em risco a própria existência da empresa no país. O parecer foi dado pelo departamento jurídico da editora portuguesa.
            FORO ÍNTIMO
            "Não houve ameaça do José Dirceu. Nós é que tivemos dúvidas e decidimos consultar advogados. Mas o direito à reserva da vida privada é considerado absoluto no Brasil, o que faz com que seja impossível publicar livro sobre qualquer personagem histórico do país", diz Maria João Costa, editora-executiva da LeYa. "Até personagens secundários citados em fatos irrelevantes poderiam processar a editora."
            DÁ UM FILME
            A obra é assinada por Otávio Cabral, jornalista da revista "Veja". "Cada linha do livro poderia ser provada. Já tínhamos comprado os direitos", diz a executiva. "É absolutamente frustrante e algo que não ocorre em outros países democráticos. Aqui tudo é proibido. Histórias fantásticas não poderão ser contadas no Brasil." Como a vida de Dirceu, que, segundo Maria João Costa, "é digna de cinema".
            NA GAVETA
            Entre os precedentes que assustam a LeYa estão a vitória do cantor Roberto Carlos, que já conseguiu recolher e incinerar a edição de um livro sobre sua vida, e o processo que o dono de uma academia de boxe moveu contra editora que lançou a biografia de Anderson Silva.
            ÁGUAS DE MARÇO
            O vereador Ricardo Young (PPS-SP) quer obrigar a prefeitura a enviar mensagens de alertas de chuvas via SMS para os paulistanos. O projeto já estava na pauta para ser votado na Câmara Municipal. O prefeito Fernando Haddad (PT-SP) ainda pode vetar a ideia.
            LÁ EM CASA
            O músico uruguaio Jorge Drexler, que está em turnê em São Paulo, fez um show para convidados no projeto Na Cozinha ou No Jardim, da cantora Tiê, na casa dela, na terça-feira (14). O cineasta Heitor Dhalia, o cantor Marcelo Jeneci, as apresentadora Marina Person e Roberta Martinelli e a artista Rita Wainer, entre outros, estavam na plateia instalada no jardim.

            Uruguaio Jorge Drexler faz show na casa da cantora Tiê

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            Zanone Fraissat/Folhapress
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            O cantor uruguaio Jorge Drexler, que está em turnê em SP, fez show para convidados na casa da cantora Tiê na terça (14)
            NOME LIMPO
            O MinC (Ministério da Cultura) chegou a um acordo com a Fundação Bienal de São Paulo para tirá-la do cadastro de inadimplentes da pasta. A entidade, que deve cerca de R$ 30 milhões e está com as contas bloqueadas desde o ano passado, vai ressarcir R$ 12,2 milhões ao MinC, ao longo de 60 meses.
            NOME LIMPO 2
            Com o pagamento, a Bienal poderá novamente captar recursos via leis de incentivo e firmar convênios com a pasta. A negociação, que se intensificou desde setembro, quando Marta Suplicy virou ministra, deve ser finalizada na próxima semana.
            PIPOCA DOCE
            O programa Encontros com o Cinema Brasileiro, da Ancine, já selecionou os dez filmes que serão exibidos a curadores de festivais internacionais: "Os Amigos" (Lina Chamie), "Amor, Plástico e Barulho" (Renata Pinheiro), "Entre Vales" (Philippe Barcinski), "Estação Liberdade" (Caito Ortiz), "A Gente" (Aly Muritiba), "A Montanha" (Vicente Ferraz), "Uma Passagem para Mário" (Eric Laurence), "Riocorrente" (Paulo Sacramento), "Rio Cigano" (Julia Zakia) e "Tatuagem" (Hilton Lacerda).
            TORNEIO FAMILIAR
            Depois de celebrar os 25 anos de sociedade no escritório Chiaparini e Bastos Advogados, Marcos Chiaparini embarca para a Europa. Vai ver o torneio de Roland Garros. Já sua filha Fabiana Chiaparini, 24, representará o Brasil na Olimpíada Universitária, na Rússia.
            JOGO DO BICHO
            José Wilker, diretor e protagonista de "Giovanni Improtta", esteve na pré-estreia para convidados do longa na terça (14). Os atores André Mattos e Thelmo Fernandes, o cineasta Cacá Diegues, que produz o filme, e o diretor de fotografia Lauro Escorel também compareceram à sessão no shopping Market Place.

            José Wilker lança filme em São Paulo

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            Zanone Fraissat/Folhapress
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            O ator José Wilker lançou o filme "Giovanni Improtta", em que é o protagonista e diretor, no shopping Market Place, na terça (14)
            CURTO-CIRCUITO
            O advogado Pierpaolo Cruz Bottini faz palestra sexta (17) na 16ª Conferência Anual sobre Crimes Transnacionais, em Miami.
            O restaurante Arola Vintetres recebe nesta quinta-feira (16), às 20h, os chefs Dieter Koschina e Hans Neuner para o jantar Portugal dos Sabores.
            Mônica Bergamo
            Mônica Bergamo, jornalista, assina coluna diária publicada na página 2 da versão impressa de "Ilustrada". Traz informações sobre diversas áreas, entre elas, política, moda e coluna social. Está na Folha desde abril de 1999.